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Balsa principal de apoio à reforma da Ponte Hercílio Luz é lançada ao mar
A montagem da balsa foi concluída na quinta-feira passada. No dia seguinte foi feita a pintura do casco e na última segunda-feira, preparada a base para lançamento do equipamento ao mar, com a colocação de toras de madeira sob o casco, e a mobilização do maquinário, que colocou a balsa na água.
Na terça-feira eram 7h, quando a estrutura começou a ser levada para o mar. Além de mais de 20 homens, dois tratores, uma retro escavadeira, dois guindastes de apoio e o rebocador posicionado na água tiraram a estrutura da terra. O local onde a balsa estava sendo montada, nas proximidades da Passarela Nego Quirido, será recuperado, com a reposição de calçamento, do gramado e do talude.
Até começarem os trabalhos de estaqueamento da estrutura provisória da Hercílio Luz, o que deve acontecer em 30 dias, a plataforma ficará ancorada na parte continental de Florianópolis, nas proximidades da Ponte Colombo Salles. O intervalo de tempo será necessário para a liberação de novas autorizações de navegação pela Marinha e também para a chegada de equipamentos especiais para a realização do trabalho no vão central, entre eles guindaste de 70 toneladas, perfuratrizes de rochas e peças como âncoras e correntes, que fundearão a balsa Ilha III no fundo do mar.
Com 32 metros de comprimentos e 17 de largura, a Ilha 3 tem capacidade de sustentar até 400 toneladas de equipamentos. Uma balsa menor, que já estava na água, vai auxiliar nos trabalhos fazendo o transporte de betoneiras, entre outros equipamentos de suporte. “Será um serviço muito criterioso. A balsa será utilizada como base para equipamentos destinados a sondagens de estruturas, para os guindastes, as perfuratrizes, bombas de injeção e reservatórios”, explicou o engenheiro Cassio Magalhães, responsável pela obra.
A previsão é que a montagem da estrutura provisória ocorra até o final do ano. “A Ponte Hercílio Luz é um patrimônio catarinense e é nosso dever recuperá-la”, destacou o secretário de Estado da Infraestrutura, Rubens Spernau. O prazo para conclusão da reforma da ponte, conforme previsto em contrato com as empresas responsáveis, é junho de 2012.
MDIC zera alíquota de Imposto de Importação sobre automóveis adaptados para portadores de necessidades
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, assinou, hoje (17/8), portaria que reduz de 35% para zero a alíquota do Imposto de Importação (II) incidente sobre a importação de automóveis de passageiros usados e adaptados para portadores de necessidades especiais. A medida tem como objetivo principal facilitar a transferência desses veículos para o Brasil por parte de brasileiros que já os tenham no exterior.
Os automóveis só poderão ser importados se atenderem os seguintes requisitos: serem de propriedade de brasileiros portadores de necessidade especiais que residam há no mínimo dois anos no exterior e desde que tenham sido adquiridos há mais de 180 dias da data de registro da licença de importação.
Depois de importados, os veículos não poderão ser transferidos ou alienados, a qualquer título, nem depositados para fins comerciais, expostos à venda ou vendidos, por um prazo mínimo de dois anos a contar da importação.
A portaria será publicada amanhã (18/8) no Diário Oficial da União e altera a Portaria Decex (Departamento de Comércio Exterior) nº 8 , de 13 de maio de 1991. A Secretaria de Comércio Exterior do MDIC (Secex) detalhará os critérios estabelecidos na portaria.
Exportações registram aumento forte em todas as regiões do país
Nos 145 dias úteis até final de julho, os nove estados da região exportaram produtos no valor de US$ 8,8 bilhões. Foi um aumento de 43% sobre os US$ 6,1 bilhões registrados no mesmo período de 2009, de acordo com boletim divulgado na sexta-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) com detalhes da balança comercial por regiões, por estados e pelos 2.147 municípios com vendas externas.
Na balança comercial dos municípios, Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, manteve a primeira colocação com embarques de US$ 5 bilhões no ano. Dentre os dez mais bem colocados nas vendas internacionais, a cidade de São Paulo aparece em segundo lugar com US$ 3,6 bilhões, seguida por Parauapebas, no Pará, com US$ 3,1 bilhões.
Em seguida aparecem Santos, cidade do litoral de São Paulo, com vendas equivalentes a US$ 2,8 bilhões; São José dos Campos (SP), com US$ 2,5 bilhões; Itabira (MG), com US$ 2,47 bilhões; Paranaguá (PR), com US$ 2,45 bilhões; São Bernardo do Campo (SP), com US$ 2,1 bilhões; Vitória (ES), com US$ 2,08 bilhões; e Macaé (RJ), com US$ 2,05 bilhões.



