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05.11.10 - sex
Primeiro carro híbrido chega ao Brasil pelo Porto de Navegantes
Corporação adota a tendência mundial da tecnologia verde em mobilidade da união entre a economia no consumo de combustível e preservação do meio ambiente.
O Grupo Ouro Verde - um dos líderes em soluções logísticas integradas e terceirização de frotas para a América do Sul - trouxe para o Brasil o primeiro carro híbrido direcionado para o segmento de locação de veículos para o mercado corporativo, o Ecofleet. Com esse primeiro veículo, a empresa pretende adotar, em larga escala, uma tendência mundial, que une a economia no que tange ao uso de combustível à preservação do meio ambiente.
O primeiro modelo a desembarcar no Brasil é Prius, da Toyota. Movido por um motor a gasolina em conjunto com um motor elétrico, o híbrido tem chegada prevista para outubro e destino certo: transporte de executivos e clientes do banco HSBC. O processo que culmina na abertura de mercado para os automóveis Ecofleet no país foi bastante extenso. Entre a pesquisa de mercado, escolha do veículo e negociação para prover estrutura para manutenção total do carro sustentável a Ouro Verde levou quase um ano.
O Gerente de Locação de Veículos, José Maurício Dieguez, detalhou o trâmite para que a Ouro Verde saísse à frente: "Nossos técnicos passaram algum tempo nos Estados Unidos, onde o carro híbrido já é uma realidade há, pelo menos, uma década. Acreditamos que a criação de uma demanda em solo brasileiro só precisa de um start para acontecer. A partir disso, precisamos buscar o melhor carro e também a estrutura para que ele pudesse circular. Fechamos acordo com uma concessionária, que vai providenciar a manutenção e conservação do híbrido, sem a qual seria impossível trazer essa novidade", explica.
Por apresentar a vantagem de funcionar com duas fontes de energia, o carro híbrido costuma render 21 quilômetros por litro de combustível, em detrimento dos 12 quilômetros do automóvel popular. Muito mais do que funcionalidade e rendimento, o híbrido oferece uma alternativa de combustível mais limpo.
Segundo Dieguez, a vinda do chamado Ecofleet para o mercado de locação se dá pela preocupação de preservação ambiental que se instalou no setor: "A Ouro Verde atende muitas empresas de grande porte e renome internacional. A maioria delas tem forte comprometimento com o meio ambiente, assim como nós. A oferta de carros sustentáveis é adaptação de mercado, uma solução para o cliente", avalia.
Por ser importado dos Estados Unidos, o valor do Prius ainda é alto em contraste com carros convencionais: o investimento em cada unidade, incluindo os custos de importação, é de R$155 mil. Por acreditar na abertura de mercado, a Ouro Verde tem planos de importar, outros automóveis híbridos ainda em 2010 para deixar à disposição dos seus clientes.
Por Redação Netmarinha
O Grupo Ouro Verde - um dos líderes em soluções logísticas integradas e terceirização de frotas para a América do Sul - trouxe para o Brasil o primeiro carro híbrido direcionado para o segmento de locação de veículos para o mercado corporativo, o Ecofleet. Com esse primeiro veículo, a empresa pretende adotar, em larga escala, uma tendência mundial, que une a economia no que tange ao uso de combustível à preservação do meio ambiente.
O primeiro modelo a desembarcar no Brasil é Prius, da Toyota. Movido por um motor a gasolina em conjunto com um motor elétrico, o híbrido tem chegada prevista para outubro e destino certo: transporte de executivos e clientes do banco HSBC. O processo que culmina na abertura de mercado para os automóveis Ecofleet no país foi bastante extenso. Entre a pesquisa de mercado, escolha do veículo e negociação para prover estrutura para manutenção total do carro sustentável a Ouro Verde levou quase um ano.
O Gerente de Locação de Veículos, José Maurício Dieguez, detalhou o trâmite para que a Ouro Verde saísse à frente: "Nossos técnicos passaram algum tempo nos Estados Unidos, onde o carro híbrido já é uma realidade há, pelo menos, uma década. Acreditamos que a criação de uma demanda em solo brasileiro só precisa de um start para acontecer. A partir disso, precisamos buscar o melhor carro e também a estrutura para que ele pudesse circular. Fechamos acordo com uma concessionária, que vai providenciar a manutenção e conservação do híbrido, sem a qual seria impossível trazer essa novidade", explica.
Por apresentar a vantagem de funcionar com duas fontes de energia, o carro híbrido costuma render 21 quilômetros por litro de combustível, em detrimento dos 12 quilômetros do automóvel popular. Muito mais do que funcionalidade e rendimento, o híbrido oferece uma alternativa de combustível mais limpo.
Segundo Dieguez, a vinda do chamado Ecofleet para o mercado de locação se dá pela preocupação de preservação ambiental que se instalou no setor: "A Ouro Verde atende muitas empresas de grande porte e renome internacional. A maioria delas tem forte comprometimento com o meio ambiente, assim como nós. A oferta de carros sustentáveis é adaptação de mercado, uma solução para o cliente", avalia.
Por ser importado dos Estados Unidos, o valor do Prius ainda é alto em contraste com carros convencionais: o investimento em cada unidade, incluindo os custos de importação, é de R$155 mil. Por acreditar na abertura de mercado, a Ouro Verde tem planos de importar, outros automóveis híbridos ainda em 2010 para deixar à disposição dos seus clientes.
Por Redação Netmarinha
05.11.10 - sex
Importações argentinas para o Brasil batem recorde
As exportações argentinas para o Brasil registraram recorde histórico de US$ 11,772 milhões no acumulado de janeiro a outubro deste ano. A marca anterior tinha sido computada em 2008, quando os embarques da nação vizinha para o País chegaram a US$ 300 milhões.
As informações foram divulgadas pela ministra argentina da Indústria, Débora Giorgi, ao comentar os resultados da balança comercial brasileira divulgados pela Secex (Secretaria do Comércio Exterior) na última quarta-feira, dia 3.
Segundo Giorgi, os principais produtos importados da Argentina pelo Brasil em outubro foram veículos e autopeças, máquinas e equipamentos industriais, eletroeletrônicos, mineral de ferro, produtos siderúrgicos e pneus. A ministra também informou que o resultado das exportações argentinas para o Brasil em outubro, apesar de histórico, registrou déficit de US$ 479 milhões para o país vizinho, quando se analisa a totalidade do comércio bilateral ao longo do ano.
Já as exportações brasileiras para a Argentina somaram US$ 14,690 milhões no intervalo correspondente aos dez primeiros meses de 2010, ante os US$ 9,592 milhões de 2009. Somente em outubro, os embarques computaram US$ 1,65 milhão - variação de 26% ao mesmo mês do ano passado, quando fechou em US$ 1,31 milhão.
Com dados da Agência Brasil.
As informações foram divulgadas pela ministra argentina da Indústria, Débora Giorgi, ao comentar os resultados da balança comercial brasileira divulgados pela Secex (Secretaria do Comércio Exterior) na última quarta-feira, dia 3.
Segundo Giorgi, os principais produtos importados da Argentina pelo Brasil em outubro foram veículos e autopeças, máquinas e equipamentos industriais, eletroeletrônicos, mineral de ferro, produtos siderúrgicos e pneus. A ministra também informou que o resultado das exportações argentinas para o Brasil em outubro, apesar de histórico, registrou déficit de US$ 479 milhões para o país vizinho, quando se analisa a totalidade do comércio bilateral ao longo do ano.
Já as exportações brasileiras para a Argentina somaram US$ 14,690 milhões no intervalo correspondente aos dez primeiros meses de 2010, ante os US$ 9,592 milhões de 2009. Somente em outubro, os embarques computaram US$ 1,65 milhão - variação de 26% ao mesmo mês do ano passado, quando fechou em US$ 1,31 milhão.
Com dados da Agência Brasil.
05.11.10 - sex
TCP anuncia ampliação do cais e compra de novos equipamentos
O TCP - Terminal de Contêineres de Paranaguá vai investir R$ 141 milhões em obras civis e na aquisição de novos equipamentos de operação portuária. O projeto de investimento foi aprovado pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) e CAP (Conselho da Autoridade Portuária), e contempla a ampliação do cais em 315 metros (totalizando 880 metros), com a construção de três dolphins de atracação e um de amarração.
Quando concluída, a ampliação permitirá a operação simultânea de três navios porta-contêineres. As obras de ampliação do cais deverão gerar aproximadamente 200 empregos diretos e 100 indiretos durante sua execução, além de 90 empregos diretos e 500 indiretos permanentes depois de concluída. "Esses investimentos são fundamentais para atendermos a demanda crescente por cargas conteneirizadas e pela influência que o Terminal tem para a economia das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil", afirma o superintendente do TCP, Juarez Moraes e Silva.
Os investimentos anunciados contemplam a entrada em operação, imediatamente, do quarto portêiner da instalação, além da contratação de outros dois portêiners post-panamax, adquiridos da empresa irlandesa Liebherr Container Cranes.
Outros seis transtêineres estão sendo contratados, juntamente com dez caminhões específicos para o transporte de contêineres dentro do Terminal, para serem entregues até o final do próximo ano. Também está prevista a contratação de dez carretas para movimentação de contêineres, fabricadas no Brasil sob licença da empresa Buisscar NV, além de duas reach stackers já adquiridas da SMV-Konecranes. O projeto de investimento do TCP também prevê a instalação de mais 528 tomadas reefer.
Fonte: guiamaritimo.com.br
Quando concluída, a ampliação permitirá a operação simultânea de três navios porta-contêineres. As obras de ampliação do cais deverão gerar aproximadamente 200 empregos diretos e 100 indiretos durante sua execução, além de 90 empregos diretos e 500 indiretos permanentes depois de concluída. "Esses investimentos são fundamentais para atendermos a demanda crescente por cargas conteneirizadas e pela influência que o Terminal tem para a economia das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil", afirma o superintendente do TCP, Juarez Moraes e Silva.
Os investimentos anunciados contemplam a entrada em operação, imediatamente, do quarto portêiner da instalação, além da contratação de outros dois portêiners post-panamax, adquiridos da empresa irlandesa Liebherr Container Cranes.
Outros seis transtêineres estão sendo contratados, juntamente com dez caminhões específicos para o transporte de contêineres dentro do Terminal, para serem entregues até o final do próximo ano. Também está prevista a contratação de dez carretas para movimentação de contêineres, fabricadas no Brasil sob licença da empresa Buisscar NV, além de duas reach stackers já adquiridas da SMV-Konecranes. O projeto de investimento do TCP também prevê a instalação de mais 528 tomadas reefer.
Fonte: guiamaritimo.com.br



