Arquivo de Notícias: novembro - 2009

30.11.09 - seg

Situação da Interpraias é caótica

A Interpraias é sempre um contratempo para os veranistas. Com o fluxo intenso de caminhões, a falta de investimentos necessários à recuperação do trecho e as chuvas que este ano castigaram ainda mais o Litoral Norte, a qualidade da estrada estadual está em situação crítica.
Segundo o diretor superintendente da Metroplan, Nelson Lídio Nunes, existem três projetos de modernização da rodovia abrangendo Capão da Canoa, Terra de Areia e Osório. Um quarto com 13 km da Paraguassu, em Xangri-Lá, começará a ser elaborado em janeiro.
As iniciativas preveem a implantação de duas vias em cada sentido, paradas de ônibus e ciclovias. Devido à burocracia e à falta de recursos a expectativa é de início apenas em 2011.
O plano de verão feito em parceria com as empresas já está pronto, segundo Nunes. Parte das frotas dos veículos foi renovada. "O plano é oferecer mais opções de horários dos ônibus e itinerários diferenciados, dentro da realidade da praia."
fonte:netmarinha
 

30.11.09 - seg

Indústrias catarinenses buscam oportunidades

Com a descoberta de reservas de petróleo e gás no pré-sal, que começam no Espírito Santo e terminam em Santa Catarina, abre-se a possibilidade de ganho para diversas regiões do Brasil. Para Santa Catarina, mais especificamente o Norte catarinense, não será diferente.
Na opinião do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, as oportunidades para as indústrias podem aparecer. A declaração foi feita ontem, em visita do presidente da estatal a Joinville, onde se encontrou com empresários da região para falar sobre o pré-sal.
– A tradição da indústria mecânica, de auto-motores e os projetos para a construção naval que existe na região é uma característica importante. A cadeia de fornecedores vai precisar de aço, tubos, compressores, parafusos e outros equipamentos, por isso existe uma possibilidade enorme de fornecedores. Tudo depende da resposta às demandas que vamos ter – afirmou Gabrielli.
Ele explica que não há um setor específico que vai se prevalecer assim que a exploração do pré-sal começar.
– Precisamos de parafusos, mas não é qualquer tipo. Também será necessário investir em tecnologia.
Em um exemplo prático, a Petrobras compra o navio, mas não é responsável pelo mobiliário e equipamentos que estão dentro dele.
– Existem alguns milhares de equipamentos dentro de cada componente que vêm de fornecedores indiretos.
Por isso, para saber quem indiretamente pode sair lucrando com o pré-sal, será necessário analisar as características das indústrias locais. A ideia de Gabrielli é reforçada pelo presidente da Associação Empresarial de Joinville (Acij), Carlos Rodolfo Schneider, que acredita no potencial da indústria catarinense.
– Santa Catarina, e principalmente a região Norte do Estado, estão preparadas para fazer parte desta cadeira produtiva – avalia.
A entidade organizará um seminário em parceria com a Petrobras para detalhar que tipo de indústria pode ser beneficiada. O pré-sal ocupa uma área de cerca de 149 mil m² há pelo 5 mil metros de profundidade. Por enquanto, as principais descobertas estão na Bacia de Santos, mas a exploração só deve começar depois que os projetos que regulamentam as atividades forem aprovados.
 
fonte:netmarinha
27.11.09 - sex

Navios podem não ajudar o Brasil na Copa e em 2016

O vice-presidente executivo da Abremar, André Pousada (foto), falou aos participantes do CBratur sobre dois assuntos em evidência no Brasil: Copa do Mundo de futebol 2014 e Jogos Olímpicos de 2016. Muito se fala sobre a possibilidade das companhias marítimas atracarem na costa brasileira durante os torneios para auxiliarem a hotelaria no quesito hospedagem, porém, na visão de Pousada, essa possibilidade deve ser bastante estudada.
Os grandes entraves de uma negociação como esta, segundo o dirigente, são a alta temporada europeia e a infraestrutura aeroportuária/portuária brasileira. Para suprir a carência de hotéis, as armadoras precisam de algumas garantias.
“A regulamentação que rege o setor no País é impeditiva para os armadores. Dessa forma, não há interesse das companhias em mandar navios para o Brasil no período de junho/julho (período da Copa do Mundo, por exemplo)”, considerou ele, que emendou: “qual é a contrapartida que as empresas terão para que seja interessante chegar ao Brasil na temporada europeia?”
Pousada adiantou que a iniciativa privada e os órgãos competentes se reunirão para definir a necessidade de embarcações que precisam ser disponibilizadas e qual a condição delas no Brasil.
Adiantando alguns pontos, o vice-presidente executivo da Abremar sugeriu o que pode melhorar no País para que essa questão seja resolvida. “Melhoria da infraestrutura portuária, tanto para atracação de navios quanto para recepção dos passageiros; taxas impostas ao setor (que não diferencia navios cargueiros de embarcações com passageiros); e flexibilização dos vistos para tripulação e passageiros”, concluiu ele.
fonte:netmarinha
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