10.04.12 - ter

Primeiro trimestre do ano tem recorde em número de navios bulk descartados

O número de navios bulk vendidos para demolição nos primeiros três meses deste ano bateu recorde: chegou a 139 unidades, o  maior número registrado pela Clarkson Research Services em um trimestre. Os armadores descartaram um número grande de pequenas embarcações já antigas e isso motivou o crescimento do número registrado pela companhia analista.

Apesar de o número de navios capesize bulk com mais de 100 mil dwt demolidos ter caído em comparação aos volumes registrados no primeiro semestre de 2011, as 12 embarcações de 2,2 milhões de dwt representam pouco menos da metade dos 30 navios de 4,8 milhões de dwt registrados entre abril e junho do ano passado.

Neste ano, os panamax e handymax bateram recordes. De um total de 7,8 milhões de dwt vendidos para demolição, 2,4 milhões de dwt pertenvem a bulks panamax que tem entre 60 mil e 99.999 dwt de capacidade.

Por Guia Marítimo.

09.04.12 - seg

Brasil e Argentina recebem mais cargas

A demanda sul-americana por produtos derivados do petróleo continua a dar suporte ao mercado desse tipo de produto, já que o trade Transatlântico não tem registrado bom desempenho em aumentar o lucro das companhias que atuam nesse setor.
Alguns tanques foram agendados para transportar produtos derivados do petróleo da Europa para a América do Sul na última semana, já que a demanda do Brasil e da Argentina, incentivada por programas de incentivo no transporte desses produtos e também motivada por investimentos em infraestrutura nesses países, aumentou.
“O que acontece agora é que esses países estão crescendo rapidamente e demandam mais produtos desse setor. A Petrobras ainda está recebendo suas encomendas, provavelmente mais do que qualquer outra companhia, em termos de tonelagem”, afirmou um broker inglês de tanques.
Por Guia Marítimo.
09.04.12 - seg

Maestra elabora estratégia de regionalização

A Maestra Navegação e Logística está pronta para anunciar a preparação de um novo ciclo de atividades da companhia, o de regionalização das operações, que deve permitir uma maior proximidade com os clientes de cada região do país e, consequentemente, mais agilidade operacional.
“A ideia é estarmos mais próximos de nossos parceiros, conhecer in loco suas necessidades e oferecer soluções mais assertivas e ágeis. Isso otimiza a operação, dá mais autonomia e credibilidade às nossas equipes e, com certeza, mais tranquilidade aos clientes”, acredita Fernando Real, presidente da Maestra.
Além disso, a Maestra terá uma relação pessoal e manterá comunicação constante com as equipes dos terminais portuários para que as demandas de cada região sejam atendidas localmente. A equipe de força de venda deve aumentar nos próximos meses, para atender a demanda.
Com a consolidação do serviço de cabotagem da Maestra, que opera com frequência semanal por meio de seus quatro navios full container – MV Maestra Atlântico, MV Maestra Mediterrâneo, MV Maestra Pacífico e MV Maestra Caribe –, Real reafirma a característica da companhia como provedor logístico, oferecendo um serviço integrado. “O ano de 2012 marcará o fortalecimento das parcerias com nossos atuais clientes e a conquista de novos mercados”, revela.
A companhia também pretende captar empresas que não utilizam o modal marítimo. Segundo Real, aproximadamente 65% do transporte de carga são feitos via terrestre e 16% por via marítima: “Temos condições de conquistar um percentual da movimentação de cargas de longa e média distância realizada pelas frotas de caminhões, sem que haja conflito com o setor rodoviário. O potencial dessa parceria é muito grande e profícuo para todos, inclusive para os clientes”, enfatiza.

Por Guia Marítimo.

«   10 11 12 13 14 15 16  ›  »