Arquivo de Notícias: janeiro - 2010

29.01.10 - sex

Weg muda estrutura organizacional

O grupo Weg, de Jaraguá do Sul, anunciou mudanças em sua estrutura organizacional. Criou a unidade de negócios Transmissão e distribuição de energia (T&D) e novas diretorias corporativas. Conforme o presidente do grupo, Harry Schmelzer, as alterações visam a um alinhamento às tendências e necessidades do mercado, com foco na internacionalização, novos negócios, segmentos e oportunidades. A Weg T&D será dirigida por Carlos Prinz.   
 
fonte:netmarinha

29.01.10 - sex

TAM negocia compra de parte da LAN Chile

Recursos do IPO do Multiplus podem ser usados para adquirir as ações de Sebastián Piñera, presidente eleito do Chile.
O dinheiro que a TAM vai levantar com a abertura de capital do Multiplus, sua gestora de programas de fidelidade, já pode estar carimbado. Segundo apurou o Portal Exame22.12.09_Tam.Boeing_fs.jpg, desde a semana passada, a companhia brasileira intensificou as conversas para comprar a fatia que o empresário Sebastián Piñera detém na LAN Chile. Presidente eleito do Chile, Piñera assumiu o compromisso, durante a campanha, de vender sua participação na empresa aérea para se dedicar apenas à condução do país. O negócio é avaliado entre 1,6 bilhão e 2 bilhões de dólares. Procurada pela reportagem, a TAM, informou que não comenta o assunto, e que mantém um contrato de codeshare (compartilhamento de voo) com a Lan Chile, bem como um acordo de manutenção de aeronaves.
As conversas são lideradas pelo banqueiro André Esteves, dono do BTG Pactual e membro do conselho de administração da TAM. Esteves articulou um grupo de bancos de investimento para apoiar a empresa da família Amaro na transação. Parte dos recursos viria também do IPO do Multiplus, que pode acrescentar até 1,2 bilhão de reais ao caixa da TAM, caso a oferta saia pelo teto da faixa de preço - 24 reais por ação - e os lotes adicionais de ações sejam lançados.
Piñera detém 26% da LAN Chile, por meio de duas holdings - a Axxion, que possui 19% da aérea, e a Santa Cecília, com 7%. O objeto das negociações é a fatia da Axxion. Durante a campanha, Piñera transferiu a titularidade da Santa Cecília à sua esposa, Cecília Morel - o que gerou críticas dos opositores e a afirmação do empresário de que não precisaria se desfazer dessas ações porque, afinal de contas, era sua esposa, e não ele, quem as detinha.
Concorrente
O concorrente mais forte da TAM na disputa pelas ações é a família Cueto, que já detém 25% da LAN Chile. Quem acompanha as negociações afirma que, por ora, a vantagem na disputa é dos Cueto. “Eles estão lutando muito para assumir a fatia de Piñera”, diz uma fonte a par das movimentações. Listada na Bolsa de Santiago e com papéis negociados também na Bolsa de Nova York, a empresa chilena conta ainda com diversos fundos americanos e mais de 1.100 acionistas individuais - mas consolidar uma posição na aérea a partir da compra de lotes pulverizados no mercado não está nos planos da TAM (Continua).
Entrar no capital da empresa chilena traria muitas vantagens estratégicas para a TAM. Fundada em 1929 e privatizada em 1989, a LAN Chile é uma das maiores companhias aéreas da América Latina, com operações para os Estados Unidos, Canadá, América Latina, Europa e Oceania. Conta com uma frota de 96 aeronaves e subsidiárias na América do Sul e no setor de transporte de cargas. “A empresa seria um grande complemento à malha que a TAM já possui”, afirma uma fonte.
Conta a favor do negócio as boas relações da família Amaro com os Cueto e os Piñera desde a época em que a TAM, era comandada por seu fundador, o comandante Rolim Amaro. Em maio de 2007, por exemplo, as duas empresas formalizaram um acordo de compartilhamento de voos. Se a TAM entrar no capital da LAN, a tendência é de que a parceria entre as empresas seja aprofundada.
Caso o Congresso aprove o projeto de lei que aumenta de 20% para 49% o limite de capital estrangeiro em uma empresa aérea brasileira, as duas companhias poderiam até se tornar uma só futuramente. Em novembro do ano passado, o projeto foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado em caráter terminativo, mas, para entrar em vigor, ainda precisará do aval da Câmara e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias já se manifestou publicamente a favor do aumento do limite do capital estrangeiro com a manutenção do controle nacional das companhias aéreas (Continua).
Plano B
As ações do Multiplus começarão a ser negociadas na Bovespa na próxima sexta-feira (5/2), de acordo com o prospecto preliminar da oferta. Os recursos do IPO estarão no caixa da nova controlada da TAM em 9 de fevereiro, quando os compradores de papéis efetuarão o pagamento. Pelo prospecto, 94% do dinheiro captado será transferido para a TAM, por meio de uma operação de venda de passagens-prêmio e pontos. Somente 6% do montante permanecerá no caixa da Multiplus.
Os prazos divulgados são compatíveis com a pressa com que Piñera quer resolver sua situação na LAN Chile. Os envolvidos afirmam que a conclusão do negócio não passará de março. Isto porque a participação do empresário na companhia vem sendo duramente criticada pela oposição chilena, e já causa desconforto na população em geral. Apesar de ser reconhecida como uma das melhores empresas aéreas da América Latina, os chilenos ressentem-se do virtual monopólio que a LAN Chile exerce no seu país de origem. “A empresa é praticamente um monopólio privado, e ter o presidente do país como dono não soa bem”, resume uma fonte.
Se os Amaro perderem a briga, o plano B pode ser aplicar os recursos na área de gestão de aeroportos - um plano acalentado há bastante tempo por Maria Cláudia Amaro, filha de Rolim e presidente do conselho de administração da TAM. O problema, aqui, é a política interna brasileira. A privatização dos aeroportos é um tema que vem conquistando a simpatia da opinião pública, mas que ainda enfrenta fortes resistências entre os políticos. A TAM teria que aguardar o desfecho da eleição presidencial de outubro e torcer para que um candidato favorável ao tema vença o pleito. “É um plano B muito incerto. Por isso eles estão investindo muito na compra da LAN Chile”, diz um observador.
 
fonte:netmarinha
28.01.10 - qui

Portos e aeroportos do país terão cães farejadores

Receita terá ajuda de cães farejadores no combate ao tráfico e a crimes financeiros; no Paraná, os cães estarão no Aeroporto de Foz do Iguaçu e no Porto de Paranaguá
Cães farejadores ajudarão a Receita Federal no combate à evasão de divisas e ao tráfico de drogas. Publicada na edição desta quarta-feira (27) do Diário Oficial da União, a Portaria nº 116 cria o Centro Nacional de Cães de Faro da Receita Federal do Brasil (CNCF K9 RFB).
Os animais atuarão inicialmente em Vitória, no Espírito Santo; Manaus, no Amazonas; e Santos, em São Paulo, além do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, do Porto de Paranaguá e aeroporto de Foz do Iguaçu, ambos no Paraná. Cada uma dessas unidades terá suas próprias equipes de profissionais e cães, que, depois de treinados, deverão ser capazes de identificar cédulas de dinheiro e drogas.
Segundo a portaria, à chamada equipe K9 compete participar de operações de prevenção e repressão à lavagem de dinheiro e ao tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins em zona primária, zona de vigilância aduaneira, recintos alfandegados e pontos de fronteira, observada a competência específica de outros órgãos.
Os animais poderão ser adquiridos pela Receita Federal ou recebidos como doação. Para isso, conforme a portaria, os animais deverão prioritariamente ter até 18 meses de idade, bons impulsos de jogo e de caça, boa resistência física e bastante energia.
Os cães serão avaliados periodicamente para que sejam testadas as suas aptidões para a função e serão aposentados do trabalho de faro quando atingirem a idade aproximada de 7 anos, de acordo com avaliação do responsável pelo Centro Nacional de Cães de Faro da Receita Federal. Os que forem considerados excelentes serão usados como matriz para novas crias. Os outros deverão ser doados preferencialmente ao condutor do cão.
A portaria diz ainda que os animais deverão ser treinados por servidores de carreira da Receita devidamente qualificados ou, em seus afastamentos, por empresa contratadas para essa finalidade.
fonte:netmarinha
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