10.08.10 - ter

Após colisão de navios, Índia tenta evitar desastre ambiental

Após colisão de navios, Índia tenta evitar desastre ambiental

O MSC Chitra está à deriva na costa, inclinado devido ao acidente, o que causou o derramamento de óleo Autoridades indianas buscam soluções para evitar um desastre ambiental três dias após uma colisão entre dois navios próximo à costa de Mumbai. No último sábado, a embarcação panamenha MSC Chitra bateu no navio Khalijia, de São Cristóvão e Névis. O MSC Chitra derramou óleo no mar e ainda há o risco de recipientes de agrotóxicos caírem na água. As informações são da versão online da NDTV.

No momento da colisão, o navio tinha uma carga de 1.219 recipientes de 2.662 t de combustível, 283 t de diesel e 88,040 l de óleo lubrificante. Havia 31 contentores com pesticidas. O MSC Chitra está à deriva na costa, inclinado devido ao acidente, o que causou o derramamento de cerca de 400 t de óleo e, agora, aumenta o risco de queda dos recipientes de agrotóxicos.

O ministro do Estado de Maharashtra, Ashok Chavan, disse que "a mancha de petróleo ao largo da costa de Mumbai é uma preocupação séria e que o governo está se esforçando para conter os danos". O governo já emitiu um alerta para que pescadores e moradores da costa não naveguem e pediu que as pessoas evitem comer peixe.

 A NetMarinha entrou em contato com a administração da MSC no Brasil, que ficou de informar ainda hoje, quais serão os procedimentos aos exportadores que têm produtos no navio envolvido no acidente.

10.08.10 - ter

Paraná e Santa Catarina terão Primeira Exportação

A assinatura do acordo no Paraná acontece pela manhã, às 10h, no Palácio das Araucárias, sede do governo estadual, enquanto que, em Santa Catarina, o acordo será firmado no interior do estado, em Joinville, às 15h. A principal meta do programa é aumentar as exportações brasileiras com foco especial nas micro e pequenas empresas.

O secretário cita ainda outras medidas importantes para a ampliação do comércio exterior, como a criação do EXIM Brasil, agência de fomento às exportações e importações do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e os projetos desenvolvidos pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

O programa já foi implementado no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Espírito Santo, sendo que neste o Primeiro Exportação foi lançado na última sexta-feira (6/8). O governo estadual da Bahia também irá assinar acordo de cooperação para receber o programa no próximo dia 20 de agosto e, com o lançamento no Paraná e em Santa Catarina, ele irá alcançar nove estados até o final deste mês.

09.08.10 - seg

Aeroportos precisam de R$ 6 bi em quatro anos

"A pior infraestrutura, ou a mais cara, é aquela que não tem", diz Roberto Deutsch, presidente da A-port, joint venture constituída ao final de 2007. "Contamos com R$ 1 bilhão para investir no Brasil nos próximos cinco anos", diz o executivo, indicado pela Camargo Corrêa, pela suíça Flughafen Zurich AG e pela chilena Gestión e Ingeniería para comandar a empresa.

Para ele, dos 67 aeroportos brasileiros, pelo menos 15 ou 20 são passíveis de passar para a iniciativa privada. O que significa que pelo menos 50 deles ficariam com a Infraero.

Para atender ao aumento da demanda Infraero informa que seu plano para os terminais de logística de carga (Rede Teca) prevê investimentos de R$ 533 milhões entre 2010 e 2014, dos quais cerca de R$ 105 milhões serão aplicados este ano. A maior parte dos recursos (47%) servirá para a construção de terminais modulares estruturados, de acordo com a estatal. Os outros 53% serão divididos para a aquisição de equipamentos de logística de carga e a reforma, ampliação, adequação e modernização de complexos logísticos.

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