Archivo
08.04.10 - jue
Cuba deve abrir parte de seu setor de açúcar
Cuba já foi sinônimo de açúcar. Nos anos 60 e 70, o então ditador Fidel Castro fazia campanhas para o aumento da produção em prol da revolução. Mas a situação mudou e a ilha caribenha está agora buscando investimentos para reviver o setor.
O Ministério do Açúcar de Cuba será fechado nos próximos meses e substituído por uma corporação estatal, na mais importante reorganização da outrora próspera indústria açucareira do país, desde que ela encolheu drasticamente de tamanho na última década. Segundo fontes do setor, os planos de criação da nova corporação açucareira e revitalização do setor permitirão, entre outras coisas, os investimentos estrangeiros e o fechamento de usinas de açúcar ineficientes. Esses planos devem ser aprovados em breve pelo presidente Raúl Castro. Essas fontes conhecem bem o setor e pediram para não ser identificadas.
O fim iminente do ministério parece ser o último capítulo do declínio dramático da indústria açucareira de Cuba, onde o açúcar já reinou, mas hoje responde por menos de 5% da receita cambial.
A mais nova iniciativa é parecida a outras reformas agrícolas feitas por Castro, que substituiu o irmão mais velho, Fidel, em 2008, e está tentando aumentar a produção de alimentos afrouxando o controle do governo comunista sobre a agricultura.
A queda de Cuba da posição de maior exportador de açúcar do mundo, cuja produção já atingiu 8 milhões de toneladas de açúcar cristalizado anuais, começou com o colapso da União Soviética em 1991. Desde então, o setor declinou incessantemente e a produção da atual safra deverá ficar em apenas 1,2 milhão de toneladas.
Mas, com a reorganização que se aproxima, "no médio prazo eles esperam aumentar a produção para 2,8 milhões de toneladas usando um número menor de usinas", disse uma fonte cubana com grande conhecimento do setor açucareiro. "O rendimento por hectare está atualmente em cerca de 3 toneladas e o objetivo é elevar isso para pelo menos 6 toneladas", acrescentou a fonte. O padrão internacional é de 8 toneladas por hectare.
Cuba consome atualmente um mínimo de 700 mil toneladas de açúcar por ano.
Corporações parecidas com a que está sendo planejada para cuidar da produção açucareira já operam com sócios estrangeiros na produção de níquel (Cubaniquel), e petróleo e gás (Cubapetroleo), sob o Ministério da Indústria de Base
Ainda não está claro se a nova companhia do setor açucareiro ficará subordinada ao Ministério da Agricultura ou a alguma outra autoridade governamental.
"A nova estrutura dará àqueles responsáveis pela tomada de decisões no setor mais autonomia e permitirá a eles manter um porcentual das receitas para reinvestimentos", informou um economista cubano, pedindo, assim como as demais fontes, para não ter seu nome revelado.
Os Estados Unidos, antes da revolução cubana de 1959, e a União Soviética, posteriormente, pagaram preços inflados pelo açúcar cubano para estimular a economia da ilha, de modo que o colapso do bloco soviético atingiu duramente Cuba e sua indústria açucareira.
Hoje, as exportações de serviços técnicos são as maiores geradoras de receitas cambiais para Cuba, seguidas de outros serviços como aviação, turismo e comunicações, níquel, produtos refinados de petróleo, produtos farmacêuticos, charutos e só depois o açúcar.
Em 2002, num encolhimento dramático daquele que já foi o principal setor da ilha, Cuba fechou e desmanchou 71 de suas 156 usinas de açúcar - todas as 71 construídas antes da revolução. Em seguida, transferiu 60% das terras usadas no cultivo da cana para outros usos.
Mais de 200 mil dos 400 mil trabalhadores do setor foram transferidos para outros empregos e muitas cidades rurais que dependiam do açúcar ficaram estagnadas, com suas fábricas fechadas marcando o horizonte. Mais usinas fecharam desde então e, na atual safra, apenas 44 estão operando. Outras 20 vêm sendo mantidas em condições de funcionamento para uso futuro.
Apenas 700 mil hectares de um total de mais de 2 milhões de hectares antes controlados pelo Ministério do Açúcar de Cuba são hoje dedicados ao plantio da cana.
Sob Raúl Castro, antigas plantações de cana já foram transferidas para o Ministério da Agricultura e um grande sistema ferroviário para o transporte da cana das plantações para as usinas, e das usinas para os portos, foi transferido para o Ministério dos Transportes.
O Ministério do Açúcar de Cuba será fechado nos próximos meses e substituído por uma corporação estatal, na mais importante reorganização da outrora próspera indústria açucareira do país, desde que ela encolheu drasticamente de tamanho na última década. Segundo fontes do setor, os planos de criação da nova corporação açucareira e revitalização do setor permitirão, entre outras coisas, os investimentos estrangeiros e o fechamento de usinas de açúcar ineficientes. Esses planos devem ser aprovados em breve pelo presidente Raúl Castro. Essas fontes conhecem bem o setor e pediram para não ser identificadas.
O fim iminente do ministério parece ser o último capítulo do declínio dramático da indústria açucareira de Cuba, onde o açúcar já reinou, mas hoje responde por menos de 5% da receita cambial.
A mais nova iniciativa é parecida a outras reformas agrícolas feitas por Castro, que substituiu o irmão mais velho, Fidel, em 2008, e está tentando aumentar a produção de alimentos afrouxando o controle do governo comunista sobre a agricultura.
A queda de Cuba da posição de maior exportador de açúcar do mundo, cuja produção já atingiu 8 milhões de toneladas de açúcar cristalizado anuais, começou com o colapso da União Soviética em 1991. Desde então, o setor declinou incessantemente e a produção da atual safra deverá ficar em apenas 1,2 milhão de toneladas.
Mas, com a reorganização que se aproxima, "no médio prazo eles esperam aumentar a produção para 2,8 milhões de toneladas usando um número menor de usinas", disse uma fonte cubana com grande conhecimento do setor açucareiro. "O rendimento por hectare está atualmente em cerca de 3 toneladas e o objetivo é elevar isso para pelo menos 6 toneladas", acrescentou a fonte. O padrão internacional é de 8 toneladas por hectare.
Cuba consome atualmente um mínimo de 700 mil toneladas de açúcar por ano.
Corporações parecidas com a que está sendo planejada para cuidar da produção açucareira já operam com sócios estrangeiros na produção de níquel (Cubaniquel), e petróleo e gás (Cubapetroleo), sob o Ministério da Indústria de Base
Ainda não está claro se a nova companhia do setor açucareiro ficará subordinada ao Ministério da Agricultura ou a alguma outra autoridade governamental.
"A nova estrutura dará àqueles responsáveis pela tomada de decisões no setor mais autonomia e permitirá a eles manter um porcentual das receitas para reinvestimentos", informou um economista cubano, pedindo, assim como as demais fontes, para não ter seu nome revelado.
Os Estados Unidos, antes da revolução cubana de 1959, e a União Soviética, posteriormente, pagaram preços inflados pelo açúcar cubano para estimular a economia da ilha, de modo que o colapso do bloco soviético atingiu duramente Cuba e sua indústria açucareira.
Hoje, as exportações de serviços técnicos são as maiores geradoras de receitas cambiais para Cuba, seguidas de outros serviços como aviação, turismo e comunicações, níquel, produtos refinados de petróleo, produtos farmacêuticos, charutos e só depois o açúcar.
Em 2002, num encolhimento dramático daquele que já foi o principal setor da ilha, Cuba fechou e desmanchou 71 de suas 156 usinas de açúcar - todas as 71 construídas antes da revolução. Em seguida, transferiu 60% das terras usadas no cultivo da cana para outros usos.
Mais de 200 mil dos 400 mil trabalhadores do setor foram transferidos para outros empregos e muitas cidades rurais que dependiam do açúcar ficaram estagnadas, com suas fábricas fechadas marcando o horizonte. Mais usinas fecharam desde então e, na atual safra, apenas 44 estão operando. Outras 20 vêm sendo mantidas em condições de funcionamento para uso futuro.
Apenas 700 mil hectares de um total de mais de 2 milhões de hectares antes controlados pelo Ministério do Açúcar de Cuba são hoje dedicados ao plantio da cana.
Sob Raúl Castro, antigas plantações de cana já foram transferidas para o Ministério da Agricultura e um grande sistema ferroviário para o transporte da cana das plantações para as usinas, e das usinas para os portos, foi transferido para o Ministério dos Transportes.
06.04.10 - mar
Carga em avião cresce 42% na América Latina
· A demanda no transporte aéreo de carga na América Latina aumentou 41,9% em fevereiro, a maior alta e quase o dobro da expansão de 26,5% globalmente, comparado ao mesmo mês de 2009, revelou ontem a Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata). Na América do Norte, a expansão foi de 34,1% e na Ásia-Pacífico, de 34,5%. Em fevereiro, o tráfego aéreo internacional de passageiros também continuou a ter mais demanda. Comparado ao mesmo período de 2009, o crescimento foi de 9,5%. Na América Latina, a alta nesse segmento ficou em 8,5%. A expectativa é de que as companhias aéreas na região terão ganho de US$ 800 milhões este ano, segundo ano consecutivo de balanço positivo. "Estamos indo na direção certa. Em dois ou três meses a indústria deve voltar aos níveis de tráfego pré-crise" , afirmou o presidente da Iata, Giovanni Bisignani. Embora tenha comemorado os resultados, ele lembrou que a base comparativa é fraca, uma vez que fevereiro de 2009 marcou o pior momento da recessão para o transporte aéreo. "Esta não é uma recuperação total. A próxima tarefa é nos ajustar a dois anos de crescimento perdido", acrescentou Bisignani. Segundo a Iata, o tráfego de passageiros precisa crescer 1,4% e o transporte de carga subir 3% para retornarem aos níveis pré-crise. A forte alta no transporte de carga é atribuída à restauração de estoques pelas empresas. A taxa vai diminuir no segundo semestre, depois de os estoques terem atingido níveis normais, na expectativa da Iata. A partir daí, o menor crescimento em cargas será liderado pelo consumo e expansão do comércio mundial. Nos Estados Unidos, enquanto o PIB cresceu 5,9% no quarto trimestre de 2009, os gastos em consumo só aumentaram 1,7%. Apesar da alta da demanda pelo transporte aéreo, a Iata nota o fraco desempenho das companhias europeias. A expectativa é de que elas perderão US$ 2,2 bilhões este ano, comparado a prejuízo total de US$ 2,8 bilhoes das companhias.
06.04.10 - mar
Escoamento de carga terá novo trecho até Paranaguá
A empresa estatal Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A. (Ferroeste) confirmou ter sido contemplada pelo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC-2) para a construção da Ferrovia da Integração Oeste, que interligará os Municípios de Dourados (MS) e Panorama (SP), e do Corredor Ferroviário, entre Dourados e Cascavel (PR). Estima-se que o projeto receberá aproximadamente R$ 4 bilhões, valor ainda não confirmado pela empresa. O projeto terá 625 quilômetros e interligará os dois maiores municípios produtores de soja do Estado do Mato Grosso do Sul, Dourados e Maracaju, ao Porto de Paranaguá (PR).
A obra deverá ser executada com a supervisão do Exército. "Precisamos fortalecer as regiões do interior do Brasil que são produtoras de alimentos e que não contam com ferrovias, melhorando a sua infraestrutura logística e sua integração com os demais modais de transporte. A construção dessa malha é fundamental para o desenvolvimento econômico e social do sul brasileiro", comentou o presidente da empresa, Samuel Gomes, em entrevista exclusiva ao DCI.
Planejamento
Em relação à criação da Ferrovia da Integração do Sul S.A. (Ferrosul), com o propósito de planejar, construir e operar, sob controle público, ferrovias e sistemas logísticos nos quatro estados da região, conforme decisão do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul), Gomes disse que já encaminhou à Assembleia Legislativa do Paraná o anteprojeto da constituição da nova empresa. "Estamos aguardando a decisão da Assembleia Legislativa para somente então começarmos a transformação da Ferroeste em Ferrosul."
A participação de Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul no capital da Ferrosul precisará ser autorizada pelas Assembleias Legislativas e a gestão, a ser compartilhada pelos quatro estados, será assegurada por acordo de acionistas. Os trechos ferroviários existentes e os direitos de concessão da Ferroeste passarão a ser de propriedade da Ferrosul. Segundo a posição dos governadores e dos presidentes das Assembleias Legislativas dos quatro estados do Codesul, as novas ferrovias de bitola larga que unirão a região às demais regiões do País deverão ser planejadas, construídas e operadas pela Ferrosul.
"Precisamos fortalecer as regiões do interior do Brasil que são produtoras de alimentos e que não contam com ferrovias, melhorando sua infraestrutura logística e sua integração com os demais modais de transporte. É o caso do sudoeste do Mato Grosso do Sul, do noroeste do Paraná, do sudoeste do Paraná, do oeste de Santa Catarina e do noroeste do Rio Grande do Sul", afirmou Samuel Gomes.
Trechos
O presidente da empresa também comentou que, com a Ferrosul, serão criados aproximadamente 2.600 quilômetros de ferrovia, e para isso ele pretende obter aportes de até R$ 6 bilhões. "Este é um modelo vencedor, não temos de ficar privatizando tudo. Ao invés de o governo federal gastar o dobro com empresas privadas, ele gastará menos da metade com a Ferrosul, que terá a supervisão do Exército", como frisou Gomes. Serão construídos os trechos Maracaju-Cascavel, de 500 km; Guarapuava (PR)-Cascavel, de 250 km; Guarapuava-Paranaguá, 365 km; Cascavel-Foz do Iguaçu (PR), de 170 km; Chapecó (SC)- Rio Grande (RS), de 600 km; e, por fim, Dionisio Cerqueira-Itajaí, com 550 km.
Gomes relembrou que a dificuldade de conseguir aportes antes fez com que o Estado do Paraná arcasse com os custos da construção de duas ferrovias. "É impressionante a dificuldade de conseguir investimentos do governo federal. Para empresas privadas a história é diferente."
Parceria
Em relação à participação do Exército na construção e na supervisão dos novos trechos da Ferroeste/Ferrosul, Gomes ressaltou que confia muito no trabalho do exército e que foram os militares que construíram o trecho de aproximadamente 250 km entre Guarapuava e Cascavel. "Com essa parceria asseguramos que as ferrovias construídas terão a melhor manutenção possível; queremos que o Exército se responsabilize de modo permanente pela conservação dos trechos novos. A participação do Exército na construção e na manutenção das ferrovias brasileiras é garantia de preços justos e de qualidade das obras. Acreditamos no profissionalismo e no patriotismo da engenharia militar brasileira", comemorou Gomes.
O presidente da empresa esteve no lançamento do Plano Catarina, na última quarta-feira (1º), em Florianópolis (SC). O evento foi criado para posicionar melhor o estado no mercado turístico, e desenvolvido pela Secretaria de Estado de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer (SOL) e pela Santa Catarina Turismo (Santur).
Novo projeto da estatal Ferroeste terá 625 quilômetros para ligar os dois maiores municípios produtores de soja do Mato Grosso do Sul ao Porto de Paranaguá, com investimento previsto de R$ 4 bilhões.
A obra deverá ser executada com a supervisão do Exército. "Precisamos fortalecer as regiões do interior do Brasil que são produtoras de alimentos e que não contam com ferrovias, melhorando a sua infraestrutura logística e sua integração com os demais modais de transporte. A construção dessa malha é fundamental para o desenvolvimento econômico e social do sul brasileiro", comentou o presidente da empresa, Samuel Gomes, em entrevista exclusiva ao DCI.
Planejamento
Em relação à criação da Ferrovia da Integração do Sul S.A. (Ferrosul), com o propósito de planejar, construir e operar, sob controle público, ferrovias e sistemas logísticos nos quatro estados da região, conforme decisão do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul), Gomes disse que já encaminhou à Assembleia Legislativa do Paraná o anteprojeto da constituição da nova empresa. "Estamos aguardando a decisão da Assembleia Legislativa para somente então começarmos a transformação da Ferroeste em Ferrosul."
A participação de Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul no capital da Ferrosul precisará ser autorizada pelas Assembleias Legislativas e a gestão, a ser compartilhada pelos quatro estados, será assegurada por acordo de acionistas. Os trechos ferroviários existentes e os direitos de concessão da Ferroeste passarão a ser de propriedade da Ferrosul. Segundo a posição dos governadores e dos presidentes das Assembleias Legislativas dos quatro estados do Codesul, as novas ferrovias de bitola larga que unirão a região às demais regiões do País deverão ser planejadas, construídas e operadas pela Ferrosul.
"Precisamos fortalecer as regiões do interior do Brasil que são produtoras de alimentos e que não contam com ferrovias, melhorando sua infraestrutura logística e sua integração com os demais modais de transporte. É o caso do sudoeste do Mato Grosso do Sul, do noroeste do Paraná, do sudoeste do Paraná, do oeste de Santa Catarina e do noroeste do Rio Grande do Sul", afirmou Samuel Gomes.
Trechos
O presidente da empresa também comentou que, com a Ferrosul, serão criados aproximadamente 2.600 quilômetros de ferrovia, e para isso ele pretende obter aportes de até R$ 6 bilhões. "Este é um modelo vencedor, não temos de ficar privatizando tudo. Ao invés de o governo federal gastar o dobro com empresas privadas, ele gastará menos da metade com a Ferrosul, que terá a supervisão do Exército", como frisou Gomes. Serão construídos os trechos Maracaju-Cascavel, de 500 km; Guarapuava (PR)-Cascavel, de 250 km; Guarapuava-Paranaguá, 365 km; Cascavel-Foz do Iguaçu (PR), de 170 km; Chapecó (SC)- Rio Grande (RS), de 600 km; e, por fim, Dionisio Cerqueira-Itajaí, com 550 km.
Gomes relembrou que a dificuldade de conseguir aportes antes fez com que o Estado do Paraná arcasse com os custos da construção de duas ferrovias. "É impressionante a dificuldade de conseguir investimentos do governo federal. Para empresas privadas a história é diferente."
Parceria
Em relação à participação do Exército na construção e na supervisão dos novos trechos da Ferroeste/Ferrosul, Gomes ressaltou que confia muito no trabalho do exército e que foram os militares que construíram o trecho de aproximadamente 250 km entre Guarapuava e Cascavel. "Com essa parceria asseguramos que as ferrovias construídas terão a melhor manutenção possível; queremos que o Exército se responsabilize de modo permanente pela conservação dos trechos novos. A participação do Exército na construção e na manutenção das ferrovias brasileiras é garantia de preços justos e de qualidade das obras. Acreditamos no profissionalismo e no patriotismo da engenharia militar brasileira", comemorou Gomes.
O presidente da empresa esteve no lançamento do Plano Catarina, na última quarta-feira (1º), em Florianópolis (SC). O evento foi criado para posicionar melhor o estado no mercado turístico, e desenvolvido pela Secretaria de Estado de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer (SOL) e pela Santa Catarina Turismo (Santur).
Novo projeto da estatal Ferroeste terá 625 quilômetros para ligar os dois maiores municípios produtores de soja do Mato Grosso do Sul ao Porto de Paranaguá, com investimento previsto de R$ 4 bilhões.

