19.01.12 - qui

CNI defende medidas de estímulo ao crédito

De acordo com o Flávio Castelo Branco, chefe do Departamento Econômico da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o excesso de oferta de produtos manufaturados no mercado mundial e também a baixa demanda poderão contribuir para a retração da atividade indústria brasileira neste ano. Para o executivo, esse quadro vai continuar influenciando o aumento de importações pelo Brasil.
O executivo também acredita que por causa dos baixos resultados registrados na economia do Brasil em 2011, o governo decidiu tomar medidas pontuais na política monetária, a exemplo da redução da taxa básica de juros, a Selic, e na política financeira. Também foi promovida uma desoneração em favor de cadeias produtivas e na área de bens de capital.
Castelo Branco acredita que “medidas, de maturação mais rápida, na área do crédito, para criar melhores condições para os produtores brasileiros” são necessárias. O economista acredita também que, por causa da crise na Europa e nos Estados Unidos, o ritmo da atividade da indústria poderá melhor apenas no segundo semestre do ano.
Por Guia Marítimo
19.01.12 - qui

04- Brasil conclui como falsa a declaração de origem na importação de lápis

O Diário Oficial da União publico nesta quarta-feira a Portaria nº 3 da Secex (Secretaria de Comércio Exterior) do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) que conclui uma investigação sobre a falsa declaração de origem de lápis grafite e lápis de cor de uma empresa Taiwan.
As investigações deram conta de que a empresa não cumpria as condições necessárias para a mercadoria ser considerada originária do país asiático e, portanto, indeferiu o pedido de licença de importação.
Novas solicitações de licenças da empresa taiwanesa investigada serão automaticamente indeferidas que ela comprove o cumprimenta da legislação brasileira. Essa é a terceira investigação de falsa declaração de origem concluída sobre lápis. Nas investigações anteriores (Portaria nº 41/2011 e Portaria nº 47/2011), a Secex também chegou à conclusão de que as operações não cumpriam com a legislação brasileira com o indeferimento das licenças de importação correspondentes.
“Se levarmos em consideração a soma do resultado dessas investigações, já podemos afirmar que uma importante parcela do mercado doméstico desse produto foi preservada. Caso contrário, essa mesma parcela de mercado seria tomada por empresas que não cumprem as regras de origem“, afirma Daniel Godinho, diretor do Departamento de Negociações Internacionais da Secex.
Por Guia Marítimo
18.01.12 - qua

01-Indústria de carne vê exportação recorde em 2012

Os exportadores de carne bovina preveem recuperação dos embarques após a queda do ano anterior e novo incremento nos preços, o que poderá levar o Brasil a encerrar 2012 com receita acima de 6 bilhões de dólares pela primeira vez, estimou a indústria nesta terça-feira.
Os embarques do Brasil, um dos maiores exportadores globais de carne bovina, devem crescer embalados na recuperação do espaço perdido no mercado russo e por mais vendas para a União Europeia e Estados Unidos.
"Esta é uma previsão baseada em assuntos que estão em andamento", disse a jornalistas Antônio Camardelli, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), acreditando em menos dificuldades para exportar à Rússia e à União Europeia.
"Vemos a possibilidade de voltar a crescer em volume, como na Rússia..., que pode voltar a patamares anteriores (ao embargo parcial aos frigoríficos)."
Com isso, a expectativa da Abiec é que o setor reverta a queda de 10,8 por cento nas vendas totais do ano passado, quando foram embarcadas 1,09 milhão de toneladas, para um aumento de 10 por cento em 2012.
Já receita com exportação de carne bovina do país subiu 11,65 por cento no ano passado, para 5,37 bilhões de dólares, de acordo com associação, que prevê crescimento nas divisas de 20 por cento em 2012 ante o ano anterior.
Com o aumento expressivo de 25 por cento no preço médio da tonelada exportada no ano passado, o Brasil praticamente igualou a receita recorde de 5,4 bilhões de dólares registrada em 2008.
Em volumes, as exportações brasileiras marcaram um recorde em 2007, quando atingiram 1,6 milhão de toneladas.

Por Net Marinha

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