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Datamex tem software TMS habilitado para o pagamento eletrônico de frete
Conforme estabelece a resolução ANTT 3.658/11, a partir de segunda-feira (23/01), o mercado de transporte rodoviário de cargas tem novas regras. As empresas que utilizarem a antiga carta-frete estarão sujeitas a fiscalização e punição pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). A DBTRANS, uma das primeiras empresas homologadas para atuar no pagamento eletrônico de frete, a partir de agora, certificará os softwares que estão integrados ao seu Portal Rodocred, tornando ainda mais fácil e prática a operação dos seus clientes.
A DBTRANS desenvolveu o programa de Certificação Rodocred, cujo objetivo é certificar os softwares de gestão em transportes (TMS) desenvolvidos pelas empresas de TI especializadas no setor. Este selo garante a qualidade e segurança da integração dos sistemas para o pagamento do frete segundo a nova legislação, incluindo a geração do CIOT (Código Identificador de Operação de Transporte) entre outras funcionalidades.
No mercado nacional há 6 anos, a Datamex Tecnologia de Informação, foi umas das três empresas no Brasil a receber a Certificação Rodocred, por terem passado pelos testes de segurança, integração e compatibilidade entre os seus softwares e o Portal Rodocred.
Focada no atendimento a empresas de logística, a Datamex implanta softwares de gestão empresarial que operam via web, dentre os quais destaca-se o seu TMS (Software de Gestão de Transportes). Para o diretor de negócios da empresa, Fábio Cunha, a iniciativa da DBTRANS é muito válida porque atesta a qualificação de seus parceiros para o mercado. “Para nossa equipe, que desde o princípio esteve comprometida com a geração de soluções em software para o mercado de transporte, a Certificação Rodocred é um reconhecimento muito importante pelo nosso empenho e postura de andar sempre na frente, a fim de prover sempre as melhores soluções aos nossos clientes”, destacou Cunha.
Para o executivo o processo de pagamento eletrônico de frete é relevante e impactante para todo setor de transporte. “É fundamental o trabalho perfeito entre o fornecedor do software e administradora de meio eletrônico de pagamento para que as transportadoras possam contar com o software de implantação rápida”, finalizou o executivo da empresa gaúcha.
Por Conexão Marítima
Abece prevê aumento de 10% nas exportações brasileiras em 2012
As importações também devem crescer em 2012, mas abaixo dos 25% de incremento verificados até novembro – que somaram US$ 208 bilhões. Esses números levam a Abece a prever que, já no primeiro semestre de 2012, a corrente de comércio exterior – a soma de exportações e importações – supere, pela primeira vez na história, os US$ 500 bilhões.
A diversificação do destino das exportações garante, conforme a Abece, o crescimento das vendas externas no próximo ano. Além disso, o país hoje não é mais dependente de um só tipo de produto e há uma divisão entre os básicos e industrializados.
“Estimamos o crescimento da ordem de 10%, tendo em vista que, de modo geral, não deverão ocorrer aumentos nas cotações internacionais”, afirma Ivan Ramalho, presidente da Abece e ex-secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). “Os produtos industrializados deverão registrar redução no seu crescimento, já que a crise externa provocará excesso de oferta de diferentes produtos, principalmente manufaturados”, diz Ramalho
Haverá também, na opinião do presidente da Abece, redução de preços de semimanufaturados cotados em bolsas internacionais. A entidade espera que as importações continuem vinculadas ao processo produtivo. O crescimento das compras externas deve ocorrer por conta da expansão industrial. “As importações vão contribuir de forma decisiva para que a indústria seja competitiva”, diz Ramalho.
Destaques
A Abece fez também um levantamento detalhado dos produtos manufaturados que contribuíram decisivamente para o crescimento das exportações em 2011, apesar de um ano difícil, agravado pela sobrevalorização do real pelo menos até setembro.
Houve expansão expressiva nas vendas externas de autopeças (+16,5%), motores para veículos (28,1%), polímeros plásticos (+40,7%), veículos de carga (31,3%) e máquinas para terraplanagem (+61,4%). “Estes destaques mostram a grande importância do setor automotivo no comércio exterior brasileiro”, afirma Ramalho.
Foi expressivo ainda o crescimento de alguns produtos semimanufaturados tradicionais da pauta brasileira, dentre os quais ferro e aço (+83,3%), óleo de soja (+54,3%) e ferro fundido (+89,4%). O crescimento das exportações para a China (+43,7%) e para os Estados Unidos (+35,6%), os dois maiores parceiros comerciais brasileiros, contribuiu para os bons resultados.
Por Net Marinha
Obama ordena aumento de vistos para Brasil e China
A ordem executiva divulgada pela Casa Branca pediu aos ministérios envolvidos para que preparem um plano em 60 dias que assegure que "80% das solicitações de vistos sejam atendidas em até três semanas" nesses dois países, salvo exceções que envolvam a segurança do país.
Os requisitos para os turistas e homens de negócios estrangeiros têm sido motivo de queixas por parte de alguns países emergentes, que não pertencem ao chamado programa de isenção de vistos, o qual beneficia a maioria dos países europeus e as nações ricas e aliadas dos Estados Unidos.
Altos funcionários diplomáticos já anunciaram em novembro que aumentarão o número de funcionários nas embaixadas de Brasil e China devido a grande demanda de visas.
Dos 820.000 brasileiros que pediram permissão para viajar aos Estados Unidos entre outubro de 2010 e setembro de 2011 (ano fiscal americano), 791.000 a obtiveram.
A demanda superou em 40% a cifra do ano anterior.
Os Estados Unidos concederam 885.000 vistos a chineses, ante mais de um milhão de solicitações durante o mesmo período, num aumento de demanda de 34%.
Segundo cálculos citados pela Casa Branca, o crescimento das classes médias na China, Brasil e Índia devem provocar um aumento do número de viagens para esses países de 135%, 274% e 50%, respectivamente, até 2016.
O Departamento de Comércio calcula que os turistas chineses gastam mais de US$ 6.000 quando viajam aos Estados Unidos, com tudo incluso, e os brasileiros cerca de US$ 5.000.
A ordem presidencial acontece num contexto de perda de mercado internacional, explicou a Casa Branca.
"A participação do mercado americano no gasto dos turistas internacionais caiu de 17% para 11% entre 2000 e 2010", explicou o comunicado emitido pelo governo que detalha as medidas.
Ante esta situação, Obama anunciou seu objetivo de fazer dos Estados Unidos o primeiro destino turístico mundial para impulsionar a criação de empregos dentro do setor, informou a Casa Branca.
"Quanto mais gente visita os Estados Unidos, mais americanos voltam a trabalhar", disse o presidente em um comunicado após firmar um decreto convocando várias agências federais a tomar medidas para estimular a atividade turística no país.
Por Net Marinha



