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Arquivo de Notícias: abril - 2010
01.04.10 - qui
China puxa alta de mais de 10% dos metais no mês
Embora as negociações em torno dos preços do minério de ferro tenham dominado a pauta de commodities em março, também níquel, cobre e alumínio roubaram a cena no mês, com valorização expressiva. Em todos os casos, a recuperação, ainda que lenta, da demanda europeia e americana e a manutenção do grande apetite chinês por metais, com destaque para o níquel, explicam a forte alta nas cotações. Para analistas, a tendência é a de manutenção do tom positivo para os preços nos próximos meses. Já para o petróleo, as apostas são de sustentação acima dos US$ 80 por barril.
Na avaliação do analista Pedro Galdi, da corretora SLW, a maior procura por metais, diante da retomada da economia mundial, veio após um momento de contenção de investimentos por parte das mineradoras. Isso provocou desequilíbrio entre a oferta e a demanda e vai impulsionando os preços em 2010. "Com exceção da Vale, não houve investimentos maciços no ano passado", lembra. Assim, em março, os preços do níquel para três meses na London Metal Exchange (LME) avançaram 21,53%, para US$ 24.975 por tonelada, acumulando ganho de 34,60% no ano. Os contratos de cobre ganharam 10,51% no mês passado, para US$ 7.842 por tonelada, e os de alumínio mostraram valorização de 11,08%, atingindo US$ 2.320 por tonelada.
No caso dos preços do cobre, explica o analista Leonardo Alves, da Link Investimentos, há ainda o impacto do terremoto que afetou a região centro-sul do Chile, grande produtor do metal, no fim de fevereiro. Logo após o tremor, as cotações do metal atingiram a máxima em cinco semanas. "Incertezas sobre produção e escoamento, em um momento de demanda bastante forte, ajudaram a puxar as cotações", diz.
No mercado de petróleo, a percepção é a de que a retomada gradual na procura seguirá beneficiando as cotações. Em março, quando a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) anunciou que manterá os níveis de produção, os contratos do óleo WTI subiram 3,4%, para US$ 82,37 por barril, com ganho de 3,79% no acumulado do ano. O Brent alcançou US$ 81,28, alta de 4,76% no mês.
Na avaliação do analista Pedro Galdi, da corretora SLW, a maior procura por metais, diante da retomada da economia mundial, veio após um momento de contenção de investimentos por parte das mineradoras. Isso provocou desequilíbrio entre a oferta e a demanda e vai impulsionando os preços em 2010. "Com exceção da Vale, não houve investimentos maciços no ano passado", lembra. Assim, em março, os preços do níquel para três meses na London Metal Exchange (LME) avançaram 21,53%, para US$ 24.975 por tonelada, acumulando ganho de 34,60% no ano. Os contratos de cobre ganharam 10,51% no mês passado, para US$ 7.842 por tonelada, e os de alumínio mostraram valorização de 11,08%, atingindo US$ 2.320 por tonelada.
No caso dos preços do cobre, explica o analista Leonardo Alves, da Link Investimentos, há ainda o impacto do terremoto que afetou a região centro-sul do Chile, grande produtor do metal, no fim de fevereiro. Logo após o tremor, as cotações do metal atingiram a máxima em cinco semanas. "Incertezas sobre produção e escoamento, em um momento de demanda bastante forte, ajudaram a puxar as cotações", diz.
No mercado de petróleo, a percepção é a de que a retomada gradual na procura seguirá beneficiando as cotações. Em março, quando a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) anunciou que manterá os níveis de produção, os contratos do óleo WTI subiram 3,4%, para US$ 82,37 por barril, com ganho de 3,79% no acumulado do ano. O Brent alcançou US$ 81,28, alta de 4,76% no mês.



