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21.05.10 - vie
Dados indicam freada da economia dos EUA
Dois dados divulgados ontem nos EUA mostram que a economia ainda está enfrentando dificuldades e pode ter problemas para crescer no segundo semestre. O índice dos indicadores antecedentes caiu em abril pela primeira vez desde março de 2009 e os pedidos de auxílio desemprego aumentaram inesperadamente.
O índice de indicadores antecedente caiu em 0,1%, após alta revisada de 1,3% em março, informou o Conference Board. Economistas esperavam aumento de 0,2% do índice em abril. "Os números recentes sugerem uma recuperação que irá continuar durante o terceiro trimestre, mas que pode perder um pouco de ritmo", disse Ken Goldstein, o economista do Conference Board.
As permissões para construções, as entregas dos fornecedores, a oferta real de dinheiro e os pedidos de auxílio-desemprego pesaram negativamente no índice. No início desta semana, o Departamento do Comércio informou que as permissões para novas construções em abril despencaram 11,5%. Apenas 4 dos 10 indicadores antecedentes subiram em abril. Os indicadores com melhor desempenho foram o de spread de taxa de juro e preço das ações. O índice de indicadores coincidentes subiu 0,3% em abril, após alta de 0,1% em março. O índice de indicadores passados avançou 0,1% em abril, após alta de 0,1% em março.
No mercado de trabalho, o número de americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou inesperadamente na última semana, pela primeira vez desde o início de abril, indicando que a recuperação pode ter encontrado um obstáculo.
O número de pedidos iniciais de benefícios por desemprego subiu 25 mil, para 471 mil com ajustes sazonais, o maior nível desde a semana terminada em 10 de abril, disse o Departamento do Trabalho. Os mercados esperavam uma queda para 440 mil
O índice de indicadores antecedente caiu em 0,1%, após alta revisada de 1,3% em março, informou o Conference Board. Economistas esperavam aumento de 0,2% do índice em abril. "Os números recentes sugerem uma recuperação que irá continuar durante o terceiro trimestre, mas que pode perder um pouco de ritmo", disse Ken Goldstein, o economista do Conference Board.
As permissões para construções, as entregas dos fornecedores, a oferta real de dinheiro e os pedidos de auxílio-desemprego pesaram negativamente no índice. No início desta semana, o Departamento do Comércio informou que as permissões para novas construções em abril despencaram 11,5%. Apenas 4 dos 10 indicadores antecedentes subiram em abril. Os indicadores com melhor desempenho foram o de spread de taxa de juro e preço das ações. O índice de indicadores coincidentes subiu 0,3% em abril, após alta de 0,1% em março. O índice de indicadores passados avançou 0,1% em abril, após alta de 0,1% em março.
No mercado de trabalho, o número de americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou inesperadamente na última semana, pela primeira vez desde o início de abril, indicando que a recuperação pode ter encontrado um obstáculo.
O número de pedidos iniciais de benefícios por desemprego subiu 25 mil, para 471 mil com ajustes sazonais, o maior nível desde a semana terminada em 10 de abril, disse o Departamento do Trabalho. Os mercados esperavam uma queda para 440 mil
21.05.10 - vie
México cresce após um ano
A economia mexicana registrou expansão pela primeira vez em mais de um ano, mesmo num momento em que a violência relacionada ao tráfico de drogas ameaça o crescimento. O Produto Interno Bruto (PIB) do México aumentou 4,3% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, informou o Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi).
O crescimento seria 1,5 ponto percentual maior a cada ano se o país tivesse menos violência ligada ao tráfico, o que atrairia mais investimentos, disse Gabriel Casillas, economista-chefe do JPMorgan Chase na Cidade do México. "Eu falei com investidores que tinham grandes projetos em turismo e construção e vi que eles decidiram suspendê-los."
O percentual de crescimento divulgado ontem, entretanto, mostra que o país está se recuperando da crise de 2008. No ano passado, o PIB encolheu 6,5%, um resultado comparável ao desempenho registrado em meio à crise mexicana de 1995, quando a atividade econômica se retraiu 6,2%. A expansão de 4,3% foi impulsionada pelo avanço dos setores de indústria de transformação e de serviços.
O crescimento seria 1,5 ponto percentual maior a cada ano se o país tivesse menos violência ligada ao tráfico, o que atrairia mais investimentos, disse Gabriel Casillas, economista-chefe do JPMorgan Chase na Cidade do México. "Eu falei com investidores que tinham grandes projetos em turismo e construção e vi que eles decidiram suspendê-los."
O percentual de crescimento divulgado ontem, entretanto, mostra que o país está se recuperando da crise de 2008. No ano passado, o PIB encolheu 6,5%, um resultado comparável ao desempenho registrado em meio à crise mexicana de 1995, quando a atividade econômica se retraiu 6,2%. A expansão de 4,3% foi impulsionada pelo avanço dos setores de indústria de transformação e de serviços.
20.05.10 - jue
Movimento de contêineres no Porto de Xangai cresce 17%
A movimentação de contêineres no Porto de Xangai cresceu 17%, para 8,9 milhões de Teus (unidade equivalente a um equipamento de 20 pés), nos primeiros quatro meses do ano, em relação aos 7,6 milhões de Teus registrados no mesmo período do ano passado.
Apesar do montante computado, a performance do porto permaneceu um pouco abaixo dos níveis de crescimento do país. Segundo o Ministério de Transportes, no período de janeiro a abril os principais portos chineses tiveram incremento de 20% nas movimentações de carga, em relação ao mesmo período do ano passado.
Os principais portos do país movimentaram 2,4 bilhões de toneladas de carga, em comparação com 1,9 bilhão de toneladas do ano passado. Deste total, os portos internacionais movimentaram 1,7 bilhão de toneladas de carga, um crescimento de 21% em relação a 1,4 bilhão de toneladas de carga do ano anterior.
O movimento interno dos portos chineses cresceu 18,6%, passando de 629,8 milhões de toneladas para 747 milhões de toneladas. O crescimento do tráfego de contêineres foi um pouco maior: 22,4%, para 43,7 milhões de Teus, ante 35,7 milhões de Teus no período anterior.
Apesar do montante computado, a performance do porto permaneceu um pouco abaixo dos níveis de crescimento do país. Segundo o Ministério de Transportes, no período de janeiro a abril os principais portos chineses tiveram incremento de 20% nas movimentações de carga, em relação ao mesmo período do ano passado.
Os principais portos do país movimentaram 2,4 bilhões de toneladas de carga, em comparação com 1,9 bilhão de toneladas do ano passado. Deste total, os portos internacionais movimentaram 1,7 bilhão de toneladas de carga, um crescimento de 21% em relação a 1,4 bilhão de toneladas de carga do ano anterior.
O movimento interno dos portos chineses cresceu 18,6%, passando de 629,8 milhões de toneladas para 747 milhões de toneladas. O crescimento do tráfego de contêineres foi um pouco maior: 22,4%, para 43,7 milhões de Teus, ante 35,7 milhões de Teus no período anterior.



