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União Européia quer limite de velocidade nos mares
Objetivo é reduzir emissão de dióxido de carbono.
Diante do panorama ambiental cada vez mais complicado, a União Européia vem estudando estabelecer um limite de velocidade aos navios adentrarem seus territórios em direção a qualquer porto da região.
O objetivo da entidade é reforçar medidas elaboradas pela IMO (International Maritime Organization), órgão regulador internacional da indústria marítima. Em encontro realizado nesta semana, os países membros da entidade já sentem a pressão de não falharem em concordar com as medidas.
Até 2030, os Estados que compõem a União Européia precisam reduzir as emissões de poluentes em até 30%, em comparação aos níveis registrados pela indústria em 1990.
Detalhes do papel de reforço que deverá ser prestado pela UE ainda não foram delimitados e a Comissão Européia espera que a IMO surja com novas soluções que de fato apressem as companhias a se adequarem às medidas de eficiência energética. No entanto, a redução de velocidade tem sido apontada como uma dessas soluções, já que ela vem sendo bem sucedida em poupar combustível das embarcações, o que reduz, de maneira eficaz, a emissão de dióxido de carbono.
Por Guia Marítimo
Venda de alimentos para países árabes cresce 33% no 1º semestre
As exportações brasileiras de alimentos para o Oriente Médio e Norte da África aumentaram 33% no primeiro semestre deste ano, para US$ 4,45 bilhões, de acordo com informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), compiladas pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira. As vendas totais do Brasil para a região somaram US$ 6,41 bilhões.
O trigo foi destaque entre os embarques de alimentos aos árabes, assim como os óleos vegetais. Houve aumento também nas receitas com as vendas de carnes, principalmente de frango, açúcar, café e soja.
Superávit
O Brasil comprou o equivalente a US$ 4,55 bilhões da região no primeiro semestre e, assim, acumulou superávit de US$ 1,86 bilhão no comércio com os árabes nos seis primeiros meses do ano, de acordo com a Anba. Fertilizantes estão entre os principais produtos importados pelo País. A corrente comercial, que é a soma de todas as transações bilaterais, ficou em quase US$ 11 bilhões. Os números não incluem a Líbia, país em conflito civil.
Fonte: Agência Estado
País espera alta no volume de exportações de contêineres
O volume de cargas de importação dos Estados Unidos nos maiores portos de contêineres do país continua estável, mas deve apresentar alta ainda nesta estação, de acordo com o relatório mensal Global Port Tracker, elaborado pela NRF (National Retail Federation) e pela Hackett Associate.
"Com a economia enrfentando desafios contínuos, os varejistas estão administrando seus níveis de inventário com mais cuidado. O aumento no volume das importações são um claro sinal de que eles estão confiantes na demanda do consumidor para o quarto trimestre", afirmou o vice-presidente da NRF, Jonathan Gold.
Os portos norte-americanos movimentaram 1,28 milhão de Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) em maio deste ano, último mês cujos dados foram contabilizados. O número ficou 6% acima do registrado em abril de 2011 e foi 1% a mais do que o registrado no mesmo período no ano passado. A expectativa do relatório é de que o primeiro semestre do ano feche em 7,2 milhões de Teus movimentados nos maiores portos dos Estados Unidos juntos - o relatório reúne dados dos portos de Long Angeles/Long Beach, Oakland, Seattle, Tacoma, Nova York/New Jersey, Hampton Roads, Charleston, Savannah e Houston.
Por: Guia marítimo.



