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Arquivo de Notícias: janeiro - 2010
28.01.10 - qui
Aeroportos brasileiros têm problemas para 2014, diz Snea
Estudo do sindicato das empresas aéreas aponta investimentos insuficientes para a demanda
O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) divulgou hoje à tarde, em São Paulo, avaliação sobre a capacidade dos aeroportos para a Copa do Mundo de 2014, levando em conta os investimentos oficiais previstos pela Infraero. Segundo a entidade, os projetos em andamento nos equipamentos aeronáuticos das cidades-sede da Copa serão suficentes apenas para cobrir o aumento natural da demanda prevista para o Brasil.
A situação é grave, segundo o diretor técnico do Snea, Ronaldo Jenkins, porque a maior parte das obras ficará pronta apenas em 2014, no ano do evento. O estudo nasceu no ano passado após declarações de autoridades federais que garantiram as boas condições dos aeroportos para a Copa.
– Conversei com alguns ministros e pude dizer para eles que, na visão das companhias aéreas, isso não é verdade. Nosso problema não é a Copa de 2014. Teremos problemas sérios antes da Copa – afirmou o presidente do Snea, José Marcio Mollo.
Para o aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, Jenkins sugeriu que sejam apressadas a ampliação da pista e do terminal de cargas, duas obras aguardadas há mais de 10 anos. Segundo o documento do Snea, a Infraero planeja investir R$ 495 milhões no aeroporto da Capital até 2013.
O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) divulgou hoje à tarde, em São Paulo, avaliação sobre a capacidade dos aeroportos para a Copa do Mundo de 2014, levando em conta os investimentos oficiais previstos pela Infraero. Segundo a entidade, os projetos em andamento nos equipamentos aeronáuticos das cidades-sede da Copa serão suficentes apenas para cobrir o aumento natural da demanda prevista para o Brasil.
A situação é grave, segundo o diretor técnico do Snea, Ronaldo Jenkins, porque a maior parte das obras ficará pronta apenas em 2014, no ano do evento. O estudo nasceu no ano passado após declarações de autoridades federais que garantiram as boas condições dos aeroportos para a Copa.
– Conversei com alguns ministros e pude dizer para eles que, na visão das companhias aéreas, isso não é verdade. Nosso problema não é a Copa de 2014. Teremos problemas sérios antes da Copa – afirmou o presidente do Snea, José Marcio Mollo.
Para o aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, Jenkins sugeriu que sejam apressadas a ampliação da pista e do terminal de cargas, duas obras aguardadas há mais de 10 anos. Segundo o documento do Snea, a Infraero planeja investir R$ 495 milhões no aeroporto da Capital até 2013.
fonte:netmarinha
27.01.10 - qua
Diretor-geral da OMC alerta para risco de bolha na China e Brasil
O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio está cauteloso, mas é só elogios ao falar de emergentes, informa Luciana Coelho, de Genebra, em reportagem publicada pela Folha.
Para Pascal Lamy, esses foram os países mais bem conduzidos na crise econômica global e sua fatia no comércio mundial, hoje perto de 35%, continuará a crescer se novos obstáculos não surgirem e se o risco de bolha na China e no Brasil for controlado.
Os próximos dados oficiais, aliás, devem mostrar a estreia do país asiático como maior exportador global, à frente da Alemanha. E uma retração de só 6% do comércio no bloco em desenvolvimento --a metade da verificada nas nações mais ricas.
A OMC espera uma retomada do comércio internacional neste ano, após suas estimativas indicarem um mergulho maior que 10% em 2009. Mas não prevê ainda qual a força. Os primeiros números oficiais saem em março, mesmo mês em que a entidade fará um exercício crucial: reavaliar a decrépita Rodada Doha de liberalização do comércio global.Se não se constatar avanços, as negociações poderão ser enterradas finalmente. Embora Lamy ache bobagem voltar ao zero após oito anos, ele admite que as idas e vindas no processo prejudicaram a credibilidade do sistema multilateral, objeto de outros arranhões em 2009. O francês, que iniciou em setembro seu segundo mandato de quatro anos, recebeu a Folha em seu gabinete, na gigantesca sede da OMC, na última sexta.
Para Pascal Lamy, esses foram os países mais bem conduzidos na crise econômica global e sua fatia no comércio mundial, hoje perto de 35%, continuará a crescer se novos obstáculos não surgirem e se o risco de bolha na China e no Brasil for controlado.
Os próximos dados oficiais, aliás, devem mostrar a estreia do país asiático como maior exportador global, à frente da Alemanha. E uma retração de só 6% do comércio no bloco em desenvolvimento --a metade da verificada nas nações mais ricas.
A OMC espera uma retomada do comércio internacional neste ano, após suas estimativas indicarem um mergulho maior que 10% em 2009. Mas não prevê ainda qual a força. Os primeiros números oficiais saem em março, mesmo mês em que a entidade fará um exercício crucial: reavaliar a decrépita Rodada Doha de liberalização do comércio global.Se não se constatar avanços, as negociações poderão ser enterradas finalmente. Embora Lamy ache bobagem voltar ao zero após oito anos, ele admite que as idas e vindas no processo prejudicaram a credibilidade do sistema multilateral, objeto de outros arranhões em 2009. O francês, que iniciou em setembro seu segundo mandato de quatro anos, recebeu a Folha em seu gabinete, na gigantesca sede da OMC, na última sexta.
fonte:netmarinha
27.01.10 - qua
Viracopos terá R$ 61 milhões este ano
Verba será usada no início da construção da segunda pista
O aeroporto de Viracopos, em Campinas, terá R$ 61 milhões para obras de ampliação, previstos pelo governo federal na LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2010. O valor supera em cerca de R$ 2,7 milhões a previsão de investimentos da Infraero, mas é apenas 13,5% do pedido total de R$ 450 milhões. A informação é do portal "Todo Dia".
Dos recursos aprovados, segundo a LOA, R$ 39,99 milhões serão destinados para o início da construção da segunda pista; R$ 1,34 milhão para a recuperação dos sistemas de pistas e R$ 19,69 milhões para a ampliação da infraestrutura do aeroporto.
Segundo a Infraero, a segunda pista do Viracopos será concluída até 2012 e a ampliação da infraestrutura até 2015. A única das três obras previstas para 2010 será a recuperação estrutural.
As obras elencadas na LOA 2010 são apenas o início da primeira etapa da ampliação de Viracopos prevista no Plano Diretor da Infraero. O plano terá investimento total de R$ 6 bilhões na primeira etapa.
Tais investimentos contemplam a construção do novo terminal de passageiros e de cargas, pátios de aeronaves, garagem, estacionamento, estação de tratamento de resíduos, estação ferroviária e áreas para o aeroporto industrial, entre outros. A capacidade será para 9 milhões de passageiros por ano.
O projeto também tem uma segunda etapa que prevê, até 2025, atender uma demanda de 61 milhões de passageiros por ano e um total de 570 mil operações de pouso e decolagem, depois da construção da terceira pista.
fonte:netmarinha
O aeroporto de Viracopos, em Campinas, terá R$ 61 milhões para obras de ampliação, previstos pelo governo federal na LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2010. O valor supera em cerca de R$ 2,7 milhões a previsão de investimentos da Infraero, mas é apenas 13,5% do pedido total de R$ 450 milhões. A informação é do portal "Todo Dia".
Dos recursos aprovados, segundo a LOA, R$ 39,99 milhões serão destinados para o início da construção da segunda pista; R$ 1,34 milhão para a recuperação dos sistemas de pistas e R$ 19,69 milhões para a ampliação da infraestrutura do aeroporto.
Segundo a Infraero, a segunda pista do Viracopos será concluída até 2012 e a ampliação da infraestrutura até 2015. A única das três obras previstas para 2010 será a recuperação estrutural.
As obras elencadas na LOA 2010 são apenas o início da primeira etapa da ampliação de Viracopos prevista no Plano Diretor da Infraero. O plano terá investimento total de R$ 6 bilhões na primeira etapa.
Tais investimentos contemplam a construção do novo terminal de passageiros e de cargas, pátios de aeronaves, garagem, estacionamento, estação de tratamento de resíduos, estação ferroviária e áreas para o aeroporto industrial, entre outros. A capacidade será para 9 milhões de passageiros por ano.
O projeto também tem uma segunda etapa que prevê, até 2025, atender uma demanda de 61 milhões de passageiros por ano e um total de 570 mil operações de pouso e decolagem, depois da construção da terceira pista.
fonte:netmarinha



