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21.09.09 - seg
Eike Batista faz planos de dobrar valor da Vale
O plano de expandir o grupo EBX nos próximos quatro anos não é suficiente para satisfazer a ambição de Eike Batista. O bilionário está disposto a lutar para ser sócio no bloco de controle da Vale, a segunda maior mineradora do mundo. Nos anos 60 e 70, estatal, a Vale foi comandada por Eliezer Batista, pai de Eike. Três décadas depois, o filho sonha assumir a direção da gigante da mineração, com valor de mercado perto de R$ 200 bilhões.
Homem de mercado, investidor agressivo, Batista antevê potencial na companhia para dobrar seu valor de mercado em cinco anos, como confidenciou a amigos próximos. Ele tem muitas ideias para a Vale. Uma delas é uma oferta de compra pela ferrovia ALL. A aquisição dotaria a empresa de rede ferroviária nacional integrada no país. Outro sonho é de fortalecer o braço de petróleo da Vale com a OGX, empresa de petróleo e gás da EBX. Nesse clima de empolgação Eike Batista parte para segunda investida para chegar ao topo da empresa.
Depois de ter levado uma recusa do Bradesco à sua proposta de compra da Bradespar, o empresário iniciou conversas com a Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil e maior acionista da holding Valepar, que controla a mineradora. Ele está disposto a adquirir 25% da fatia do fundo de pensão, apurou o Valor. Esse percentual dá direito de veto ao sócio no bloco de controle. Apenas a Previ tem direito de veto na Valepar porque os demais têm fatia inferior a 25% (a Bradespar com 21,1% do capital votante, a trading japonesa Mitsui, 18,5%, a BNDESPar com 12,5% e o Eletron - Opportunity -, com 0,029%).
Nesse clube fechado, a Previ participa por meio do veículo Litel com mais três fundos: Funcef, Petros e Funcesp. A Litel é controlada pela Previ com 81,15%, enquanto os outros três fundos detém juntos 18,85%. A Litel tem 48,79% no capital votante da Valepar e mais 4,68% num outro pequeno veículo Litel A, o que soma uma fatia de 53,47% da Litel na Valepar. Mas a Litel só pode votar na Valepar com 48,79%. O acordo diz que os acionistas não podem deter mais de 49% da Valepar.
Por isso, as ações que excedem esse percentual em poder da Previ se encontram na Litel A, um veículo criado para abrigá-las como preferenciais. Mas se elas forem vendidas, voltam a ser ordinárias, conforme reza acordo feito com a Previ.
Os três fundos de pensão que detêm participações na Litel (a maior participação é da Funcef, com 11,65%) não têm autonomia para vender sua fatia na Valepar sem o "sinal verde" da Previ. Mesmo que eles estejam dispostos a fazê-lo, informaram interlocutores ligados aos controladores da Vale, qualquer mudança nessa regra só com um novo acordo de acionista da Valepar, o que poderá ocorrer em 2017.Isoladamente, a Previ participa indiretamente com 23,51% do capital votante e 14,71% do capital total da Vale.
É nesse emaranhado acionário que Batista pretende garimpar sua participação no controle da Vale. Ele já esteve na sede da fundação, numa primeira rodada de entendimentos. Depois de oferecer R$ 9 bilhões ao Bradesco pelas ações da Bradespar e ter sua proposta recusada, Batista pretende oferecer à Previ um prêmio de controle de 15% para fechar o negócio. A Previ é uma fundação "desenquadrada" nos seus investimentos em renda variável. Segundo as regras da Secretaria de Previdência Complementar (SPC) todo fundo de pensão deve investir até um limite máximo de 50% de seus negócios em renda variável e a Previ tem 60%. Mas a SPC deu um prazo até 2014. A questão do desenquadramento da Previ é chave nas conversas com a equipe de Batista.
Para entrar na Vale, Eike Batista, mesmo contando com apoios dentro do governo, que os interlocutores preferem não nomear, vai ter que enfrentar desafios, como a alergia do governo aos estrangeiros. Ele está vendendo parte da MMX, sua mineradora, para os chineses. É preciso saber se esse tipo de parceria seria bem vinda na Vale. Ciente dos obstáculos, Eike Batista contratou quatro bancos para assessorá-lo na negociação com a Previ: Santander, Itaú, Credit Suisse e o BTG , de André Esteves.
Hoje, em Nova York, Batista será anfitrião de um jantar em homenagem ao presidente Luiz Inácio da Silva, juntamente com o presidente mundial da ExxonMobil. Certamente, nesse encontro, terá um tempo para falar à Lula de suas pretensões na Vale.
Fonte:NetMarinha
Homem de mercado, investidor agressivo, Batista antevê potencial na companhia para dobrar seu valor de mercado em cinco anos, como confidenciou a amigos próximos. Ele tem muitas ideias para a Vale. Uma delas é uma oferta de compra pela ferrovia ALL. A aquisição dotaria a empresa de rede ferroviária nacional integrada no país. Outro sonho é de fortalecer o braço de petróleo da Vale com a OGX, empresa de petróleo e gás da EBX. Nesse clima de empolgação Eike Batista parte para segunda investida para chegar ao topo da empresa.
Depois de ter levado uma recusa do Bradesco à sua proposta de compra da Bradespar, o empresário iniciou conversas com a Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil e maior acionista da holding Valepar, que controla a mineradora. Ele está disposto a adquirir 25% da fatia do fundo de pensão, apurou o Valor. Esse percentual dá direito de veto ao sócio no bloco de controle. Apenas a Previ tem direito de veto na Valepar porque os demais têm fatia inferior a 25% (a Bradespar com 21,1% do capital votante, a trading japonesa Mitsui, 18,5%, a BNDESPar com 12,5% e o Eletron - Opportunity -, com 0,029%).
Nesse clube fechado, a Previ participa por meio do veículo Litel com mais três fundos: Funcef, Petros e Funcesp. A Litel é controlada pela Previ com 81,15%, enquanto os outros três fundos detém juntos 18,85%. A Litel tem 48,79% no capital votante da Valepar e mais 4,68% num outro pequeno veículo Litel A, o que soma uma fatia de 53,47% da Litel na Valepar. Mas a Litel só pode votar na Valepar com 48,79%. O acordo diz que os acionistas não podem deter mais de 49% da Valepar.
Por isso, as ações que excedem esse percentual em poder da Previ se encontram na Litel A, um veículo criado para abrigá-las como preferenciais. Mas se elas forem vendidas, voltam a ser ordinárias, conforme reza acordo feito com a Previ.
Os três fundos de pensão que detêm participações na Litel (a maior participação é da Funcef, com 11,65%) não têm autonomia para vender sua fatia na Valepar sem o "sinal verde" da Previ. Mesmo que eles estejam dispostos a fazê-lo, informaram interlocutores ligados aos controladores da Vale, qualquer mudança nessa regra só com um novo acordo de acionista da Valepar, o que poderá ocorrer em 2017.Isoladamente, a Previ participa indiretamente com 23,51% do capital votante e 14,71% do capital total da Vale.
É nesse emaranhado acionário que Batista pretende garimpar sua participação no controle da Vale. Ele já esteve na sede da fundação, numa primeira rodada de entendimentos. Depois de oferecer R$ 9 bilhões ao Bradesco pelas ações da Bradespar e ter sua proposta recusada, Batista pretende oferecer à Previ um prêmio de controle de 15% para fechar o negócio. A Previ é uma fundação "desenquadrada" nos seus investimentos em renda variável. Segundo as regras da Secretaria de Previdência Complementar (SPC) todo fundo de pensão deve investir até um limite máximo de 50% de seus negócios em renda variável e a Previ tem 60%. Mas a SPC deu um prazo até 2014. A questão do desenquadramento da Previ é chave nas conversas com a equipe de Batista.
Para entrar na Vale, Eike Batista, mesmo contando com apoios dentro do governo, que os interlocutores preferem não nomear, vai ter que enfrentar desafios, como a alergia do governo aos estrangeiros. Ele está vendendo parte da MMX, sua mineradora, para os chineses. É preciso saber se esse tipo de parceria seria bem vinda na Vale. Ciente dos obstáculos, Eike Batista contratou quatro bancos para assessorá-lo na negociação com a Previ: Santander, Itaú, Credit Suisse e o BTG , de André Esteves.
Hoje, em Nova York, Batista será anfitrião de um jantar em homenagem ao presidente Luiz Inácio da Silva, juntamente com o presidente mundial da ExxonMobil. Certamente, nesse encontro, terá um tempo para falar à Lula de suas pretensões na Vale.
Fonte:NetMarinha
18.09.09 - sex
Exportação de pequenas empresas pode superar meta em 2010
De acordo com o secretário de Indústria e Comércio do Ministério do Desenvolvimento, Édson Lupatini, a meta de 10% de crescimento para 2010 pode ser superada com a entrada do setor de serviços.
A participação das micro e pequenas empresas nas exportações podem superar a meta de crescimento de 10% em 2010, conforme estabelece a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) do Governo Federal. Essa possibilidade de incremento leva em conta principalmente a participação do segmento que atua no setor de serviços.
Foi o que disse o secretário de Indústria e Comércio do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Édson Lupatini, ao participar, ontem (17), de debates promovidos pelo Sebrae dentro do '1° Encontro de Comércio Exterior com foco no Mercosul', o Encomex Mercosul realizado em Foz do Iguaçu (PR).
Lupatini explicou que, na época em que meta de 10% foi estabelecida, eram consideradas apenas micro e pequenas empresas que exportavam bens. Mas agora isso inclui aquelas que atuam no mercado externo no setor de serviços.
"Temos, hoje, 63 mil pessoas físicas que exportam serviços, que também podem vir a ser uma micro ou pequena empresa. E pessoas jurídicas temos em torno de 28 mil, das quais entre 75% a 80% se referem a micro e pequenos empreendimentos. Então, certamente ultrapassaremos a meta de 10%", disse o secretário.
O painel organizado pelo Sebrae tratou sobre 'Estratégias de Internacionalização de Micro e Pequenas Empresas e Mercado de Fronteira'. Nele, representantes do Sebrae expuseram estratégias da Instituição nessa área. Foram destacados o Programa da Internacionalização das Micro e Pequenas Empresas e ações voltadas ao segmento nas regiões de fronteira, alem de estatísticas sobre a participação do segmento no comércio exterior.
Fonte:NetMarinha
A participação das micro e pequenas empresas nas exportações podem superar a meta de crescimento de 10% em 2010, conforme estabelece a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) do Governo Federal. Essa possibilidade de incremento leva em conta principalmente a participação do segmento que atua no setor de serviços.
Foi o que disse o secretário de Indústria e Comércio do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Édson Lupatini, ao participar, ontem (17), de debates promovidos pelo Sebrae dentro do '1° Encontro de Comércio Exterior com foco no Mercosul', o Encomex Mercosul realizado em Foz do Iguaçu (PR).
Lupatini explicou que, na época em que meta de 10% foi estabelecida, eram consideradas apenas micro e pequenas empresas que exportavam bens. Mas agora isso inclui aquelas que atuam no mercado externo no setor de serviços.
"Temos, hoje, 63 mil pessoas físicas que exportam serviços, que também podem vir a ser uma micro ou pequena empresa. E pessoas jurídicas temos em torno de 28 mil, das quais entre 75% a 80% se referem a micro e pequenos empreendimentos. Então, certamente ultrapassaremos a meta de 10%", disse o secretário.
O painel organizado pelo Sebrae tratou sobre 'Estratégias de Internacionalização de Micro e Pequenas Empresas e Mercado de Fronteira'. Nele, representantes do Sebrae expuseram estratégias da Instituição nessa área. Foram destacados o Programa da Internacionalização das Micro e Pequenas Empresas e ações voltadas ao segmento nas regiões de fronteira, alem de estatísticas sobre a participação do segmento no comércio exterior.
Fonte:NetMarinha
18.09.09 - sex
Multinacional Italiana investe em fábrica no Brasil
A Giesse, líder européia em projeto, desenvolvimento, fabricação e venda de soluções para abertura e fechamento de portas e janelas, instalará no Brasil uma unidade industrial, que deve começar a produzir a partir de janeiro de 2010. O projeto, que contempla a concentração no Brasil das operações de toda a América do Sul, terá investimentos da ordem de R$ 20 milhões de reais. A nova fábrica, com 4,5 mil metros quadrados, será instalada na cidade de Mauá, na Grande São Paulo, e deve gerar, num primeiro momento, cerca de 100 empregos diretos e outros 100 indiretos.
Criada em 1965 na Itália, a Giesse iniciou um intenso processo de expansão a partir da década de 90, quando adquiriu diversas outras empresas, a fim de ampliar seu parque industrial e atuação no globo. Atualmente, o modelo da companhia consiste em estabelecer unidades fabris em alguns países estratégicos, que por sua vez alimentam centros de distribuição nos seus mercados mais importantes. A Giesse está presente com fábricas em quatro países, que atendem centros de distribuição na Índia, Emirados Árabes (Dubai), Espanha, França, Turquia, Grécia Estados Unidos e Brasil, onde agora será instalada a nova unidade industrial. A empresa tornou-se rapidamente líder de mercado nas regiões onde atua e, hoje, com 650 funcionários no mundo, tem um faturamento anual de €200 milhões.
Para alcançar a liderança no segmento, a Giesse foca sua atuação em propor soluções adequadas para os diferentes mercados, o que pode ser comprovado pelo investimento de 5% do faturamento em pesquisa e desenvolvimento. Desta forma tornou-se referência em design, inovação e tecnologia. “Na Europa a Giesse é considerada uma marca de luxo, queremos trazer este conceito também para o Brasil”, afirma Marco Lambertini, Presidente do Conselho de Administração do Giesse Group. “O Brasil é um mercado estratégico para nós. Na verdade é a grande aposta da companhia para os próximos dez anos e pretendemos transformá-lo em base produtiva para muitas de nossas linhas de produtos”, completa o executivo.
Fonte:NetMarinha
Criada em 1965 na Itália, a Giesse iniciou um intenso processo de expansão a partir da década de 90, quando adquiriu diversas outras empresas, a fim de ampliar seu parque industrial e atuação no globo. Atualmente, o modelo da companhia consiste em estabelecer unidades fabris em alguns países estratégicos, que por sua vez alimentam centros de distribuição nos seus mercados mais importantes. A Giesse está presente com fábricas em quatro países, que atendem centros de distribuição na Índia, Emirados Árabes (Dubai), Espanha, França, Turquia, Grécia Estados Unidos e Brasil, onde agora será instalada a nova unidade industrial. A empresa tornou-se rapidamente líder de mercado nas regiões onde atua e, hoje, com 650 funcionários no mundo, tem um faturamento anual de €200 milhões.
Para alcançar a liderança no segmento, a Giesse foca sua atuação em propor soluções adequadas para os diferentes mercados, o que pode ser comprovado pelo investimento de 5% do faturamento em pesquisa e desenvolvimento. Desta forma tornou-se referência em design, inovação e tecnologia. “Na Europa a Giesse é considerada uma marca de luxo, queremos trazer este conceito também para o Brasil”, afirma Marco Lambertini, Presidente do Conselho de Administração do Giesse Group. “O Brasil é um mercado estratégico para nós. Na verdade é a grande aposta da companhia para os próximos dez anos e pretendemos transformá-lo em base produtiva para muitas de nossas linhas de produtos”, completa o executivo.
Fonte:NetMarinha

