11.04.12 - qua

Exportação do Brasil aos árabes cresce 6%

As exportações do Brasil aos países árabes renderam US$ 1,211 bilhão em março, um aumento de 5,82% em comparação com o mesmo período de 2011, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Foi o maior desempenho mensal até agora no ano, 25% maior do que o total de fevereiro e 12% superior ao valor de janeiro.
Os embarques para a região no acumulado do primeiro trimestre somaram US$ 3,264 bilhões, um avanço de 3,24% sobre os três primeiros meses de 2011.
Em março, entre os principais itens da pauta, cresceram as vendas de açúcar, frango, minério de ferro, carne bovina, produtos químicos, tabaco, café e máquinas para obras. Caíram as exportações de trigo, milho, soja e óleo de soja.
No trimestre, avançaram os embarques de açúcar, carne bovina, minério de ferro, produtos químicos, máquinas para obras, fumo e soja. Recuaram as vendas de cereais, óleos vegetais e café.
“No caso dos minérios e dos tratores para obras, o motivo [para o aumento das exportações] é o desenvolvimento econômico e da indústria da região”, disse o CEO da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby.
Na seara dos alimentos, Alaby ressaltou que o crescimento das exportações é constante e que o Brasil é “imbatível” na produção e venda dessas mercadorias.
Por Conexão Marítima.

 

11.04.12 - qua

Brasil, Índia, Rússia e China reagem positivamente à crise econômica internacional

As economias do Brasil, da Índia, da Rússia e da China mostram “sinais positivos” de avanços e reações aos impactos da crise econômica internacional, segundo a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Em relatório, divulgado nesta terça-feira, a OCDE informou ainda que o Japão e os Estados Unidos também demonstram recuperação de suas economias.

De acordo com o documento, a tendência é de mudanças positivas e mais dinamismo nas economias mundiais. As economias da Itália e da França, no entanto, ainda se mantêm em ritmo lento, avalia a OCDE. Movimentos mais positivos são observados na Alemanha e no Reino Unido.

Os efeitos da crise econômica internacional ainda predominam nas discussões durante reuniões de líderes políticos. Na última segunda-feira, a presidenta Dilma Rousseff conversou com Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, sobre o assunto. Segundo ela, é necessário ampliar as parcerias para buscar fortalecer os países e consequentemente motivar a economia.

Por Guia Marítimo.

11.04.12 - qua

Ministros apontam necessidades da logística brasileira

Teve início nesta terça-feira a 18ª edição da Intermodal South America, maior feira de Comércio Exterior e Logística da América Latina. Presidentes à cerimônia de abertura do evento, Leônidas Cristino, ministro da Secretaria de Portos, Humberto Luis Ribeiro, secretário de Comércio e Serviços do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio), representando o ministro Fernando Pimentel, Pedro Brito, diretor da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), e Paulo Sérgio Passos, ministro dos Transportes, comentaram sobre o panorama atual da logística do País e apontaram problemas e soluções para o desenvolvimento do comércio exterior brasileiro.

“Reunimos todas as condições de interesses nacionais e internacionais para isso. Nosso modelo portuário é o mesmo modelo da Holanda, no qual o governo tem a terra, tem a infraestrutura, mas a iniciativa privada fica responsável pelo crescimento dessas estruturas e por suas operações. A diferença é que a Holanda já faz isso há alguns séculos”, comentou Pedro Brito sobre o cenário brasileiro atual. E complementou: “O Brasil precisa fazer uma integração intermodal. Isso é importante para o seu desenvolvimento”, ressaltou.

Humberto Luis, por sua vez, afirmou que a inclusão das empresas de logística na agenda do MDIC era um fator faltante, mas agora está acontecendo: “Algumas inovações já estão sendo realizadas, como a formalização empresarial no setor de cargas, no sentido de inclusão social e econômica, como a renovação da frota… A desoneração da folha de pagamento também é outra questão que temos discutido. Ou seja, temos articulado diversas medidas para fortalecer o setor logístico brasileiro”, atentou.

Bastante bem humorado em seu discurso, Leônidas Cristino ressaltou que quando o PIB (Produto Interno bruto) de um país cresce, seu comércio exterior cresce exponencialmente: “Desse modo, o volume de cargas também cresce. Para isso, precisamos de planejamento, já que sem planejamento não vamos a lugar algum. Temos agora o Plano Brasil Maior e queremos uma logística integrada, não pode ser diferente disso. Olhamos esse plano com todo carinho porque ele pode tranqüilizar o Brasil em seu crescimento econômico. O País está preocupado em melhorar sua inteligência logística”, instigou.

Paulo Sérgio Passos não poupou ânimo para falar sobre os problemas que o Brasil enfrenta em termos de infraestrutura: “Sentimos confiança no nosso País, que é aberto e capaz de atrair parceiros estrangeiros. Temos que trabalhar para sermos competitivos porque sem isso não construiremos as condições basileiras para o que o Brasil dê um salto. Os últimos governos – Dilma e Lula – caminham nesse sentido. Precisamos nos preocupar com a integração de modos de transporte e privilegiar os modos mais eficientes.

Por Guia Marítimo.

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