03.10.11 - seg

Senado americano deve impor tarifas a produtos chineses

Projeto de lei deve ser votado na segunda-feira pelo Senado dos EUA, mas enfrenta resistência do governo Obama..Leia mais
Americanos acusam a China de manter câmbio desvalorizado, levando a um enorme déficit nas relações comerciais com os EUA
O Brasil, que elevou os impostos sobre os carros importados, terá um forte aliado na queda de braço contra a invasão de produtos vindos da China.
Hoje, o Congresso americano deve passar um projeto de lei que impõe tarifas maiores sobre os produtos chineses para compensar a vantagem competitiva que o país asiático acaba levando no comércio internacional ao manter a sua moeda desvalorizada.
A agência de notícas oficial da China, porém, já fez duras críticas à intenção do Congersso americano de sobretaxar os produtos exportados pelo país.
Segundo o site de notícias da CNBC, depois de anos de tentativas, o Congresso está tomando medidas para retaliar o que muitos analistas acreditam ser uma manipulação chinesa do câmbio para que os seus produtos sejam exportados para os Estados Unidos a preços mais baixos do que os produtos vendidos pelos Estados Unidos ao país asiático.
Pequim nega que sua taxa de câmbio seja responsável pelo enorme déficit na balança comercial entre a China e os Estados Unidos. Mas não se sabe ainda, segundo a CNBC, se os legisladores americanos manterão a vontade política de prosseguir com a retaliação contra a China, informa o site americano.
O projeto de lei do Senado possui apoio dos democratas e republicanos e deve ser votado na segunda-feira. Mas um lobby intenso por parte das multinacionais americanas e das associações de classe às quais elas pertencem pode trazer problemas.
O projeto também não agrada o governo Obama, assim como não agradava a administração Bush. O governo acredita que o caminho da diplomacia silenciosa é a melhor alternativa para influenciar a política chinesa. E a imposição de penalidades pode levar a uma destrutiva disputa comercial, alerta o governo.
Uma carta endereçada aos líderes do Senado e assinada por mais de 50 grupos multinacionais americanos alerta para o fato de que uma ação unilateral contra a China poderá levar a uma retaliação do país às exportações americanas.
Segundo os grupos que se opõem à medida, a taxação possivelmente viola as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) e deve ter pouco impacto na criação de empregos, já que outros países com baixo de custo de manufatura devem ocupar o espaço das importações chinesas caso os produtos vindos do país asiático passem a custar mais caro.


Por: Guia marítimo

03.10.11 - seg

Dilma libera R$ 1,95 bilhão para elevar exportação

Os recursos serão repassados pelo Tesouro Nacional e o Ministério da Fazenda em três parcelas de R$ 650 milhões..Leia mais
A presidente Dilma Rousseff autorizou a liberação de R$ 1,95 bilhão para os estados, o Distrito Federal e os municípios. O objetivo é estimular e incentivar as exportações no país. A decisão está contida na Medida Provisória (MP) 546, publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (30), Seção 1 página 6.
Os recursos serão repassados pelo Tesouro Nacional e o Ministério da Fazenda em três parcelas de R$ 650 milhões até o último dia útil dos meses de outubro, novembro e dezembro. Do total, os estados ficarão com 75% e os 25% restantes serão repassados aos municípios.
O texto estabelece ainda que o Ministério da Fazenda poderá definir regras de prestação de informação pelos estados e pelo Distrito Federal sobre a manutenção e o aproveitamento de crédito pelos exportadores.
Pelo decreto, a divisão do dinheiro para os municípios seguirá os critérios de participação na distribuição da parcela do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) com os respectivos estados ao longo deste ano. Os recursos serão entregues uma vez por mês até dezembro, por meio de crédito em moeda corrente depositado em conta bancária.
A decisão da presidente ocorre no momento em que ela destaca sua preocupação com os impactos da crise econômica internacional no Brasil. Segundo Dilma, não há país imune aos efeitos da crise, mas o governo brasileiro se empenha para evitar prejuízos.
Um dos esforços, de acordo com a presidente, é o estímulo à indústria nacional, a com geração de emprego e renda. Para ela, os estrangeiros que quiserem investir no Brasil terão apoio desde que garantam a abertura de novas vagas de trabalho e geração de renda no país.


Fonte: Agência Brasil

03.10.11 - seg

Delegação alemã busca parcerias no Brasil

Grupo de empresários estará na Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo para participar de uma rodada de negócios..Leia mais
Uma rodada de negócios hoje, na Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo, reunirá empresários brasileiros e uma delegação de 16 empresários alemães de diversos setores, como produção de corantes, fabricação de leds, gestão de cadeia logística e tecnologia ambiental. Chefiado pelo Primeiro-Ministro Baixa Saxônia, David McAllister, o grupo do Estado da Baixa Saxônia vem ao Brasil para explorar novas oportunidades de negócios – distribuição, representação comercial, joint-ventures e até mesmo fornecimento de matérias-primas.
A delegação é formada, principalmente, por representes de companhias de pequeno e médio portes. Este é o segundo grupo daquele Estado que a Câmara recebe. “O fato de recebermos uma segunda delegação da Baixa Saxônia este ano revela o bom momento pelo qual a economia brasileira passa, oferecendo potencial para expansão de novos negócios às empresas interessadas”, declarou Weber Porto, Presidente da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo. Em março, um grupo chefiado por Jörg Bode, Ministro da Economia, Trabalho e Transporte da Baixa Saxônia, já havia visitado o País.
Panorama
A Baixa Saxônia, cuja capital é Hannover, é um dos estados mais importantes da Alemanha, com cerca de 8 milhões de habitantes e infraestrutura moderna, integrando autoestradas, ferrovias, vias fluviais e aeroportos. Um projeto de grandes dimensões com o qual aquele governo está envolvido é o terminal de contêineres de JadeWeser Port, em Wilhelmshaven. Com previsão para ser inaugurado em agosto de 2012, ele deverá ser o terminal mais moderno do mundo. Sua construção visa desafogar os portos de Hamburgo e Bremen.
O território da Baixa Saxônia abriga a sede da Volkswagen (na cidade de Wolfsburg) e da fábrica de pneus Continental. Em 2010, a região exportou € 736 milhões para o Brasil e recebeu € 1,416 bilhão em produtos brasileiros. O Brasil exporta principalmente alimentos e rações (36,5%), automóveis e autopeças (14%), e recebe da Baixa Saxônia máquinas (22%), automóveis e autopeças (24%), além de produtos químicos (10%).


Por: Guia marítimo.

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