Archivo
Valores de afretamento aumentam
As embarcações de porte médio estão adquirindo os maiores ganhos, mas as taxas para os navios menores também devem aumentar, graças à crescente escassez de tonelagem na Europa e Ásia.
Os valores para embarcações maiores também estão subindo; um navio de 4.250 Teus está sendo contratado por US$ 24.217 por dia em comparação com os US$ 24.044 de um mês atrás, de acordo com a Hamburg Shipbrokers Association.
As tarifas para os navios menores podem começar a subir de forma mais acentuada, impulsionada pela forte demanda no comércio interno da Ásia e rotas européias. Um navio feeder de 725 Teus está ganhando US$ 5 mil por dia em comparação com US$ 4 mil de junho e uma média de US$ 3,558 de 2009, de acordo com a Clarkson.
Exportação de frango do Brasil cresce 3,6% de janeiro a agosto
Ao todo, País exportou 2,51 milhões de toneladas da carne nos oito primeiros meses do ano
O Brasil exportou 2,51 milhões de toneladas de carne de frango no acumulado de janeiro a agosto, alta de 3,63% em relação ao mesmo período de 2009, quando o País embarcou 2,425 milhões de toneladas, informou nesta terça-feira, 14, a Ubabef (União Brasileira de Avicultura).
Em receita, as exportações de frango do Brasil, o maior exportador do mundo, totalizaram US$ 4,37 bilhões nos oito primeiros meses do ano, o que representou crescimento de 16,75% na comparação com o mesmo período de 2009.
"O resultado positivo é conseqüência da recuperação de preços nas vendas internacionais após a crise enfrentada no ano passado, além da retomada dos níveis normais de consumo", disse o presidente-executivo da Ubabef, Francisco Turra, em comunicado.
Dados da entidade apontaram ainda um incremento de 15,57% nas exportações brasileiras de frango em agosto, no comparativo com o mesmo mês do ano passado, para 348,1 mil toneladas.
A receita dos embarques no mês passado apresentou alta ainda maior na comparação anual, de 17,97%, para US$ 616,2 milhões.
Aviões perdem espaço para navios no setor de cargas
Relatório da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) mostra que a demanda por fretamentos aéreos para transporte de carga começa a desacelerar depois de forte recuperação pós-recessão.
Gestores de compras estariam menos otimistas e planejando despachar menos produtos por via aérea. O crescimento deve ficar em 6% no fim deste ano.
De acordo com a Iata, “a necessidade de despachos velozes no momento em que a economia global começou a se recuperar impulsionou o frete aéreo em 2009 e início de 2010”, mas esse processo estaria perdendo força e a queda na demanda deve estender-se até o fim de 2011.



