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Complexo portuário recebe técnicos para elaboração do Plano Diretor
Integrantes do GEA (Grupo Executivo de Apoio) da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) estiveram no Porto de Paranaguá na semana passada para realizar estudos para a elaboração do PNLP (Plano Nacional de Logística Portuária). A intenção da visita foi aplicar questionário detalhado que servirá de base para compor plano emergencial, o qual será entregue à SEP (Secretaria Especial de Portos) até dezembro.
De acordo com um dos membros do GEA, João Affonso Dentice, o PNPL irá contemplar os 35 portos brasileiros. No entanto, para 15 portos considerados estratégicos, serão realizados planos específicos e o Porto de Paranaguá é um deles. "Iniciamos o trabalho de campo há duas semanas e estamos aplicando um questionário detalhado para fazer todo o cadastramento dos portos. Nossa intenção é especificar todas as características e operações para, a partir disso, desenvolver um plano emergencial", explicou Dentice.
Os trabalhos em Paranaguá foram finalizados no dia 22. Os dados obtidos junto aos 15 portos estratégicos serão tabulados e vão compor o plano emergencial. "Este relatório preliminar deve ser entregue ainda em dezembro, na transição dos governos, para falar sobre as ações emergenciais e prioritárias de cada porto", explicou Dentice. A Universidade de Santa Catarina dividiu os 15 portos estratégicos em quatro grupos e o Porto de Paranaguá integra o grupo dos portos do Sul, junto com os portos de Rio Grande e Itajaí.
Depois desta primeira etapa, o grupo de técnicos ampliará o raio-x nos portos brasileiros para juntar informações suficientes para a elaboração do plano nacional, que traçará estratégias de médio, curto e longo prazo.
O PNLP será elaborado pela Universidade de Santa Catarina com consultoria do Porto de Roterdã (Holanda), no que se refere aos planos diretores para os 15 portos considerados estratégicos. A Secretaria Especial de Portos assinou um termo de cooperação que prevê repasse de R$ 30 milhões à UFSC. O prazo para a entrega do plano é de dois anos.
Empresas brasileiras fecham negócios em cerca de US$ 1,1 bilhão em Paris
A informação é do diretor de Negócios da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), Maurício Borges, que coordenou a ida de 116 empresas nacionais ao Sial 2010. Ele disse que a delegação organizada pela Apex-Brasil ganhou prêmios especiais e realizou cerca de 5.200 negócios, entre contratos já fechados e os previstos para os próximos 12 meses.
Segundo Borges, "o bom momento da economia brasileira possibilitou que as empresas investissem em pesquisa, desenvolvimento de tecnologia e novos equipamentos, e isso resultou em um salto de qualidade dos produtos, com aumento de competitividade no mercado internacional".
Em decorrência disso, três vinhos brasileiros ganharam o prêmio Best Buy, que destaca os produtos com melhor relação qualidade-preço, e o Brasil conquistou também um Sial de Ouro na categoria de sobremesas. O Sial é concedido a inovações industriais com sucesso comercial no país de origem e premiou a mistura pré-pronta da Fleischmann com pudim de leite, brigadeirão e quindim.
De acordo com o diretor da Apex, foi a maior delegação empresarial que o Brasil já levou à Sial, o que explica em parte o elevado número de negócios; quase o dobro do que foi realizado no salão de 2008. Os produtos brasileiros que mais chamaram a atenção dos visitantes foram: café, carnes, biscoitos, massas, chocolates, balas e confeitos, lácteos, frutas, sucos, castanhas, temperos, vinhos, cachaças e frutas exóticas da Amazônia.
Produção mundial cresceu 0,9% em setembro
Na China, maior produtor de aço do mundo, a produção caiu 5,9% para 47,9 milhões de toneladas em relação a setembro de 2009. No Brasil, houve queda de 1,2% para 2,7 milhões de toneladas.
A utilização da capacidade instalada de aço nos 66 países da associação subiu levemente para 74,4% em setembro, de 73,3% em agosto. O uso da capacidade, no entanto, ficou 3,8 pontos porcentuais abaixo do dado de setembro do ano passado.
O Japão produziu 9,2 milhões de toneladas em setembro, um aumento de 11,7% em relação ao mesmo mês do ano passado, enquanto a Coreia do Sul produziu 4,7 milhões de toneladas, um alta de 3,2%. Os EUA produziram 6,6 milhões de toneladas, um aumento de 15%.
Na União Européia, a Alemanha produziu 3,3 milhões de toneladas, um aumento de 4,1%. A Itália produziu 2,3 milhões de toneladas, crescimento de 19,8%. Na Espanha, a produção foi de 1,4 milhão de toneladas, um declínio de 1,2% na comparação com setembro de 2009.
A Turquia produziu 2,5 milhões de toneladas, alta de 17,9% sobre setembro de 2009.



