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Arquivo de Notícias: agosto - 2009
27.08.09 - qui
Câmara Árabe inova no processo de certificação
A Câmara de Comércio Árabe Brasileira traz novidades aos exportadores brasileiros e importadores árabes no processo de certificação de documentos. A partir deste mês já é possível acompanhar pela internet todos os estágios da certificação necessária para exportar ao mundo árabe. “Ao entregar a documentação, vai no protocolo um login (que é o CNPJ da empresa) e uma senha (que pode ser alterada). Isso vai permitir que o exportador rastreie todos os estágios do processo”, afirmou a supervisora do departamento de Certificação da Câmara Árabe, Simone Cássia Rojas.
No período, o cliente vai poder visualizar pela internet a entrada do processo, a análise, a assinatura e a disponibilidade de retirada (que só poderá ser feita após o pagamento). “Isso vai facilitar bastante para o cliente dar um feedback aos despachantes, por exemplo”, disse Simone. A Câmara Árabe recebe por dia entre 60 e 100 processos e emite cerca de 3,5 mil certificados de origem por mês.
De acordo com a supervisora, antes desse rastreamento online, só era possível acompanhar o processo ligando para o departamento. Com alguns dias em funcionamento, Simone garante que a qualidade no atendimento melhorou e a quantidade de ligações para saber do processo diminuiu.
“A rastreabilidade não se restringe apenas ao exportador, mas ao importador também, que consegue verificar a autenticidade do produto”, disse a supervisora. No caso do importador, vai uma etiqueta no documento com uma chave de segurança que permite o seu acesso à rede.
Desde o dia 1º de agosto, a Câmara Árabe também facilitou ao exportador a forma de pagamento da taxa de certificação. O que era antes pago por recibo agora foi substituído por boleto bancário eletrônico. Com isso, as empresas exportadoras ou seus procuradores vão passar a receber em seu próprio e-mail, previamente cadastrado, o boleto bancário. Segundo Simone, esse novo procedimento também possibilita à empresa efetuar o pagamento pela internet evitando o deslocamento à agencia bancária ou à sede da Câmara Árabe. O boleto bancário autenticado vale ainda como comprovante de pagamento, eliminando a necessidade de emissão do recibo.
Um terceiro procedimento para facilitar no processo de certificação é o Formulário de Origem Online. “Antes era preciso vir buscar o formulário na sede da Câmara Árabe ou enviar por correio”, disse Simone. Esse formulário, que é o certificado de origem, é um documento obrigatório que atesta a origem do produto. O documento é aprovado pela União Geral das Câmaras de Comércio, Indústria e Agricultura dos Países Árabes e deve ser preenchido pelo exportador no idioma inglês.
A certificação
De acordo com Simone, a certificação de documentos para exportar representa uma garantia para o importador árabe e o exportador brasileiro. Além disso, a Câmara Árabe analisa detalhadamente os documentos com o objetivo de cumprir as normas de origem e as exigências do importador árabe. As embaixadas árabes em Brasília legalizam apenas os documentos de exportação certificados pela Câmara Árabe.
Fonte:NetMarinha
No período, o cliente vai poder visualizar pela internet a entrada do processo, a análise, a assinatura e a disponibilidade de retirada (que só poderá ser feita após o pagamento). “Isso vai facilitar bastante para o cliente dar um feedback aos despachantes, por exemplo”, disse Simone. A Câmara Árabe recebe por dia entre 60 e 100 processos e emite cerca de 3,5 mil certificados de origem por mês.
De acordo com a supervisora, antes desse rastreamento online, só era possível acompanhar o processo ligando para o departamento. Com alguns dias em funcionamento, Simone garante que a qualidade no atendimento melhorou e a quantidade de ligações para saber do processo diminuiu.
“A rastreabilidade não se restringe apenas ao exportador, mas ao importador também, que consegue verificar a autenticidade do produto”, disse a supervisora. No caso do importador, vai uma etiqueta no documento com uma chave de segurança que permite o seu acesso à rede.
Desde o dia 1º de agosto, a Câmara Árabe também facilitou ao exportador a forma de pagamento da taxa de certificação. O que era antes pago por recibo agora foi substituído por boleto bancário eletrônico. Com isso, as empresas exportadoras ou seus procuradores vão passar a receber em seu próprio e-mail, previamente cadastrado, o boleto bancário. Segundo Simone, esse novo procedimento também possibilita à empresa efetuar o pagamento pela internet evitando o deslocamento à agencia bancária ou à sede da Câmara Árabe. O boleto bancário autenticado vale ainda como comprovante de pagamento, eliminando a necessidade de emissão do recibo.
Um terceiro procedimento para facilitar no processo de certificação é o Formulário de Origem Online. “Antes era preciso vir buscar o formulário na sede da Câmara Árabe ou enviar por correio”, disse Simone. Esse formulário, que é o certificado de origem, é um documento obrigatório que atesta a origem do produto. O documento é aprovado pela União Geral das Câmaras de Comércio, Indústria e Agricultura dos Países Árabes e deve ser preenchido pelo exportador no idioma inglês.
A certificação
De acordo com Simone, a certificação de documentos para exportar representa uma garantia para o importador árabe e o exportador brasileiro. Além disso, a Câmara Árabe analisa detalhadamente os documentos com o objetivo de cumprir as normas de origem e as exigências do importador árabe. As embaixadas árabes em Brasília legalizam apenas os documentos de exportação certificados pela Câmara Árabe.
Fonte:NetMarinha
26.08.09 - qua
Estrangeiros investem em ações e em títulos
Os investimentos diretos, em ações e em títulos públicos seguem na liderança do fluxo de capitais estrangeiros ao Brasil, segundo estatísticas do balanço de pagamentos divulgadas ontem pelo Banco Central. As captações de médio e longo prazo feitas por empresas brasileiras também ganham maior fôlego com a recuperação dos mercados de capitais. Em agosto, até ontem, os investimentos estrangeiros na compra de ações de empresas brasileiras somam US$ 3,107 bilhões. Em julho, já havia sido registrado bom fluxo líquido de entradas, com US$ 6,706 bilhões, dos quais US$ 2,445 bilhões se referem à oferta pública de ações da VisaNet.
Os investimentos estrangeiros diretos chegaram a US$ 1,287 bilhão em julho. O número está abaixo da média mensal necessária (US$ 2,083 bilhões) para o fluxo chegar aos US$ 25 bilhões projetados pelo BC para 2009. O ingresso mais fraco, porém, deve-se a uma operação pontual. Um acionista estrangeiro da VisaNet fez uma repatriação de US$ 853 milhões em capitais depois de vender sua participação na oferta pública da companhia. Assim, a saída de investimentos diretos foi mais do que compensada pelo ingresso de investimentos em ações.
Em agosto, até anteontem, os ingressos de investimentos diretos somam US$ 1,4 bilhão, e a projeção oficial do BC é que o fluxo chegue a US$ 1,6 bilhão até o fim do mês. Caso as projeções se confirmem, o fluxo em agosto também ficará abaixo da trajetória para atingir os US$ 25 bilhões esperados pelo BC para o ano. De janeiro a julho, a média mensal de ingressos de investimentos diretos foi de US$ 1,995 bilhão. Os ingressos de investimentos estrangeiros dirigidos à compra de títulos públicos se mantêm altos. Em julho, foram US$ 921 milhões, e os dados de agosto coletados até ontem registram fluxo positivo de US$ 584 milhões. Esses capitais são atraídos pelos altos juros básicos vigentes no país, em comparação com as taxas de outras economias.
As captações das empresas brasileiras no exterior mostram recuperação, com taxa de rolagem de 331% dos vencimentos em agosto, até ontem. O bom desempenho foi puxado por uma captação de US$ 1 bilhão feita pela Eletrobrás. A taxa de rolagem é alta. Ela fica em 94%, acima dos 75% esperados pelo BC para o ano e dos 24% em julho e 66% observados no período de janeiro a julho.
Fonte:NetMarinha
Os investimentos estrangeiros diretos chegaram a US$ 1,287 bilhão em julho. O número está abaixo da média mensal necessária (US$ 2,083 bilhões) para o fluxo chegar aos US$ 25 bilhões projetados pelo BC para 2009. O ingresso mais fraco, porém, deve-se a uma operação pontual. Um acionista estrangeiro da VisaNet fez uma repatriação de US$ 853 milhões em capitais depois de vender sua participação na oferta pública da companhia. Assim, a saída de investimentos diretos foi mais do que compensada pelo ingresso de investimentos em ações.
Em agosto, até anteontem, os ingressos de investimentos diretos somam US$ 1,4 bilhão, e a projeção oficial do BC é que o fluxo chegue a US$ 1,6 bilhão até o fim do mês. Caso as projeções se confirmem, o fluxo em agosto também ficará abaixo da trajetória para atingir os US$ 25 bilhões esperados pelo BC para o ano. De janeiro a julho, a média mensal de ingressos de investimentos diretos foi de US$ 1,995 bilhão. Os ingressos de investimentos estrangeiros dirigidos à compra de títulos públicos se mantêm altos. Em julho, foram US$ 921 milhões, e os dados de agosto coletados até ontem registram fluxo positivo de US$ 584 milhões. Esses capitais são atraídos pelos altos juros básicos vigentes no país, em comparação com as taxas de outras economias.
As captações das empresas brasileiras no exterior mostram recuperação, com taxa de rolagem de 331% dos vencimentos em agosto, até ontem. O bom desempenho foi puxado por uma captação de US$ 1 bilhão feita pela Eletrobrás. A taxa de rolagem é alta. Ela fica em 94%, acima dos 75% esperados pelo BC para o ano e dos 24% em julho e 66% observados no período de janeiro a julho.
Fonte:NetMarinha
26.08.09 - qua
Retornam capitais de empresas brasileiras
Empresas transnacionais brasileiras fizeram em julho a repatriação de US$ 3,577 bilhões em investimentos diretos que estavam aplicados no exterior, mostram estatísticas divulgadas ontem pelo Banco Central. Em agosto, mantém-se a tendência de retorno de capitais brasileiros, com US$ 1,2 bilhões, nos dados apurados até ontem. O movimento acumulado no ano já chega a US$ 6,6 bilhões.
Em parte, o regresso dos capitais se deve às perspectivas menos favoráveis de lucros no exterior, em virtude do menor crescimento da economia mundial. Mas, em grande medida, o movimento de capitais é reflexo da liberação cambial recente, que deu maior flexibilidade para as empresas fazerem a sua gestão de caixa para pagamento de importações e exportações.
Como parte do pacote de liberação cambial, o BC autorizou em março de 2008 que os exportadores deixem no exterior 100% de suas receitas de exportações. Essa faculdade tem sido bastante usada sobretudo pelas empresas brasileiras com filiais no exterior. Não há estatística disponível que mostre exatamente quanto as empresas brasileiras deixaram no exterior. Mas as estimativas do BC são de que, em julho, as empresas brasileiras mantinham US$ 17,185 bilhões fora do país. Em julho, apenas, as companhias mantiveram no exterior US$ 3,951 bilhões em receitas de exportações.
Uma das formas usadas pelas empresas para trazer esses recursos ao Brasil é por meio da quitação de empréstimos intercompanhia. Em julho, as filiais de empresas brasileiras localizadas no exterior pagaram liquidamente US$ 3,215 bilhões às suas matrizes localizadas no Brasil. Os empréstimos intercompanhias são considerados investimentos diretos. Por isso, essas operações engordam as estatísticas do retorno de investimentos brasileiros diretos no exterior. Levantamento feito pelo BC mostra que os recursos estão sendo trazidos ao Brasil para quitar importações. Em 2008, o governo flexibilizou as regras para pagamento de importações, concedendo prazo de 360 dias em relação ao embarque das mercadorias.
O pagamento de importações explica por que, nos últimos meses, o câmbio contratado de importações está andando mais rápido do que as importações físicas. Em julho, o câmbio contratado de importações somou US$ 12,719 bilhões, acima das importações físicas, US$ 11,215 bilhões.
Fonte:NetMarinha
Em parte, o regresso dos capitais se deve às perspectivas menos favoráveis de lucros no exterior, em virtude do menor crescimento da economia mundial. Mas, em grande medida, o movimento de capitais é reflexo da liberação cambial recente, que deu maior flexibilidade para as empresas fazerem a sua gestão de caixa para pagamento de importações e exportações.
Como parte do pacote de liberação cambial, o BC autorizou em março de 2008 que os exportadores deixem no exterior 100% de suas receitas de exportações. Essa faculdade tem sido bastante usada sobretudo pelas empresas brasileiras com filiais no exterior. Não há estatística disponível que mostre exatamente quanto as empresas brasileiras deixaram no exterior. Mas as estimativas do BC são de que, em julho, as empresas brasileiras mantinham US$ 17,185 bilhões fora do país. Em julho, apenas, as companhias mantiveram no exterior US$ 3,951 bilhões em receitas de exportações.
Uma das formas usadas pelas empresas para trazer esses recursos ao Brasil é por meio da quitação de empréstimos intercompanhia. Em julho, as filiais de empresas brasileiras localizadas no exterior pagaram liquidamente US$ 3,215 bilhões às suas matrizes localizadas no Brasil. Os empréstimos intercompanhias são considerados investimentos diretos. Por isso, essas operações engordam as estatísticas do retorno de investimentos brasileiros diretos no exterior. Levantamento feito pelo BC mostra que os recursos estão sendo trazidos ao Brasil para quitar importações. Em 2008, o governo flexibilizou as regras para pagamento de importações, concedendo prazo de 360 dias em relação ao embarque das mercadorias.
O pagamento de importações explica por que, nos últimos meses, o câmbio contratado de importações está andando mais rápido do que as importações físicas. Em julho, o câmbio contratado de importações somou US$ 12,719 bilhões, acima das importações físicas, US$ 11,215 bilhões.
Fonte:NetMarinha



