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27.10.10 - mié
Obras no Canal devem impulsionar crescimento econômico
O crescimento econômico do Panamá deve ser de menos de 5% em 2010, de acordo com avaliação do FMI (Fundo Monetário Internacional). Em sua última revisão da economia do país, o crescimento é projetado para aumentar para 6,5% em 2012, com as obras de expansão do Canal do Panamá e a recuperação da demanda privada.
A atualização recente do Panamá para grau de investimento também deve ter "efeitos favoráveis sobre a confiança e o investimento privado", segundo o órgão.
"A conclusão da expansão do canal em 2014 deverá ter um efeito permanente positivo sobre o crescimento potencial", concluiu o FMI.
A atualização recente do Panamá para grau de investimento também deve ter "efeitos favoráveis sobre a confiança e o investimento privado", segundo o órgão.
"A conclusão da expansão do canal em 2014 deverá ter um efeito permanente positivo sobre o crescimento potencial", concluiu o FMI.
27.10.10 - mié
Terminam obras de reconstrução em Itajaí
A SEP (Secretaria Especial de Portos), juntamente com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, realiza hoje a inauguração do berço 2, do Porto de Itajaí (SC). Com esta obra, o Governo Federal entrega aos catarinenses, totalmente reconstruído, o ancoradouro que foi danificado pelas enchentes de 2008.
As obras emergenciais totalizaram o investimento de R$ 350 milhões, valor destinado à dragagem de aprofundamento e reconstrução dos berços 1 e 2. Com dragagem finalizada e com os 272 metros de cais, que compreendem o berço 1, inaugurado dia 13 de setembro, a SEP retorna ao Estado para entregar os 228 metros que restavam, o berço 2.
Além do aumento de movimentação, a obra propiciará ao porto, a instalação de equipamentos de grande porte para o transbordo e transferência de cargas. Segundo o ministro da SEP, Pedro Brito, a estrutura atual é superior a original. A obra possibilitará também a entrada de navios de até 105 mil toneladas com uma capacidade de movimentação superior a 84 contêineres por hora, com três portêineres simultâneos. Vale ressaltar que esta obra foi realizada em caráter emergencial e toda a execução foi realizada em três turnos.
Com a recuperação dos berços 1 e 2, o Porto Público fica com quatro berços de atracação e totalmente capacitado para absorver a demanda do mercado, inclusive navios de grande porte, que calam até 14 metros.
O Porto foi contemplado ainda pelo PND (Programa Nacional de Dragagem), instituído pela SEP para aprofundar o canal dos principais portos. O Complexo Portuário de Itajaí, que congrega o Porto Público mais terminais privados, entre eles o Portonave, de Navegantes, deve fechar outubro com recorde histórico. A maior movimentação, registrada em 2008, foi de 693 mil Teus por ano. De janeiro a setembro deste ano, foram 684,6 mil Teus e a expectativa é que a movimentação acumulada até outubro atinja 785 mil Teus. Já o volume estimado para 2010 deve superar 900 mil Teus, superando em 100 mil a projeção inicial da Autoridade Portuária, que era fechar o ano com 800 mil Teus.
A Portonave, que opera no complexo, também registra números relevantes; de janeiro a setembro, alcançou 427 mil Teus de movimentação, superior a todo o ano passado, quando foram movimentados 414 mil Teus. Na comparação com iguais períodos de janeiro a setembro, o crescimento, este ano, é de 58% na Portonave. Se analisada a média mensal movimentada na margem direita do Rio Itajaí-Açu, a movimentação acumulada pela Portonave entre janeiro e outubro deve ficar próxima dos 480 mil Teus.
As obras emergenciais totalizaram o investimento de R$ 350 milhões, valor destinado à dragagem de aprofundamento e reconstrução dos berços 1 e 2. Com dragagem finalizada e com os 272 metros de cais, que compreendem o berço 1, inaugurado dia 13 de setembro, a SEP retorna ao Estado para entregar os 228 metros que restavam, o berço 2.
Além do aumento de movimentação, a obra propiciará ao porto, a instalação de equipamentos de grande porte para o transbordo e transferência de cargas. Segundo o ministro da SEP, Pedro Brito, a estrutura atual é superior a original. A obra possibilitará também a entrada de navios de até 105 mil toneladas com uma capacidade de movimentação superior a 84 contêineres por hora, com três portêineres simultâneos. Vale ressaltar que esta obra foi realizada em caráter emergencial e toda a execução foi realizada em três turnos.
Com a recuperação dos berços 1 e 2, o Porto Público fica com quatro berços de atracação e totalmente capacitado para absorver a demanda do mercado, inclusive navios de grande porte, que calam até 14 metros.
O Porto foi contemplado ainda pelo PND (Programa Nacional de Dragagem), instituído pela SEP para aprofundar o canal dos principais portos. O Complexo Portuário de Itajaí, que congrega o Porto Público mais terminais privados, entre eles o Portonave, de Navegantes, deve fechar outubro com recorde histórico. A maior movimentação, registrada em 2008, foi de 693 mil Teus por ano. De janeiro a setembro deste ano, foram 684,6 mil Teus e a expectativa é que a movimentação acumulada até outubro atinja 785 mil Teus. Já o volume estimado para 2010 deve superar 900 mil Teus, superando em 100 mil a projeção inicial da Autoridade Portuária, que era fechar o ano com 800 mil Teus.
A Portonave, que opera no complexo, também registra números relevantes; de janeiro a setembro, alcançou 427 mil Teus de movimentação, superior a todo o ano passado, quando foram movimentados 414 mil Teus. Na comparação com iguais períodos de janeiro a setembro, o crescimento, este ano, é de 58% na Portonave. Se analisada a média mensal movimentada na margem direita do Rio Itajaí-Açu, a movimentação acumulada pela Portonave entre janeiro e outubro deve ficar próxima dos 480 mil Teus.
26.10.10 - mar
Governo revisa para cima projeção de exportações em 2010
As exportações brasileiras devem somar cerca de US$ 195 bilhões este ano, US$ 15 bilhões a mais do que a previsão feita em junho pelo governo, que era de US$ 180 bilhões. A informação foi dada ontem (dia 25) pelo secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral. Ele disse que as exportações ao longo do ano tiveram "recuperação importante" em relação à redução verificada no ano passado, sob os efeitos da crise financeira mundial.
Na semana passada, o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, havia antecipado que o governo anunciaria nesta segunda-feira a revisão para cima das projeções para as exportações brasileiras em 2010.
De acordo com o secretário de Comércio Exterior, as exportações para América Latina e Caribe tiveram expansão de 40,5% no acumulado de janeiro a setembro. Com isso, a região aumentou para 29,7% sua participação no total das vendas externas brasileiras.
As exportações para países do continente tiveram uma vantagem adicional, segundo Barral, porque 84% são de produtos manufaturados - de maior valor agregado. Principalmente automóveis, caldeiras, máquinas, aparelhos elétricos, ferro fundido, aço e carnes.
O mesmo não acontece, por exemplo, em relação à Ásia, o segundo mercado mais expressivo. O crescimento de 31,3% fez com que a participação asiática na carteira de clientes do Brasil ficasse em quase 30%. Só que 72% do que o Brasil exporta para a Ásia são produtos básicos (matérias-primas e produtos agropecuários), de baixo valor agregado.
Dos US$ 144,929 bilhões que o Brasil vendeu de janeiro a setembro, os países vizinhos compraram o equivalente a US$ 34,164 bilhões (aumento de US$ 9,851 bilhões em relação a igual período de 2009). Os países asiáticos compraram US$ 40,768 bilhões, ou US$ 9,725 bilhões a mais.
Em termos de importância como mercados tradicionais estão ainda a União Européia e os Estados Unidos. Enquanto os países da Europa compraram US$ 30,785 bilhões (aumento de 22,7% e participação de 17,2% das vendas totais do Brasil), os Estados Unidos compraram US$ 14,155 bilhões (aumento de 24,6% e participação de 8,4%).
Embora em menor volume, com embarques avaliados em US$ 3,56 bilhões, os países da Europa Oriental foram responsáveis pelo maior crescimento percentual na absorção de produtos brasileiros. As exportações para a região aumentaram 41,7% no acumulado do ano, comparado com o mesmo período de 2009. Também mereceu registro a evolução de 35% nas vendas para o Oriente Médio.
Na semana passada, o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, havia antecipado que o governo anunciaria nesta segunda-feira a revisão para cima das projeções para as exportações brasileiras em 2010.
De acordo com o secretário de Comércio Exterior, as exportações para América Latina e Caribe tiveram expansão de 40,5% no acumulado de janeiro a setembro. Com isso, a região aumentou para 29,7% sua participação no total das vendas externas brasileiras.
As exportações para países do continente tiveram uma vantagem adicional, segundo Barral, porque 84% são de produtos manufaturados - de maior valor agregado. Principalmente automóveis, caldeiras, máquinas, aparelhos elétricos, ferro fundido, aço e carnes.
O mesmo não acontece, por exemplo, em relação à Ásia, o segundo mercado mais expressivo. O crescimento de 31,3% fez com que a participação asiática na carteira de clientes do Brasil ficasse em quase 30%. Só que 72% do que o Brasil exporta para a Ásia são produtos básicos (matérias-primas e produtos agropecuários), de baixo valor agregado.
Dos US$ 144,929 bilhões que o Brasil vendeu de janeiro a setembro, os países vizinhos compraram o equivalente a US$ 34,164 bilhões (aumento de US$ 9,851 bilhões em relação a igual período de 2009). Os países asiáticos compraram US$ 40,768 bilhões, ou US$ 9,725 bilhões a mais.
Em termos de importância como mercados tradicionais estão ainda a União Européia e os Estados Unidos. Enquanto os países da Europa compraram US$ 30,785 bilhões (aumento de 22,7% e participação de 17,2% das vendas totais do Brasil), os Estados Unidos compraram US$ 14,155 bilhões (aumento de 24,6% e participação de 8,4%).
Embora em menor volume, com embarques avaliados em US$ 3,56 bilhões, os países da Europa Oriental foram responsáveis pelo maior crescimento percentual na absorção de produtos brasileiros. As exportações para a região aumentaram 41,7% no acumulado do ano, comparado com o mesmo período de 2009. Também mereceu registro a evolução de 35% nas vendas para o Oriente Médio.



