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Brasil e Argentina recebem mais cargas
Alguns tanques foram agendados para transportar produtos derivados do petróleo da Europa para a América do Sul na última semana, já que a demanda do Brasil e da Argentina, incentivada por programas de incentivo no transporte desses produtos e também motivada por investimentos em infraestrutura nesses países, aumentou.
“O que acontece agora é que esses países estão crescendo rapidamente e demandam mais produtos desse setor. A Petrobras ainda está recebendo suas encomendas, provavelmente mais do que qualquer outra companhia, em termos de tonelagem”, afirmou um broker inglês de tanques.
Por Guia Marítimo.
Maestra elabora estratégia de regionalização
A Maestra Navegação e Logística está pronta para anunciar a preparação de um novo ciclo de atividades da companhia, o de regionalização das operações, que deve permitir uma maior proximidade com os clientes de cada região do país e, consequentemente, mais agilidade operacional.
“A ideia é estarmos mais próximos de nossos parceiros, conhecer in loco suas necessidades e oferecer soluções mais assertivas e ágeis. Isso otimiza a operação, dá mais autonomia e credibilidade às nossas equipes e, com certeza, mais tranquilidade aos clientes”, acredita Fernando Real, presidente da Maestra.
Além disso, a Maestra terá uma relação pessoal e manterá comunicação constante com as equipes dos terminais portuários para que as demandas de cada região sejam atendidas localmente. A equipe de força de venda deve aumentar nos próximos meses, para atender a demanda.
Com a consolidação do serviço de cabotagem da Maestra, que opera com frequência semanal por meio de seus quatro navios full container – MV Maestra Atlântico, MV Maestra Mediterrâneo, MV Maestra Pacífico e MV Maestra Caribe –, Real reafirma a característica da companhia como provedor logístico, oferecendo um serviço integrado. “O ano de 2012 marcará o fortalecimento das parcerias com nossos atuais clientes e a conquista de novos mercados”, revela.
A companhia também pretende captar empresas que não utilizam o modal marítimo. Segundo Real, aproximadamente 65% do transporte de carga são feitos via terrestre e 16% por via marítima: “Temos condições de conquistar um percentual da movimentação de cargas de longa e média distância realizada pelas frotas de caminhões, sem que haja conflito com o setor rodoviário. O potencial dessa parceria é muito grande e profícuo para todos, inclusive para os clientes”, enfatiza.
Por Guia Marítimo.
Porto de Itajaí representado no congresso intercalar dos Portos
A Hidrovia do Itajaí-Açu é uma rota de navegação fluvial entre Itajaí e Blumenau que poderá ser facilmente criada, iniciando pela inclusão do trecho de 10 quilômetros a montante do Porto de Itajaí nas rotas oficiais de navegação. Segundo Ayres, esse trecho já apresenta condições técnicas de operação – profundidades adequadas à proposta e sinalização náutica em fase final de implantação – e já é explorado por terminais instalados às margens do rio. "Porém, precisamos, no primeiro momento, oficializar essa hidrovia", diz o superintendente.
Já a segunda etapa do projeto prevê, em médio prazo, a adequação do restante da rota, ligando Blumenau a Itajaí. A Associação dos Usuários da Hidrovia do Rio Itajaí-Açu (ASSUHI) é parceira no pleito e o estudo inicial foi desenvolvido pelo hidrógrafo e oceanógrafo, capitão de Mar e Guerra Alberto Pedrassani Costa Neves.
O Congresso – Durante os dois dias de congresso estão sendo abordados assuntos sobre segurança, dragagem, meio ambiente, porto-cidade, Mercosul, hidrovias, portos de transbordo, de enlace e cabotagem, automação e receita federal, por meio de painéis, palestras e workshops. Entre as principais palestras e painéis programados para o evento estão “O Mercosul e sua abertura rumo a outras regiões do mundo”, “As rotas fluviais como plano de desenvolvimento”, “As vantagens do transporte marítimo de curta distância – short sea shipping” e Simplificação de procedimentos e novas tecnologias na segurança e competitividade dos portos”.
APLOP – O Porto de Itajaí passou a fazer parte da Associação dos Portos de Língua Portuguesa (APLOP) em 2011. A Associação foi criada para aumentar as trocas comerciais e reforçar laços de cooperação entre os portos situados em países que falam o idioma português.
O superintendente do Porto de Itajaí destaca a importância da adesão à associação, uma vez que a APLOP possibilitará mais possibilidades de intercâmbio técnico e comercial do Porto de Itajaí com os portos europeus e africanos, em países de língua portuguesa.
“Também nos possibilitará o acesso ao know-how dos portugueses, que têm tradição e cultura seculares na navegação, além de nos abrir portas de entrada na Europa e África por portos de países lusófonos, assim como uma maior penetração nos portos da costa africana, principalmente agora que os países de Angola e Moçambique são duas economias emergentes na África”, explica Ayres.
Por Net Marinha.



