24.10.11 - lun

Competitividade, investimentos e internacionalização

O segundo dia do 12º Seminário de Negócios Internacionais, em Jaraguá do Sul, abriu com a palestra do jornalista e ex-ministro Miguel Jorge, com o tema “Competitividade da indústria nacional e no mercado internacional”. Para ele, é preciso criar condições para que a indústria aumente sua produtividade, mas sem aumentar, por exemplo, as tarifas de importações. “O Brasil precisa de medidas comerciais mais sofisticadas”, diz.
Miguel Jorge aponta a ineficiência do governo e os problemas de infraestrutura como os maiores desafios à competitividade. “O governo brasileiro não facilita investimentos, inovações e exportações”, avalia, lembrando que, para se manter competitivo, são fundamentais investimentos constantes.
Dando continuidade à programação, Daniela Khauaja falou sobre internacionalização de marcas brasileiras. A doutora em Administração de Empresas com MBA em Marketing sugere que as organizações construam a marca de dentro para fora, mantendo-se fiel aos seus valores. “Toda a manifestação da marca deve ser consistente. É preciso definir uma estratégia global para internacionalizá-la”, comenta.
Para finalizar a manhã de palestras, o economista Frederico Turolla ministrou o tema “Investimentos diretos e a internacionalização das empresas brasileiras”. Ele analisou o momento ambíguo vivido pelo Brasil. “O país conquistou uma visibilidade internacional inédita, mas também se encontra na lanterna da competitividade. Alguma coisa está errada”, avalia. Segundo Turolla, vivemos uma disparidade entre o setor privado e o setor público. “Esse é o desafio número um da competitividade.”
Quem abre a programação da tarde é o economista e um dos coordenadores do Movimento Brasil Eficiente (MBE), Paulo Rabello de Castro. Às 15h, Turolla faz a mediação do painel empresarial sobre Desindustrialização. Três executivos catarinenses, Carlos Tavares D’Amaral (Cia Hering), Marcelo Hack (Perini Business Park e Cisa Brasile) e Vicente Donini (Marisol), participam do debate. Encerra a programação do 12º SENI o ex-embaixador do Brasil em Londres e em Paris e atual presidente do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), Sérgio Silva do Amaral, que abordará o tema “O Brasil e as novas fronteiras do comércio”.
Promovido pelo Núcleo de Comércio Exterior da Associação Empresarial de Joinville (ACIJ), o Seni acontece nos dias 20 e 21 de outubro, no Teatro Scar, em Jaraguá do Sul.

Por: Guia Marítimo

 

24.10.11 - lun

Brasil terá mais 10 anos de crescimento, diz Cherman

O crescimento nacional continuará em franca expansão, apesar da crise europeia, segundo avaliação é do economista do Itaú, Luis Gustavo Cherman. “O Brasil terá mais 10 anos de forte crescimento. O cenário de médio prazo também é muito bom”, disse, ao falar sobre os impactos da recessão mundial na economia brasileira, durante Congresso Brasileiro de Agências de Viagens e Feira das Américas 2011.
Segundo o economista, esse crescimento se dará por conta da característica doméstica da economia brasileira e da sua independência frente ao mercado europeu. “A ressalva é que vivemos um período de grande turbulência no mercado europeu e internacional. Caso esse cenário dure muito tempo, alguns anos, podemos vivenciar o crescimento mais tímido em algumas áreas do País”, afirmou.
Quase 30 mi ingressarão nas classes A, B e C.
O economista afirmou que a classe A, B e C crescerão 18,23% até 2014. Com isso, as principais classes sociais brasileiras deixarão de ser pouco mais de 60% para se tornarem 72,18% da sociedade.
No próximo triênio, mais de 27 milhões de brasileiros serão incorporados a esses estratos sociais. Cherman ressaltou que ainda restarão pouco menos de 60 milhões de pessoas no País que ainda poderão ascender socialmente.
Por: Guia Marítimo
21.10.11 - vie

Câmbio ainda é um problema

“O câmbio com variação é extremamente prejudicial ao exportador, pois sua variação prejudica diretamente seu lucro e investimento”. Quem afrima isso é o advogado Thiago Massicano, sócio-titular do Massicano Advogados & Associados. De acordo com o especialista, para combater este gargalo é preciso se propor uma política de diminuição da carga tributária, que vise facilitar essa margem das empresas e o diminuir o impacto da variação cambial no empresário.

De acordo com o especialista, além deste benefício, a desoneração tributária estimula a geração de empregos e gera, conseqüentemente, maior demanda para exportação.” Menos carga tributária é aumento da produção interna do País”, finaliza.

Por: Guia marítimo

 

 

 

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