11.04.12 - mié

Brasil, Índia, Rússia e China reagem positivamente à crise econômica internacional

As economias do Brasil, da Índia, da Rússia e da China mostram “sinais positivos” de avanços e reações aos impactos da crise econômica internacional, segundo a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Em relatório, divulgado nesta terça-feira, a OCDE informou ainda que o Japão e os Estados Unidos também demonstram recuperação de suas economias.

De acordo com o documento, a tendência é de mudanças positivas e mais dinamismo nas economias mundiais. As economias da Itália e da França, no entanto, ainda se mantêm em ritmo lento, avalia a OCDE. Movimentos mais positivos são observados na Alemanha e no Reino Unido.

Os efeitos da crise econômica internacional ainda predominam nas discussões durante reuniões de líderes políticos. Na última segunda-feira, a presidenta Dilma Rousseff conversou com Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, sobre o assunto. Segundo ela, é necessário ampliar as parcerias para buscar fortalecer os países e consequentemente motivar a economia.

Por Guia Marítimo.

11.04.12 - mié

Ministros apontam necessidades da logística brasileira

Teve início nesta terça-feira a 18ª edição da Intermodal South America, maior feira de Comércio Exterior e Logística da América Latina. Presidentes à cerimônia de abertura do evento, Leônidas Cristino, ministro da Secretaria de Portos, Humberto Luis Ribeiro, secretário de Comércio e Serviços do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio), representando o ministro Fernando Pimentel, Pedro Brito, diretor da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), e Paulo Sérgio Passos, ministro dos Transportes, comentaram sobre o panorama atual da logística do País e apontaram problemas e soluções para o desenvolvimento do comércio exterior brasileiro.

“Reunimos todas as condições de interesses nacionais e internacionais para isso. Nosso modelo portuário é o mesmo modelo da Holanda, no qual o governo tem a terra, tem a infraestrutura, mas a iniciativa privada fica responsável pelo crescimento dessas estruturas e por suas operações. A diferença é que a Holanda já faz isso há alguns séculos”, comentou Pedro Brito sobre o cenário brasileiro atual. E complementou: “O Brasil precisa fazer uma integração intermodal. Isso é importante para o seu desenvolvimento”, ressaltou.

Humberto Luis, por sua vez, afirmou que a inclusão das empresas de logística na agenda do MDIC era um fator faltante, mas agora está acontecendo: “Algumas inovações já estão sendo realizadas, como a formalização empresarial no setor de cargas, no sentido de inclusão social e econômica, como a renovação da frota… A desoneração da folha de pagamento também é outra questão que temos discutido. Ou seja, temos articulado diversas medidas para fortalecer o setor logístico brasileiro”, atentou.

Bastante bem humorado em seu discurso, Leônidas Cristino ressaltou que quando o PIB (Produto Interno bruto) de um país cresce, seu comércio exterior cresce exponencialmente: “Desse modo, o volume de cargas também cresce. Para isso, precisamos de planejamento, já que sem planejamento não vamos a lugar algum. Temos agora o Plano Brasil Maior e queremos uma logística integrada, não pode ser diferente disso. Olhamos esse plano com todo carinho porque ele pode tranqüilizar o Brasil em seu crescimento econômico. O País está preocupado em melhorar sua inteligência logística”, instigou.

Paulo Sérgio Passos não poupou ânimo para falar sobre os problemas que o Brasil enfrenta em termos de infraestrutura: “Sentimos confiança no nosso País, que é aberto e capaz de atrair parceiros estrangeiros. Temos que trabalhar para sermos competitivos porque sem isso não construiremos as condições basileiras para o que o Brasil dê um salto. Os últimos governos – Dilma e Lula – caminham nesse sentido. Precisamos nos preocupar com a integração de modos de transporte e privilegiar os modos mais eficientes.

Por Guia Marítimo.

10.04.12 - mar

Primeiro trimestre do ano tem recorde em número de navios bulk descartados

O número de navios bulk vendidos para demolição nos primeiros três meses deste ano bateu recorde: chegou a 139 unidades, o  maior número registrado pela Clarkson Research Services em um trimestre. Os armadores descartaram um número grande de pequenas embarcações já antigas e isso motivou o crescimento do número registrado pela companhia analista.

Apesar de o número de navios capesize bulk com mais de 100 mil dwt demolidos ter caído em comparação aos volumes registrados no primeiro semestre de 2011, as 12 embarcações de 2,2 milhões de dwt representam pouco menos da metade dos 30 navios de 4,8 milhões de dwt registrados entre abril e junho do ano passado.

Neste ano, os panamax e handymax bateram recordes. De um total de 7,8 milhões de dwt vendidos para demolição, 2,4 milhões de dwt pertenvem a bulks panamax que tem entre 60 mil e 99.999 dwt de capacidade.

Por Guia Marítimo.

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