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08.09.09 - ter
Porto do Rio Grande investe em veículos e Gestão ambiental
Dentro de sua proposta de gestão ambiental, a Superintendência do Porto do Rio Grande (Suprg) realizou o investimento de R$ 102 mil na aquisição de dois veículos 0 km que foram repassados, nesta sexta-feira (04), a Divisão de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do porto gaúcho (DMASS). Os veículos foram entregues pelo diretor Técnico do Porto do Rio Grande, Carlos Rodrigues, ao chefe da DMASS, Celso Elias Corradi.
Os veículos foram especificados de acordo com as necessidades da DMASS, sendo um Chevrolet Meriva, que garante bom espaço para o transporte da equipe e de equipamentos, e um Fiat Pálio Adventure Locker, com sistema de tração 4x4, para ser utilizado em áreas de difícil acesso.
De acordo com Corradi, as duas novas aquisições irão agilizar os trabalhos da Divisão que não contava com veículo próprio. “A preocupação em dotar a DMASS de uma infraestrutura cada vez melhor para desenvolvermos o nosso trabalho de gestão ambiental tem sido constante por parte da Suprg. Recentemente o setor passou de uma sala para um escritório amplo junto ao cais do porto, onde estamos instalando inclusive uma sala de treinamento. Isso tudo nos auxilia a desenvolver um trabalho cada vez mais efetivo. Trabalho esse reconhecimento pelos órgãos ambientais brasileiros e pela sociedade, servindo de referência para outros portos nacionais”, salientou Corradi.
Fonte:NetMarinha
Os veículos foram especificados de acordo com as necessidades da DMASS, sendo um Chevrolet Meriva, que garante bom espaço para o transporte da equipe e de equipamentos, e um Fiat Pálio Adventure Locker, com sistema de tração 4x4, para ser utilizado em áreas de difícil acesso.
De acordo com Corradi, as duas novas aquisições irão agilizar os trabalhos da Divisão que não contava com veículo próprio. “A preocupação em dotar a DMASS de uma infraestrutura cada vez melhor para desenvolvermos o nosso trabalho de gestão ambiental tem sido constante por parte da Suprg. Recentemente o setor passou de uma sala para um escritório amplo junto ao cais do porto, onde estamos instalando inclusive uma sala de treinamento. Isso tudo nos auxilia a desenvolver um trabalho cada vez mais efetivo. Trabalho esse reconhecimento pelos órgãos ambientais brasileiros e pela sociedade, servindo de referência para outros portos nacionais”, salientou Corradi.
Fonte:NetMarinha
08.09.09 - ter
Multilog anuncia investimentos de R$ 20 mi em infraestrutura
O programa de investimentos da Multilog mostra a confiança dos acionistas da empresa na retomada da atividade portuária na cidade e fortalece o relacionamento de mais de 40 anos do Grupo Portobello [controlador da empresa] com o Porto de Itajaí.
A Multilog SA, porto seco com área alfandegada de 331 mil metros e área total de 436,4 mil metros quadrados, em Itajaí, divulgou plano de investimentos para os próximos doze meses no valor de R$ 20 milhões. O anúncio foi feito pelo diretor superintende da empresa, Rogério Fortunato, ao superintendente do Porto de Itajaí, Antonio Ayres dos Santos Júnior, na manhã desta quarta-feira [02]. “Independente dos problemas passageiros que o Porto de Itajaí enfrenta, os acionistas do grupo continuam acreditando no potencial econômico e no crescimento da atividade portuária na cidade e região”, disse Fortunato.
O programa de investimentos engloba a ampliação da área de armazenagem coberta da empresa para 116 mil metros quadrados, elevando a capacidade de armazenagem em 40 mil metros quadrados. Os recursos serão aplicados no período compreendido entre julho deste ano e junho de 2010 e envolve também a aquisição de 15 novas empilhadeiras [com a injeção de mais R$ 8 milhões].
Fortunato informou ainda que os investimentos da empresa no primeiro semestre deste ano somaram R$ 10 milhões. Os recursos foram aplicados na importação de quatro empilhadeiras modelo Reach Stacker e na aquisição de softwares para gerenciamento dos armazéns e pátios.
“Embora estejamos passando por um período de baixa movimentação de cargas, precisamos ter a consciência de que a economia internacional já está dando sinais de retomada, de que o Porto de Itajaí será reconstruído e que as zonas primárias de nossos portos são apenas áreas de passagem. Daí a necessidade de investimentos privados na retroárea”, diz. E executivo acrescenta que a empresa mantém o mesmo quadro de trabalhadores que tinha o ano passado, porque acredita na reversão do atual cenário econômico.
Antônio Ayres destaca a importância dos investimentos na melhoria das áreas secundárias na região e, principalmente, da confiança da iniciativa privada nos destinos do Porto de Itajaí. “Com o término das obras de reconstrução, do aprofundamento de nosso canal de acesso e bacia de evolução e, consequentemente, com o retorno dos armadores para Itajaí, voltaremos para as posições de destaque que ocupávamos no cenário portuário nacional antes das enchentes”, diz o superintendente.
Fonte:NetMarinha
A Multilog SA, porto seco com área alfandegada de 331 mil metros e área total de 436,4 mil metros quadrados, em Itajaí, divulgou plano de investimentos para os próximos doze meses no valor de R$ 20 milhões. O anúncio foi feito pelo diretor superintende da empresa, Rogério Fortunato, ao superintendente do Porto de Itajaí, Antonio Ayres dos Santos Júnior, na manhã desta quarta-feira [02]. “Independente dos problemas passageiros que o Porto de Itajaí enfrenta, os acionistas do grupo continuam acreditando no potencial econômico e no crescimento da atividade portuária na cidade e região”, disse Fortunato.
O programa de investimentos engloba a ampliação da área de armazenagem coberta da empresa para 116 mil metros quadrados, elevando a capacidade de armazenagem em 40 mil metros quadrados. Os recursos serão aplicados no período compreendido entre julho deste ano e junho de 2010 e envolve também a aquisição de 15 novas empilhadeiras [com a injeção de mais R$ 8 milhões].
Fortunato informou ainda que os investimentos da empresa no primeiro semestre deste ano somaram R$ 10 milhões. Os recursos foram aplicados na importação de quatro empilhadeiras modelo Reach Stacker e na aquisição de softwares para gerenciamento dos armazéns e pátios.
“Embora estejamos passando por um período de baixa movimentação de cargas, precisamos ter a consciência de que a economia internacional já está dando sinais de retomada, de que o Porto de Itajaí será reconstruído e que as zonas primárias de nossos portos são apenas áreas de passagem. Daí a necessidade de investimentos privados na retroárea”, diz. E executivo acrescenta que a empresa mantém o mesmo quadro de trabalhadores que tinha o ano passado, porque acredita na reversão do atual cenário econômico.
Antônio Ayres destaca a importância dos investimentos na melhoria das áreas secundárias na região e, principalmente, da confiança da iniciativa privada nos destinos do Porto de Itajaí. “Com o término das obras de reconstrução, do aprofundamento de nosso canal de acesso e bacia de evolução e, consequentemente, com o retorno dos armadores para Itajaí, voltaremos para as posições de destaque que ocupávamos no cenário portuário nacional antes das enchentes”, diz o superintendente.
Fonte:NetMarinha
04.09.09 - sex
Estaqueamento será de 50 metros na reconstrução do Porto de Itajaí
A obra de reconstrução do porto de Itajaí foi retomada ontem depois de ter sido paralisada há alguns dias por conta de um aditivo ao contrato inicial solicitado pelo consórcio Triunfo/Serveng e Constremac, responsável pelos reparos em dois dos três berços existentes no porto. A nova previsão é que a reconstrução seja concluída em abril de 2010.
"Este é o tempo físico da obra", disse o ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos (SEP), Pedro Brito, em entrevista ao Valor, que não considera o prazo de reconstrução longo. Se concluído em abril, o porto terá passado 17 meses parcialmente paralisado, uma vez que as enchentes que destruíram parte de sua estrutura ocorreram em novembro de 2008.
Brito confirmou que uma estaca-teste, colocada ainda ontem pelo consórcio em Itajaí, indicou o que as empresas contratadas para a reconstrução alegavam. Isto é, a necessidade de aprofundamento das estacas de sustentação dos berços para 50 metros e não apenas 35 metros, como estava previsto no projeto original.
Segundo o ministro, cálculos preliminares da SEP indicam que cada berço vai custar agora R$ 120 milhões e não mais cerca de R$ 86 milhões cada, como estabelecido antes. Mas ele indicou que é preciso fazer novas avaliações para determinar com precisão os custos.
Em agosto, o consórcio informou mar uma necessidade um pouco maior, de aproximadamente R$ 85 milhões no total da obra, o que daria 50% a mais em relação ao orçado no projeto inicial. Paulo Müller, gerente do projeto de reconstrução, esteve reunido ontem com técnicos da SEP em Itajaí. Procurado pelo Valor, ele não se pronunciou.
O consórcio havia sido contratado pela SEP no início deste ano e paralisou os trabalhos à espera de um aditivo. Além da estaca-teste, outras já foram compradas para chegar nos próximos dias a Itajaí. O reinício das obras ocorre dias depois de o Tribunal de Contas da União (TCU) ter autorizado no dia 26 de agosto por unanimidade que a SEP fizesse um aditivo ao projeto inicial ou nova contratação. A opção da SEP foi pelo aditivo por ser mais rápido do que realizar um novo processo de escolha de empresa para a obra.
De acordo com Antônio Ayres dos Santos, superintendente do porto, não haverá a necessidade de uso do Exército na reconstrução, como chegou a ser cogitado. "O Exército seria uma solução emergencial, que usaríamos apenas para o caso de o TCU negar o aditivo". A prefeitura de Itajaí, que administra o porto, tinha expectativa de ter o porto operando a plena capacidade até julho deste ano. Informações do porto dão conta de que ele opera hoje com cerca de 15 mil contêineres por mês ante 45 mil contêineres/mês até novembro do ano passado.
Teste confirma necessidade de estacas mais profundas do que o previsto
Uma estaca metálica fincada no solo a 49 metros de profundidade dissipou a dúvida que manteve paralisada por dois meses a reconstrução do Porto de Itajaí. A previsão inicial, de vigas com 32 metros de comprimento, discutida pelo governo federal e o Tribunal de Contas da União (TCU), ficou para trás. O Consórcio TSCC parou o teste de carga da primeira estaca no final da tarde de quinta-feira. Os testes serão retomados nesta sexta-feira.
Engenheiros que atuam no canteiro de obras acreditam que a viga possa alcançar até 53 metros antes de atingir a camada de pedregulho, o que dará sustentação ao novo cais. De acordo com a previsão da Secretaria Especial de Portos (SEP) do governo federal, a cravação das vigas definitivas começa ainda em setembro. A reconstrução dos berços de atracação deve ser concluída até abril de 2010.Armador ZIM volta a operar no Porto de Itajaí
Atracou no Porto de Itajaí no início da tarde desta quinta-feira [03] o navio ZIM Clou Island, do armador israelense Zim Integrated Shipping Services (ZIM). O cargueiro embarca 3,5 mil toneladas de mercadorias com destino a Costa Leste dos Estados Unidos e Golfo do México, por meio do serviço South America Express (SAX). As principais cargas exportadas por Itajaí para esses destinos são produtos cerâmicos, madeira e derivados.
O navio deve zarpar ainda hoje, por volta das 23 horas. Essa atracação marca o retorno do armador ao Porto de Itajaí. A ZIM não escalava na cidade há 18 meses. A próxima escala da ZIM no Porto de Itajaí está confirmada para 10 de setembro, com a atracação do cargueiro ZIM Santos, com embarques previstos de 3,5 mil a 4 mil toneladas.
Fonte:NetMarinha
"Este é o tempo físico da obra", disse o ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos (SEP), Pedro Brito, em entrevista ao Valor, que não considera o prazo de reconstrução longo. Se concluído em abril, o porto terá passado 17 meses parcialmente paralisado, uma vez que as enchentes que destruíram parte de sua estrutura ocorreram em novembro de 2008.
Brito confirmou que uma estaca-teste, colocada ainda ontem pelo consórcio em Itajaí, indicou o que as empresas contratadas para a reconstrução alegavam. Isto é, a necessidade de aprofundamento das estacas de sustentação dos berços para 50 metros e não apenas 35 metros, como estava previsto no projeto original.
Segundo o ministro, cálculos preliminares da SEP indicam que cada berço vai custar agora R$ 120 milhões e não mais cerca de R$ 86 milhões cada, como estabelecido antes. Mas ele indicou que é preciso fazer novas avaliações para determinar com precisão os custos.
Em agosto, o consórcio informou mar uma necessidade um pouco maior, de aproximadamente R$ 85 milhões no total da obra, o que daria 50% a mais em relação ao orçado no projeto inicial. Paulo Müller, gerente do projeto de reconstrução, esteve reunido ontem com técnicos da SEP em Itajaí. Procurado pelo Valor, ele não se pronunciou.
O consórcio havia sido contratado pela SEP no início deste ano e paralisou os trabalhos à espera de um aditivo. Além da estaca-teste, outras já foram compradas para chegar nos próximos dias a Itajaí. O reinício das obras ocorre dias depois de o Tribunal de Contas da União (TCU) ter autorizado no dia 26 de agosto por unanimidade que a SEP fizesse um aditivo ao projeto inicial ou nova contratação. A opção da SEP foi pelo aditivo por ser mais rápido do que realizar um novo processo de escolha de empresa para a obra.
De acordo com Antônio Ayres dos Santos, superintendente do porto, não haverá a necessidade de uso do Exército na reconstrução, como chegou a ser cogitado. "O Exército seria uma solução emergencial, que usaríamos apenas para o caso de o TCU negar o aditivo". A prefeitura de Itajaí, que administra o porto, tinha expectativa de ter o porto operando a plena capacidade até julho deste ano. Informações do porto dão conta de que ele opera hoje com cerca de 15 mil contêineres por mês ante 45 mil contêineres/mês até novembro do ano passado.
Teste confirma necessidade de estacas mais profundas do que o previsto
Uma estaca metálica fincada no solo a 49 metros de profundidade dissipou a dúvida que manteve paralisada por dois meses a reconstrução do Porto de Itajaí. A previsão inicial, de vigas com 32 metros de comprimento, discutida pelo governo federal e o Tribunal de Contas da União (TCU), ficou para trás. O Consórcio TSCC parou o teste de carga da primeira estaca no final da tarde de quinta-feira. Os testes serão retomados nesta sexta-feira.
Engenheiros que atuam no canteiro de obras acreditam que a viga possa alcançar até 53 metros antes de atingir a camada de pedregulho, o que dará sustentação ao novo cais. De acordo com a previsão da Secretaria Especial de Portos (SEP) do governo federal, a cravação das vigas definitivas começa ainda em setembro. A reconstrução dos berços de atracação deve ser concluída até abril de 2010.Armador ZIM volta a operar no Porto de Itajaí
Atracou no Porto de Itajaí no início da tarde desta quinta-feira [03] o navio ZIM Clou Island, do armador israelense Zim Integrated Shipping Services (ZIM). O cargueiro embarca 3,5 mil toneladas de mercadorias com destino a Costa Leste dos Estados Unidos e Golfo do México, por meio do serviço South America Express (SAX). As principais cargas exportadas por Itajaí para esses destinos são produtos cerâmicos, madeira e derivados.
O navio deve zarpar ainda hoje, por volta das 23 horas. Essa atracação marca o retorno do armador ao Porto de Itajaí. A ZIM não escalava na cidade há 18 meses. A próxima escala da ZIM no Porto de Itajaí está confirmada para 10 de setembro, com a atracação do cargueiro ZIM Santos, com embarques previstos de 3,5 mil a 4 mil toneladas.
Fonte:NetMarinha

