25.08.10 - qua

Portonave anuncia que Iceport volta a operar em 2011

Portonave anuncia que Iceport volta a operar em 2011

No dia 24 de maio teve início a montagem do armazém vertical da Iceport. Entre as diferenças em relação à câmara anterior, que foi totalmente desmontada, está a utilização de eficientes barreiras anti-fogo e a troca do material isolante térmico EPS (poliestireno expandido) por PIR (poliisocianurato).

O PIR possui características de melhor reação ao fogo e a altas temperaturas. Sua composição forma uma espuma isolante de alta densidade que garante um bom coeficiente de isolação, em torno de 10%, o que possibilita redução no consumo de energia para manter a temperatura interna da câmara.

Depois de reconstruída ela terá a mesma capacidade anterior, que é de 16 mil posições pallets, o equivalente a 18 mil toneladas estáticas de carga congelada.

A trading company da Iceport (empresa que realiza transações comerciais com o mercado externo) continua em funcionamento e os colaboradores estão participando de uma série de palestras de reciclagem que vai até o final deste ano. Além disso, novos treinamentos estão sendo estruturados para a retomada da operação, prevista para o início de 2011.

Movimentação da Portonave cresce 72%

 

A Portonave S/A – Terminais Portuários de Navegantes registrou, nos seis primeiros meses de 2010, a movimentação de 273.211 TEUs (Twenty-Foot Equivalent Unit), 72,4% a mais que no mesmo período do ano passado. As importações cresceram 150%, impulsionadas pela manutenção do dólar baixo, crescimento nacional e aumento do consumo interno.      O faturamento bruto foi de R$ 97.724 milhões, registrando um crescimento de 68,51% frente a 2009, quando a empresa faturou R$ 57.994 milhões.

“De certa forma, a crise mundial impulsionou o comércio exterior brasileiro, facilitando as importações, em sua maioria vindas dos Estados Unidos e China. Os produtos brasileiros também foram exportados em maior quantidade pela Portonave, superando em 30% a marca do primeiro semestre de 2009”, analisa o diretor-superintendente administrativo da Portonave, Osmari de Castilho Ribas.

Os resultados do Terminal de Navegantes são ainda melhores se comparados aos números apresentados pelo comércio exterior brasileiro nos seis primeiros meses deste ano. As exportações nacionais tiveram aumento de 26% e as importações foram 43,8% maiores, segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

“As carnes congeladas, principalmente aves, continuam liderando as exportações do Terminal e representam cerca de 50% do volume enviado para o exterior. Entre os produtos que entram no país, destaque para plásticos, máquinas, eletrônicos, ferro, aço, borrachas e papel, além de itens variados”, explica Castilho.

Semestre de conquistas

Os primeiros seis meses do ano foram marcados por conquistas na Portonave. Por duas vezes a empresa superou as melhores marcas já registradas desde o início das operações. Em junho, conquistou a ISO 14001 pelos trabalhos de preservação do meio ambiente e o programa de responsabilidade social da empresa, o Portonave de Todos: de mãos dadas pela responsabilidade social, recebeu o prêmio Empresa Cidadã ADVB 2010.

Obras de infraestrutura

A conclusão das obras da Via Portuária, prevista para o final do ano, será de grande importância para os negócios da Portonave. São 1.800 metros que ligarão o Terminal às BRs 101 e 470. O novo trajeto evitará que caminhões grandes e pesados tenham que trafegar pelo centro da cidade e também agilizará a entrada e saída para carga e descarga de contêineres.

As obras de dragagem do canal de acesso ao Complexo do Rio Itajaí-Açú estão em processo de licitação e também devem impulsionar a movimentação da Portonave. “Com a profundidade passando de 10,5 para 14 metros será possível receber navios maiores e mais pesados e, conseqüentemente, aumentar o número de contêineres movimentados em cada navio atracado de 500 para cerca de 700”, pondera Renê. A Portonave custeou os estudos de viabilidade que tornam possível e segura a dragagem do rio.

25.08.10 - qua

País tem de investir R$ 43 bi em portos

País tem de investir R$ 43 bi em portos

Os portos estão defasados, não têm capacidade para receber navios de maior porte e os investimentos no setor, apesar do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), são insuficientes.

O diagnóstico é do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), ligado à Presidência da República, que estima em R$ 42,9 bilhões o valor necessário para tirar os entraves à expansão dos portos -e, portanto, ao comércio exterior. O PAC prevê R$ 9,8 bilhões até o fim deste ano -23% do necessário.

A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) afirma que falta investimento para escoar a safra do Centro-Oeste por Santarém, Vila do Conde (ambos no Pará) ou Itaqui, onde um projeto de expansão do porto de São Luís (MA) está atrasado há pelo menos três anos. O problema da dragagem começa a ser resolvido e há projetos já em andamento para aprofundar os canais de navegação nos principais portos do país, como Santos.

Para Alexandre Mattos de Andrade, diretor da consultoria Macroplan, os investimentos são insuficientes diante da previsão de aumento da demanda por portos. Para a soja, por exemplo, a expectativa é que a produção cresça 130% até 2023.

23.08.10 - seg

Porto de Itajaí é base fundamental para operações offshore

Durante Feira Equipaindustria, o Superintendente do Porto de Itajaí destaca preparo para atender a demanda das operações de petróleo e gás na Bacia de Santos e Pelotas.
Além das plataformas, gasodutos e de toda infraestrutura necessária para exploração de petróleo e gás natural na porção sul da Bacia de Santos, com os campos em TLD Tiro e Sidon, e também a Bacia de Pelotas, a Petrobras anunciou recentemente a instalação de uma Unidade de Operações de Exploração e Produção do Sul (UO-SUL), sediada em Itajaí. Como o Porto de Itajaí está se preparando para atender o desenvolvimento offshore foi o tema da palestra do Superintendente do Porto, Antônio Ayres dos Santos Junior, que reuniu mais de 150 pessoas ontem (19) no pavilhão Centro ventos, durante o evento Equipaindustria.
"Hoje o Porto de Itajaí está aguardando receber as grandes embarcações, como os navios Pós Panamax. Já a demanda das operações de petróleo são de embarcações de menor porte, portanto é confirmada nossa aptidão em atender esta necessidade em nosso cais", afirma Antônio Ayres. A preparação por tornar o complexo portuário local competitivo e de multiuso permite atender qualquer modalidade de carga, transformando em uma excelente base de apoio para a implementação do segmento offshore, setor que propiciará um novo ciclo de desenvolvimento para a região.
Durante a apresentação o Superintendente destacou também o empenho em viabilizar condições de transporte adequadas, utilizando a hidrovia e as rodovias que acessam a região do Vale do Itajaí. "Nos preparamos para atender com estrutura o apoio às plataformas, com acessos aquaviários e terrestres, de forma competente", sinaliza Antônio. "Itajaí tem pontos favoráveis, como sua a localização geográfica, o porto, a indústria naval e a mão de obra especializada. Estes itens marcam um pólo importante de logística em todo o cenário nacional".
Porto de Itajaí patrocina encontro de Comex na cidade
Entre os dias 15 e 17 de setembro, o Porto de Itajaí patrocina a terceira edição da Itajaí Trade Summit – ITS 2010. Destinado a profissionais de grandes, médias e pequenas empresas exportadoras, importadoras, prestadoras de serviços e equipamentos, a Itajaí Trade Summit – ITS  é o mais qualificado encontro da área de Logística, Transporte e Comércio Internacional das regiões Sul e Sudeste do Brasil e dos países do Mercosul. Realizado pela NetMarinha, empresa que administra o maior portal de comércio internacional e logística do Brasil, o evento está em sua terceira edição. Em 2009, a feira atraiu mais de sete mil visitantes e 60 expositores à cidade portuária de Itajaí (SC).
Paralelamente à feira, acontece o Fórum NetMarinha 2010. Através dele, serão realizados seminários, workshops e debates para trazer ao público as discussões atuais do comércio internacional e logística. Com a participação de representantes da indústria, especialistas e entidades relacionadas à área, serão debatidas questões de interesse do setor no Brasil.

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