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20.01.12 - sex
Obama ordena aumento de vistos para Brasil e China
Os Estados Unidos devem aumentar a capacidade de processamento de seus vistos para Brasil e China em 40% nos próximos doze meses, ordenou nesta quinta-feira o presidente Barack Obama, como parte de um pacote de estímulo turístico para seu país.
A ordem executiva divulgada pela Casa Branca pediu aos ministérios envolvidos para que preparem um plano em 60 dias que assegure que "80% das solicitações de vistos sejam atendidas em até três semanas" nesses dois países, salvo exceções que envolvam a segurança do país.
Os requisitos para os turistas e homens de negócios estrangeiros têm sido motivo de queixas por parte de alguns países emergentes, que não pertencem ao chamado programa de isenção de vistos, o qual beneficia a maioria dos países europeus e as nações ricas e aliadas dos Estados Unidos.
Altos funcionários diplomáticos já anunciaram em novembro que aumentarão o número de funcionários nas embaixadas de Brasil e China devido a grande demanda de visas.
Dos 820.000 brasileiros que pediram permissão para viajar aos Estados Unidos entre outubro de 2010 e setembro de 2011 (ano fiscal americano), 791.000 a obtiveram.
A demanda superou em 40% a cifra do ano anterior.
Os Estados Unidos concederam 885.000 vistos a chineses, ante mais de um milhão de solicitações durante o mesmo período, num aumento de demanda de 34%.
Segundo cálculos citados pela Casa Branca, o crescimento das classes médias na China, Brasil e Índia devem provocar um aumento do número de viagens para esses países de 135%, 274% e 50%, respectivamente, até 2016.
O Departamento de Comércio calcula que os turistas chineses gastam mais de US$ 6.000 quando viajam aos Estados Unidos, com tudo incluso, e os brasileiros cerca de US$ 5.000.
A ordem presidencial acontece num contexto de perda de mercado internacional, explicou a Casa Branca.
"A participação do mercado americano no gasto dos turistas internacionais caiu de 17% para 11% entre 2000 e 2010", explicou o comunicado emitido pelo governo que detalha as medidas.
Ante esta situação, Obama anunciou seu objetivo de fazer dos Estados Unidos o primeiro destino turístico mundial para impulsionar a criação de empregos dentro do setor, informou a Casa Branca.
"Quanto mais gente visita os Estados Unidos, mais americanos voltam a trabalhar", disse o presidente em um comunicado após firmar um decreto convocando várias agências federais a tomar medidas para estimular a atividade turística no país.
Por Net Marinha
A ordem executiva divulgada pela Casa Branca pediu aos ministérios envolvidos para que preparem um plano em 60 dias que assegure que "80% das solicitações de vistos sejam atendidas em até três semanas" nesses dois países, salvo exceções que envolvam a segurança do país.
Os requisitos para os turistas e homens de negócios estrangeiros têm sido motivo de queixas por parte de alguns países emergentes, que não pertencem ao chamado programa de isenção de vistos, o qual beneficia a maioria dos países europeus e as nações ricas e aliadas dos Estados Unidos.
Altos funcionários diplomáticos já anunciaram em novembro que aumentarão o número de funcionários nas embaixadas de Brasil e China devido a grande demanda de visas.
Dos 820.000 brasileiros que pediram permissão para viajar aos Estados Unidos entre outubro de 2010 e setembro de 2011 (ano fiscal americano), 791.000 a obtiveram.
A demanda superou em 40% a cifra do ano anterior.
Os Estados Unidos concederam 885.000 vistos a chineses, ante mais de um milhão de solicitações durante o mesmo período, num aumento de demanda de 34%.
Segundo cálculos citados pela Casa Branca, o crescimento das classes médias na China, Brasil e Índia devem provocar um aumento do número de viagens para esses países de 135%, 274% e 50%, respectivamente, até 2016.
O Departamento de Comércio calcula que os turistas chineses gastam mais de US$ 6.000 quando viajam aos Estados Unidos, com tudo incluso, e os brasileiros cerca de US$ 5.000.
A ordem presidencial acontece num contexto de perda de mercado internacional, explicou a Casa Branca.
"A participação do mercado americano no gasto dos turistas internacionais caiu de 17% para 11% entre 2000 e 2010", explicou o comunicado emitido pelo governo que detalha as medidas.
Ante esta situação, Obama anunciou seu objetivo de fazer dos Estados Unidos o primeiro destino turístico mundial para impulsionar a criação de empregos dentro do setor, informou a Casa Branca.
"Quanto mais gente visita os Estados Unidos, mais americanos voltam a trabalhar", disse o presidente em um comunicado após firmar um decreto convocando várias agências federais a tomar medidas para estimular a atividade turística no país.
Por Net Marinha
19.01.12 - qui
CNI defende medidas de estímulo ao crédito
De acordo com o Flávio Castelo Branco, chefe do Departamento Econômico da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o excesso de oferta de produtos manufaturados no mercado mundial e também a baixa demanda poderão contribuir para a retração da atividade indústria brasileira neste ano. Para o executivo, esse quadro vai continuar influenciando o aumento de importações pelo Brasil.
O executivo também acredita que por causa dos baixos resultados registrados na economia do Brasil em 2011, o governo decidiu tomar medidas pontuais na política monetária, a exemplo da redução da taxa básica de juros, a Selic, e na política financeira. Também foi promovida uma desoneração em favor de cadeias produtivas e na área de bens de capital.
Castelo Branco acredita que “medidas, de maturação mais rápida, na área do crédito, para criar melhores condições para os produtores brasileiros” são necessárias. O economista acredita também que, por causa da crise na Europa e nos Estados Unidos, o ritmo da atividade da indústria poderá melhor apenas no segundo semestre do ano.
Por Guia Marítimo
O executivo também acredita que por causa dos baixos resultados registrados na economia do Brasil em 2011, o governo decidiu tomar medidas pontuais na política monetária, a exemplo da redução da taxa básica de juros, a Selic, e na política financeira. Também foi promovida uma desoneração em favor de cadeias produtivas e na área de bens de capital.
Castelo Branco acredita que “medidas, de maturação mais rápida, na área do crédito, para criar melhores condições para os produtores brasileiros” são necessárias. O economista acredita também que, por causa da crise na Europa e nos Estados Unidos, o ritmo da atividade da indústria poderá melhor apenas no segundo semestre do ano.
Por Guia Marítimo
19.01.12 - qui
04- Brasil conclui como falsa a declaração de origem na importação de lápis
O Diário Oficial da União publico nesta quarta-feira a Portaria nº 3 da Secex (Secretaria de Comércio Exterior) do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) que conclui uma investigação sobre a falsa declaração de origem de lápis grafite e lápis de cor de uma empresa Taiwan.
As investigações deram conta de que a empresa não cumpria as condições necessárias para a mercadoria ser considerada originária do país asiático e, portanto, indeferiu o pedido de licença de importação.
Novas solicitações de licenças da empresa taiwanesa investigada serão automaticamente indeferidas que ela comprove o cumprimenta da legislação brasileira. Essa é a terceira investigação de falsa declaração de origem concluída sobre lápis. Nas investigações anteriores (Portaria nº 41/2011 e Portaria nº 47/2011), a Secex também chegou à conclusão de que as operações não cumpriam com a legislação brasileira com o indeferimento das licenças de importação correspondentes.
“Se levarmos em consideração a soma do resultado dessas investigações, já podemos afirmar que uma importante parcela do mercado doméstico desse produto foi preservada. Caso contrário, essa mesma parcela de mercado seria tomada por empresas que não cumprem as regras de origem“, afirma Daniel Godinho, diretor do Departamento de Negociações Internacionais da Secex.
Por Guia Marítimo
As investigações deram conta de que a empresa não cumpria as condições necessárias para a mercadoria ser considerada originária do país asiático e, portanto, indeferiu o pedido de licença de importação.
Novas solicitações de licenças da empresa taiwanesa investigada serão automaticamente indeferidas que ela comprove o cumprimenta da legislação brasileira. Essa é a terceira investigação de falsa declaração de origem concluída sobre lápis. Nas investigações anteriores (Portaria nº 41/2011 e Portaria nº 47/2011), a Secex também chegou à conclusão de que as operações não cumpriam com a legislação brasileira com o indeferimento das licenças de importação correspondentes.
“Se levarmos em consideração a soma do resultado dessas investigações, já podemos afirmar que uma importante parcela do mercado doméstico desse produto foi preservada. Caso contrário, essa mesma parcela de mercado seria tomada por empresas que não cumprem as regras de origem“, afirma Daniel Godinho, diretor do Departamento de Negociações Internacionais da Secex.
Por Guia Marítimo



