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16.11.10 - mar
China, Brasil e Índia são os mercados mais promissores
Investidores disseram que estão vendo oportunidades e assumindo mais risco em mercados emergentes como China, Brasil e Índia do que em países desenvolvidos, de acordo com a última pesquisa trimestral Bloomberg Global Poll, com 1.030 investidores, analistas e operadores.
Os Estados Unidos ficaram em quarto lugar atrás dos três emergentes na lista das economias que oferecem as melhores oportunidades. A maior economia do mundo também ficou em terceiro lugar entre os piores países para se investir, atrás da União Europeia e do Japão. Alguns entrevistados mencionaram a decisão do Federal Reserve (Fed, banco central americano) de comprar US$ 600 bilhões em títulos do Tesouro como motivo de preocupação.
O Brasil foi indicado por 31% dos entrevistados como o melhor ou um dos dois melhores países do mundo para se investir no ano que vem, atrás apenas da China, apontada por 33%, na primeira pergunta da pesquisa.
A recente eleição presidencial no Brasil foi vista como um sinal positivo pelos participantes da pesquisa global, com 33% dizendo que a vitória de Dilma Rousseff foi boa para investidores. A maioria, 55%, disse não ter ideia se o fato era bom ou ruim para os investidores e 12% mencionaram que seria ruim. Rousseff promete manter as políticas do seu mentor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Entrevistados demonstraram otimismo em relação à economia global, com 44% esperando uma melhora, 37% com expectativa de estabilidade e 18% prevendo piora. Os investidores apontaram que as ações poderão oferecer melhores retornos ao longo do próximo ano, com as commodities sendo o melhor investimento. Do outro lado, 49% disseram que os títulos teriam os piores retornos, enquanto 19% escolheram os investimento imobiliários nessa questão.
Entre os entrevistados, 53% disseram que irão aumentar a exposição em ações nos próximos seis meses, alta de 9 pontos percentuais em relação ao último levantamento, em setembro. Outros 42% afirmaram que vão investir mais em commodities, 6 pontos acima da pesquisa anterior. Os investidores e analistas apontaram as classes de ativo com mais tendência a subir nos próximos seis meses, com o petróleo sendo o escolhido por 65%. Mais da metade, 51%, disse esperar alta do ouro.
Desde 27 de agosto, quando o presidente do Fed, Ben Bernanke, avisou que o BC estava pronto para tomar medidas adicionais de estímulo ao crescimento econômico, o índice Standard & Poor's 500 subiu 14%. O pacote de compra de títulos gerou muitas críticas por parte de vários presidentes regionais do Fed e também de autoridades internacionais da Alemanha, China e Brasil.
Alguns entrevistados disseram que a política do Fed, conhecida como alívio quantitativo por afrouxar a política monetária ao adquirir quantidades significativas de títulos em vez de reduzir a taxa de juros, dá um golpe potencialmente perigoso nos mercados.
Greg Metzger, um operador de commodities da Sempra Energy Trading LLC, em Stamford, Connecticut, acha que "com o Fed ainda lançando dinheiro barato nos mercados, o dólar vai continuar caindo e a bolha de commodities vai seguir se expandindo".
"Alguns investidores profissionais podem até ganhar dinheiro nesse mercado (americano) e conseguem se proteger da queda que inevitavelmente virá, mas a alta do mercado tem sido impulsionada pelo Federal Reserve, não pelos fundamentos econômicos dos EUA", disse Todd Lechtenberger, diretor de investimentos do Bodard Trust em Oklahoma.
No entanto, 39% dos investidores e analistas financeiros disseram estar confiantes no ambiente econômico. Outros 25% disseram que a situação está voltando ao normal. Já 35% afirmaram ainda estar na defensiva, de acordo com a pesquisa realizada no dia 8 de novembro pela Selzer & Co., com sede em Iowa.
Os entrevistados ficaram divididos quanto à avaliação da economia americana: 32% acreditam que está melhorando e outros 32% acham que está piorando, enquanto 36% avaliam que está estável. A pesquisa tem margem de erro de 3,1 pontos percentuais.
Com informações Valor Econômico
Os Estados Unidos ficaram em quarto lugar atrás dos três emergentes na lista das economias que oferecem as melhores oportunidades. A maior economia do mundo também ficou em terceiro lugar entre os piores países para se investir, atrás da União Europeia e do Japão. Alguns entrevistados mencionaram a decisão do Federal Reserve (Fed, banco central americano) de comprar US$ 600 bilhões em títulos do Tesouro como motivo de preocupação.
O Brasil foi indicado por 31% dos entrevistados como o melhor ou um dos dois melhores países do mundo para se investir no ano que vem, atrás apenas da China, apontada por 33%, na primeira pergunta da pesquisa.
A recente eleição presidencial no Brasil foi vista como um sinal positivo pelos participantes da pesquisa global, com 33% dizendo que a vitória de Dilma Rousseff foi boa para investidores. A maioria, 55%, disse não ter ideia se o fato era bom ou ruim para os investidores e 12% mencionaram que seria ruim. Rousseff promete manter as políticas do seu mentor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Entrevistados demonstraram otimismo em relação à economia global, com 44% esperando uma melhora, 37% com expectativa de estabilidade e 18% prevendo piora. Os investidores apontaram que as ações poderão oferecer melhores retornos ao longo do próximo ano, com as commodities sendo o melhor investimento. Do outro lado, 49% disseram que os títulos teriam os piores retornos, enquanto 19% escolheram os investimento imobiliários nessa questão.
Entre os entrevistados, 53% disseram que irão aumentar a exposição em ações nos próximos seis meses, alta de 9 pontos percentuais em relação ao último levantamento, em setembro. Outros 42% afirmaram que vão investir mais em commodities, 6 pontos acima da pesquisa anterior. Os investidores e analistas apontaram as classes de ativo com mais tendência a subir nos próximos seis meses, com o petróleo sendo o escolhido por 65%. Mais da metade, 51%, disse esperar alta do ouro.
Desde 27 de agosto, quando o presidente do Fed, Ben Bernanke, avisou que o BC estava pronto para tomar medidas adicionais de estímulo ao crescimento econômico, o índice Standard & Poor's 500 subiu 14%. O pacote de compra de títulos gerou muitas críticas por parte de vários presidentes regionais do Fed e também de autoridades internacionais da Alemanha, China e Brasil.
Alguns entrevistados disseram que a política do Fed, conhecida como alívio quantitativo por afrouxar a política monetária ao adquirir quantidades significativas de títulos em vez de reduzir a taxa de juros, dá um golpe potencialmente perigoso nos mercados.
Greg Metzger, um operador de commodities da Sempra Energy Trading LLC, em Stamford, Connecticut, acha que "com o Fed ainda lançando dinheiro barato nos mercados, o dólar vai continuar caindo e a bolha de commodities vai seguir se expandindo".
"Alguns investidores profissionais podem até ganhar dinheiro nesse mercado (americano) e conseguem se proteger da queda que inevitavelmente virá, mas a alta do mercado tem sido impulsionada pelo Federal Reserve, não pelos fundamentos econômicos dos EUA", disse Todd Lechtenberger, diretor de investimentos do Bodard Trust em Oklahoma.
No entanto, 39% dos investidores e analistas financeiros disseram estar confiantes no ambiente econômico. Outros 25% disseram que a situação está voltando ao normal. Já 35% afirmaram ainda estar na defensiva, de acordo com a pesquisa realizada no dia 8 de novembro pela Selzer & Co., com sede em Iowa.
Os entrevistados ficaram divididos quanto à avaliação da economia americana: 32% acreditam que está melhorando e outros 32% acham que está piorando, enquanto 36% avaliam que está estável. A pesquisa tem margem de erro de 3,1 pontos percentuais.
Com informações Valor Econômico
11.11.10 - jue
Santos Brasil apresenta planos para região Sul nesta semana
Empresa detalha os trabalhos de recuperação e ampliação do cais acostável do Porto de Imbituba (SC), que terá sua extensão praticamente triplicada até o segundo semestre de 2011
A Santos Brasil, maior operadora de contêineres do país, estará presente em um painel no dia 11 de novembro em Porto Alegre, onde a empresa apresentará em detalhes o plano de investimento da companhia para o Porto de Imbituba, em Santa Catarina. O Terminal de Contêineres da Santos Brasil está inserido no Porto da cidade, região estratégica de fácil acesso ao sul do Brasil e a países do Mercosul. O objetivo da empresa é transformar a região em uma alternativa logística para receber linhas da Ásia, Europa e Américas.
A primeira fase da obra de Santa Catarina, que contempla a liberação de 300 metros de cais, será entregue ainda em novembro e exigiu investimentos de R$ 230 milhões. A finalização do empreendimento está prevista para o primeiro semestre de 2011, quando a área de operação do Tecon Imbituba será quase triplicada: passará dos atuais 280 metros para 660 metros de comprimento Quando estiver concluído, o novo cais também contará com dois Portêineres, modelos super-post-Panamax, com capacidade para atingir 21 fileiras no navio de contêiner. Segundo Bruno Figurelli, superintendente do Tecom Imbituba, com a instalação dos novos equipamentos e a conclusão das obras, a Santos Brasil poderá operar dois navios de contêineres, simultaneamente.
Por Redação NetMarinha
A Santos Brasil, maior operadora de contêineres do país, estará presente em um painel no dia 11 de novembro em Porto Alegre, onde a empresa apresentará em detalhes o plano de investimento da companhia para o Porto de Imbituba, em Santa Catarina. O Terminal de Contêineres da Santos Brasil está inserido no Porto da cidade, região estratégica de fácil acesso ao sul do Brasil e a países do Mercosul. O objetivo da empresa é transformar a região em uma alternativa logística para receber linhas da Ásia, Europa e Américas.
A primeira fase da obra de Santa Catarina, que contempla a liberação de 300 metros de cais, será entregue ainda em novembro e exigiu investimentos de R$ 230 milhões. A finalização do empreendimento está prevista para o primeiro semestre de 2011, quando a área de operação do Tecon Imbituba será quase triplicada: passará dos atuais 280 metros para 660 metros de comprimento Quando estiver concluído, o novo cais também contará com dois Portêineres, modelos super-post-Panamax, com capacidade para atingir 21 fileiras no navio de contêiner. Segundo Bruno Figurelli, superintendente do Tecom Imbituba, com a instalação dos novos equipamentos e a conclusão das obras, a Santos Brasil poderá operar dois navios de contêineres, simultaneamente.
Por Redação NetMarinha
11.11.10 - jue
Autoridades querem incluir Hidrovia do Rio Itajaí-Açu ao PNIH
O superintendente do Porto de Itajaí, Antonio Ayres dos Santos Júnior, apresentou projeto de inclusão da Hidrovia do Rio Itajaí-Açu ao PNIH (Plano Nacional de Integração Hidroviária) da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) do Governo Federal, durante reunião com o grupo técnico da agência e representantes da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).
A intenção, segundo o executivo, é criar uma rota de navegação fluvial entre Itajaí e Blumenau, incluindo inicialmente o trecho de 10 quilômetros a montante do complexo de Itajaí no trajeto oficial, por este já possuir condições técnicas de operação - como profundidade adequada e sinalização náutica em fase final de implantação. Atualmente, o trecho hidroviário já é utilizado por terminais localizados à margem do rio.
Na visão de Ayres, é necessário que a hidrovia seja oficializada para iniciar a segunda etapa do projeto, que prevê a adequação do restante da rota entre Blumenau e Itajaí a médio prazo. Os estudos iniciais para o processo de inclusão foram elaborados pelo hidrógrafo e oceanógrafo, capitão de Mar e Guerra Alberto Pedrassani Costa Neves, e contam com a parceria da ASSUHI (A Associação dos Usuários da Hidrovia do Rio Itajaí-Açu).
O PNIH tem o objetivo de traçar um diagnóstico sobre a situação das bacias hidrográficas do País, analisando o potencial logístico e os modais envolidos, a fim de viabilizar projetos de infraestrutura e escoamento de cargas. O desenvolvimento do plano está sendo realizado conjunto pela Antaqundefined e UFSC, com um investimento de R$ 2,9 milhões e previsão de 24 meses para a apuração.
A intenção, segundo o executivo, é criar uma rota de navegação fluvial entre Itajaí e Blumenau, incluindo inicialmente o trecho de 10 quilômetros a montante do complexo de Itajaí no trajeto oficial, por este já possuir condições técnicas de operação - como profundidade adequada e sinalização náutica em fase final de implantação. Atualmente, o trecho hidroviário já é utilizado por terminais localizados à margem do rio.
Na visão de Ayres, é necessário que a hidrovia seja oficializada para iniciar a segunda etapa do projeto, que prevê a adequação do restante da rota entre Blumenau e Itajaí a médio prazo. Os estudos iniciais para o processo de inclusão foram elaborados pelo hidrógrafo e oceanógrafo, capitão de Mar e Guerra Alberto Pedrassani Costa Neves, e contam com a parceria da ASSUHI (A Associação dos Usuários da Hidrovia do Rio Itajaí-Açu).
O PNIH tem o objetivo de traçar um diagnóstico sobre a situação das bacias hidrográficas do País, analisando o potencial logístico e os modais envolidos, a fim de viabilizar projetos de infraestrutura e escoamento de cargas. O desenvolvimento do plano está sendo realizado conjunto pela Antaqundefined e UFSC, com um investimento de R$ 2,9 milhões e previsão de 24 meses para a apuração.



