15.08.11 - seg

Itajaí: Porto registra recorde em julho

Itajaí: Porto registra recorde em julho

Complexo movimentou 96,22 mil Teus.


O Porto de Itajaí (SC) registrou, no mês de julho, o maior desempenho mensal de toda sua história: foram movimentados 96,22 mil Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés), fazendo com o que o acumulado do ano chegue a 578,02 mil Teus, o que representa um incremento de 13% sobre o mesmo período no ano passado.

A APM Terminals movimentou 46,16 mil Teus - 15,96 mil Teus em cargas de importação e 14,48 mil Teus em cargas de exportação. Já a Portonave teve movimentação total de 50,06 mil Teus, sendo 17,04 mil TEUs em cargas de importação e 15,36 mil TEUs em cargas de exportação.

Em tonelagem, o Complexo do Itajaí movimentou 995,58 mil toneladas, com avanço de 12% em comparação ao mesmo período no ano passado. Já no ano as operações do Complexo somam 6,048 milhões de toneladas, com a média mensal de 864,12 mil toneladas. Só em julho, 104 navios fizeram escala no Porto de Itajaí, sendo 91 de longo curso, nove de cabotagem e quatro de carga geral.

Por Guia Marítimo

12.08.11 - sex

Economia: América do Sul pode criar fundo anticrise

Economia: América do Sul pode criar fundo anticrise

Ministros das Finanças sul-americanos devem entrar em acordo esta sexta-feira para criar um fundo anticrise ou reforçar o existente Fundo Latino-Americano de Reservas (Flar) a fim de garantir a assistência financeira às nações com desequilíbrios, disseram autoridades na quinta-feira.
O ministro da Fazenda brasileiro, Guido Mantega, disse a jornalistas que os ministros, que irão se reunir em Buenos Aires para avaliar uma defesa comum diante das turbulências nos mercados globais, poderão decidir incorporar as duas maiores economias sul-americanas --Brasil e Argentina-- ao Flar.
"Vamos conversar sobre a entrada de novos países ao Flar, como Argentina ou Brasil, para que aumente o poder de fogo do Flar", disse Mantega, acrescentando que os ministros analisarão também os mecanismos de "swaps" de moedas usados na Ásia desde 2010 como proteção anticrise.
Mas os ministros também poderão decidir criar um novo fundo, sinalizou o vice-ministro da Economia da Argentina, Roberto Feletti.
"Não se está falando de cifras neste momento. A região tem mais de US$ 500 bilhões de reservas, por isso os bancos centrais têm forte capacidade de intervenção frente a movimentos especulativos", explicou.
Feletti disse que, além disso, os ministros buscarão na sexta-feira "fortalecer instituições bancárias de desenvolvimento da região como a CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina), acelerar a constituição do Banco del Sur e avançar em um esquema de multilateralismo de pagamentos."
Proteção financeira
Mantega destacou que a criação de um fundo de proteção anticrise é uma tarefa difícil no curto prazo.
Ao chegar à capital argentina na quinta-feira, ele explicou que os ministros criarão "uma comissão de países para estudar como fortalecer o Flar ou outros mecanismos" e acrescentou que "amanhã (sexta-feira) deveremos ter resultados."
Contudo, afirmou que "não é fácil criar um mecanismo" de forma imediata e que "nós podemos amanhã (sexta) definir um protocolo de intenções para criar um mecanismo para fortalecer o Flar", embora considerou que o mecanismo dos países asiáticos de "swaps" de moedas "é mais forte".
"Temos que pensar em algo maior que o Flar para proteger financeiramente nossos países, algo como fizeram os países asiáticos, que fazem 'swaps' entre eles", disse Mantega.
O Fundo Latino-Americano de Reservas, com sede em Bogotá, foi criado em 1978 e está formado atualmente por Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Peru, Uruguai e Venezuela, segundo informações de sua página na Internet.
A entidade, que tem o objetivo de blindar seus integrantes contra as dificuldades financeiras, capta recursos no mercado e emite títulos.

(Informações: Agência Reuters / Foto: Divulgação)

 

12.08.11 - sex

Receita apreende 60 toneladas de produtos falsificados

A Receita Federal informou ontem que fez, no Porto de Paranaguá, no Paraná, a maior apreensão de produtos falsificados da história daquele local. Embora a operação tenha ocorrido na última terça-feira, só agora a Receita divulgou os dados referentes ao trabalho de apreensão.

De uma só vez, foram apreendidas 60 toneladas de produtos falsificados, entre eles bolsas, carteiras, relógios, roupas e óculos de marcas conhecidas.

A Receita informou ainda que o valor estimado da apreensão pode chegar a R$ 10 milhões e que os responsáveis pela fraude estão sendo identificados e responderão por crime de contrabando e descaminho.

A apreensão só foi possível por causa da utilização de sistemas informatizados que monitoram as cargas destinadas ao país antes mesmo que elas cheguem ao Brasil. Segundo a Receita, o novo sistema vem sendo implantado nas unidades aduaneiras de todo o país.

Fonte: Agência Brasil

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