14.04.10 - mié

Ampliação do porto de Rio Grande

As obras de infraestrutura programadas pela Quip para dar suporte à construção da terceira plataforma a ser construída no polo naval de Rio Grande podem chegar a R$ 170 milhões. O investimento foi estimado ontem pelo diretor de suporte corporativo da empresa, Marcos Reis.
O cais projetado de 580 metros permitirá a construção simultânea de até quatro plataformas. Essas obras permitiriam a criação do maior estaleiro naval das Américas nos próximos cinco anos.
As duas primeiras fases do investimento vão consumir R$ 45 milhões e começaram em fevereiro, após a assinatura do contrato de construção da P-63. A Quip está ampliando a área do cais ao lado do porto de Rio Grande.
A princípio, outros R$ 125 milhões devem ser investidos pela Quip a partir do resultado de licitações da Petrobras para a construção das plataformas P-68 e P-52. Segundo Reis, as propostas devem ser entregues até meados deste ano, e o resultado será conhecido até dezembro. Mas o diretor disse que o dinheiro será aportado independentemente da vinda das plataformas em processo de licitação.
– Se essas não vierem, outras virão, e o maior estaleiro das Américas pode levar mais tempo para ficar pronto.
A construção da P-53 deve começar entre janeiro e fevereiro de 2011. A Quip é responsável pelos módulos e a integração do casco do petroleiro BW Nisa, que será adaptado na China pelos noruegueses da BW Offshore. A plataforma terá capacidade de processar 140 mil barris de petróleo e 1 milhão de metros cúbicos de gás por dia
13.04.10 - mar

Brasil firma acordo na área da defesa com Estados Unidos

O embaixador dos Estados Unidos, Thomas Shannon, reconheceu que o tratado pode "facilitar" as negociações entre a Boeing e o Brasil na questão da compra dos caças para a Força Aérea Brasileira (FAB).

Durante a entrevista para explicar a base do acordo, Shannon negou que o acordo trate da instalação de uma base militar norte-americana no Rio de Janeiro.

O embaixador lembrou que o último acordo militar assinado pelos dois países é de 1952 e foi anulado pelo governo brasileiro em 1977, durante o governo militar de Ernesto Geisel.

Na avaliação de Shannon, o acordo abre a possibilidade de novos tratados em áreas de interesse comum. Questionado sobre o que os Estados Unidos teriam interesse de aprender com o Brasil, o embaixador citou a experiência adquirida pelo país ao liderar a missão de estabilização da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti e a possibilidade de a força aérea americana adquirir aviões da Embraer.

13.04.10 - mar

Uruguai confirma interesse em segundo terminal portuário

O governo do Uruguai reiterou que lançará licitação pública para construção e exploração de um segundo terminal de contêineres no Porto de Montevidéu.

De acordo com o ministro dos Transportes e Obras Públicas, Enrique Pintado, a federação não consultas para o projeto por conta da crise no mercado de ações.

O ministro relacionou entre os objetivos de sua gestão a expansão da malha ferroviária e dragagem dos portos. Segundo o político, a maioria destas iniciativas teria como base investimentos da iniciativa privada.

 

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