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Arquivo de Notícias: fevereiro - 2010
25.02.10 - qui
União Europeia rejeita medida dos EUA
A European Commissioner for Taxation and Customs Union (o equivalente no Brasil à Receita Federal) divulgou um texto condenando o plano do governo norte-americano de escanear todos os contêineres com destino aos portos do país e afirmou que a União Europeia não concorda com o programa.
A verificação de 100% dos equipamentos destinados aos Estados Unidos nos portos de embarque entrará em vigor em 2012.
De acordo com o texto, a medida demandaria vultosos investimentos, aumentaria o custo do transporte e implicaria perdas "maciças" ao setor. Segundo o relatório, os complexos europeus sofreriam pesados encargos financeiros e, na visão da instituição, não há garantia de que - se adotada -a medida traria mais segurança à atividade.
A estimativa é que os portos europeus teriam de investir aproximadamente 380 milhões de euros somente na compra de scaners. Já as obras de adaptação nos terminais para receberem os equipamentos demandariam investimentos superiores a 430 milhões de euros até 2020.
fonte:netmarinha
A verificação de 100% dos equipamentos destinados aos Estados Unidos nos portos de embarque entrará em vigor em 2012.
De acordo com o texto, a medida demandaria vultosos investimentos, aumentaria o custo do transporte e implicaria perdas "maciças" ao setor. Segundo o relatório, os complexos europeus sofreriam pesados encargos financeiros e, na visão da instituição, não há garantia de que - se adotada -a medida traria mais segurança à atividade.
A estimativa é que os portos europeus teriam de investir aproximadamente 380 milhões de euros somente na compra de scaners. Já as obras de adaptação nos terminais para receberem os equipamentos demandariam investimentos superiores a 430 milhões de euros até 2020.
fonte:netmarinha
23.02.10 - ter
BID bate recorde de crescimento no BR em 2009
Instituição aprovou aproximadamente US$ 3 bilhões em operações.
O “Resumo Executivo da Atuação do BID no Brasil em 2009: Resultados e Perspectivas para 2010” apontou que o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento)atingiu números inéditos nos últimos dois anos no Brasil.
O principal motivo da superação foi uma carteira com ampla área de atuação e clientes diversificados, além do aporte em operações de cooperação técnica. Além disso, as operações junto a estados e municípios foram intensificadas.
No ano passado, foram aprovadas 31 operações que somaram US$ 3 bilhões. Estas iniciativas passaram a compor uma carteira em execução de US$ 7,6 bilhões distribuídos em 74 operações, segundo a instituição.
Uma das áreas que vem apresentando maior espaço na carteira do Banco corresponde à competitividade e às operações direcionadas a MPEs (Micro, Pequenas e Médias Empresas) com US$ 4,9 bilhões em execução, seguindo-se de infraestrutura, com US$ 2,4 bilhões, e condições de vida nas cidades, com US$ 1,48 bilhão.
Operações como a Linha de Crédito Condicional acordada com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para o apoio a MPEs, no valor de US$ 3 bilhões, e o mecanismo de crédito Procidades, com 12 operações já aprovadas, no valor US$ 305 milhões, entre outras iniciativas, são as principais responsáveis por este índice:
Neste ano, o banco buscará atender a um novo contexto de País, com iniciativas voltadas para a Copa 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016. As operações a serem aprovadas em 2010 somam US$ 2,6 bilhões divididos em 43 novas operações. Nesse contexto estão criadas as condições para o banco ampliar ainda mais sua atividade no financiamento de operações no Brasil.
O “Resumo Executivo da Atuação do BID no Brasil em 2009: Resultados e Perspectivas para 2010” apontou que o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento)atingiu números inéditos nos últimos dois anos no Brasil.
O principal motivo da superação foi uma carteira com ampla área de atuação e clientes diversificados, além do aporte em operações de cooperação técnica. Além disso, as operações junto a estados e municípios foram intensificadas.
No ano passado, foram aprovadas 31 operações que somaram US$ 3 bilhões. Estas iniciativas passaram a compor uma carteira em execução de US$ 7,6 bilhões distribuídos em 74 operações, segundo a instituição.
Uma das áreas que vem apresentando maior espaço na carteira do Banco corresponde à competitividade e às operações direcionadas a MPEs (Micro, Pequenas e Médias Empresas) com US$ 4,9 bilhões em execução, seguindo-se de infraestrutura, com US$ 2,4 bilhões, e condições de vida nas cidades, com US$ 1,48 bilhão.
Operações como a Linha de Crédito Condicional acordada com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para o apoio a MPEs, no valor de US$ 3 bilhões, e o mecanismo de crédito Procidades, com 12 operações já aprovadas, no valor US$ 305 milhões, entre outras iniciativas, são as principais responsáveis por este índice:
Neste ano, o banco buscará atender a um novo contexto de País, com iniciativas voltadas para a Copa 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016. As operações a serem aprovadas em 2010 somam US$ 2,6 bilhões divididos em 43 novas operações. Nesse contexto estão criadas as condições para o banco ampliar ainda mais sua atividade no financiamento de operações no Brasil.
fonte:netmarinha
22.02.10 - seg
Stephanes: País atua para abrir novos mercados internacionais
“Temos que continuar aumentando nosso mercado externo”, afirmou, nesta quinta-feira (18), o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, ao apresentar as prioridades de exportação do Brasil para 2010. “Hoje, somos grandes exportadores de produtos agropecuários, vendemos para quase 180 países, mas ainda temos mercados a serem abertos”, alertou o ministro.
Segundo Stephanes, as carnes são prioridades para este ano. As negociações para a venda de carne suína ao Japão, China, União Europeia e Croácia vêm sendo intensificadas perante esses potenciais compradores que, somados, podem importar US$ 49,7 bilhões ao ano. Para a carne bovina, o governo brasileiro pretende chegar a mercados como Taiwan, Malásia e Indonésia, que têm a Austrália como principal fornecedora e compram, anualmente, US$ 763 milhões. “A maioria das questões de abertura de mercado já vem sendo tratada há mais de cinco anos e acreditamos que há condições de avançar no sentido comercial”, comentou o ministro.
Barreiras
O México foi o país destacado pelo ministro como um dos mais difíceis de ser acessado. Segundo ele, há três questões que impedem a entrada brasileira: a facilidade logística de importar dos Estados Unidos, o acordo do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta), que permite o estreito comércio dos mexicanos; e o desenvolvimento da produção interna. “Poderíamos fornecer carne suína e lácteos, por exemplo, a preços mais competitivos, mas por conta de um mercado ajustado, temos dificuldades”, lamentou. Ainda assim, o Brasil tentará, este ano, conquistar o mercado mexicano com a venda de soja.
Segundo Stephanes, as carnes são prioridades para este ano. As negociações para a venda de carne suína ao Japão, China, União Europeia e Croácia vêm sendo intensificadas perante esses potenciais compradores que, somados, podem importar US$ 49,7 bilhões ao ano. Para a carne bovina, o governo brasileiro pretende chegar a mercados como Taiwan, Malásia e Indonésia, que têm a Austrália como principal fornecedora e compram, anualmente, US$ 763 milhões. “A maioria das questões de abertura de mercado já vem sendo tratada há mais de cinco anos e acreditamos que há condições de avançar no sentido comercial”, comentou o ministro.
Barreiras
O México foi o país destacado pelo ministro como um dos mais difíceis de ser acessado. Segundo ele, há três questões que impedem a entrada brasileira: a facilidade logística de importar dos Estados Unidos, o acordo do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta), que permite o estreito comércio dos mexicanos; e o desenvolvimento da produção interna. “Poderíamos fornecer carne suína e lácteos, por exemplo, a preços mais competitivos, mas por conta de um mercado ajustado, temos dificuldades”, lamentou. Ainda assim, o Brasil tentará, este ano, conquistar o mercado mexicano com a venda de soja.
A estratégia de ampliação das exportações, em 2010, segundo o ministro, é a persistência. Ele ressaltou, no entanto, que este não é apenas um assunto do Ministério da Agricultura. “O governo tem que remover as barreiras sanitárias e fitossanitárias. Este ano, temos previstas 19 missões de negociações a 23 países. Além disso, vamos promover outras 12 missões comerciais, das quais a iniciativa privada vai
fonte:netmarinha
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