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02.12.10 - jue
Brasil lidera alta de exportações no mundo
O Brasil já era conhecido como campeão mundial na alta de importações em 2010. A novidade é o país aparecer também como o líder da alta nas exportações, em dólares correntes, superando a China e todos os outros grandes parceiros. Estatísticas da Organização Mundial do Comércio (OMC), levando em conta 70 países que fazem 90% das trocas globais, mostram o Brasil na liderança, entre janeiro a setembro, com alta de 33% nas exportações, com a China vindo depois, com 32%, Estados Unidos com 20%, e Rússia, 18%. Entre o segundo e o terceiro trimestre, o Brasil continuou como campeão, com expansão de 12% nas exportações, e a China com alta de 11%.
Este ano, o país já liderava o ranking de importações. A OMC mostra agora que, entre janeiro e setembro, as compras no exterior diminuíram o ritmo ligeiramente, mas foram as que cresceram mais (49%), comparadas a 39% no caso da Rússia, 31% da China, 27% da Índia e 23% dos Estados Unidos. De um trimestre a outro, o país mantém a liderança, com alta de 18%, seguido pela Rússia com crescimento de 17%.
A alta de 15% nos preços das commodities é uma explicação. O preço do petróleo subiu mais de 10%, os de alimentos e bebidas, 12%, e o de metais, 25%.
No terceiro trimestre, as exportações mundiais de mercadorias foram 3% superiores às do segundo trimestre. Mas o valor do comércio global continua abaixo do pico anterior à crise financeira global. A OMC não fez cálculos em volume, em dólares constantes e levando em conta a inflação.
A entidade constata desaceleração no comércio e "incertezas à frente". A recuperação econômica não foi suficientemente forte para reduzir o enorme desemprego em vários países. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que o emprego não voltará aos níveis de 2008 antes de 2015 no mundo desenvolvido. O desemprego atingiu 30 milhões de pessoas a mais desde a crise e o consumo continua frágil.
Com informações Valor Econômico
Este ano, o país já liderava o ranking de importações. A OMC mostra agora que, entre janeiro e setembro, as compras no exterior diminuíram o ritmo ligeiramente, mas foram as que cresceram mais (49%), comparadas a 39% no caso da Rússia, 31% da China, 27% da Índia e 23% dos Estados Unidos. De um trimestre a outro, o país mantém a liderança, com alta de 18%, seguido pela Rússia com crescimento de 17%.
A alta de 15% nos preços das commodities é uma explicação. O preço do petróleo subiu mais de 10%, os de alimentos e bebidas, 12%, e o de metais, 25%.
No terceiro trimestre, as exportações mundiais de mercadorias foram 3% superiores às do segundo trimestre. Mas o valor do comércio global continua abaixo do pico anterior à crise financeira global. A OMC não fez cálculos em volume, em dólares constantes e levando em conta a inflação.
A entidade constata desaceleração no comércio e "incertezas à frente". A recuperação econômica não foi suficientemente forte para reduzir o enorme desemprego em vários países. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que o emprego não voltará aos níveis de 2008 antes de 2015 no mundo desenvolvido. O desemprego atingiu 30 milhões de pessoas a mais desde a crise e o consumo continua frágil.
Com informações Valor Econômico
01.12.10 - mié
Novo recorde de movimentações em outubro
O Porto de Santos obteve um novo recorde de movimentação em outubro, tendo escoado 9.4 milhões de toneladas no período, valor 22,9% superior ao registrado em outubro de 2009 e 0,79% acima do último recorde, apresentado em agosto. O total acumulado do ano - de 81.2 milhões de toneladas - apresentou alta de 17,8% em relação ao ano anterior. O segmento de contêineres aumentou 28,0% durante o mês, e total acumulado de 2,24 milhões de Teus, com as operações de importação ligeiramente superiores ao movimento total.
Ao todo, o principal porto da América Latina registrou recorde nas operações portuárias em todos os meses do ano até o momento em relação aos períodos correspondentes do ano passo, estabelecendo também as cinco maiores movimentações de sua história somente em 2010. A projeção para o final do ano foi revisada para cima, e está estimada em 96,43 milhões de toneladas - 15,92% superior ao arrecadado em 2009.
Entre as mercadorias transitadas através do complexo, as importações correspondem a 32,4% do total, com incremento de 40,4% até outubro. O carvão aparece como o principal produto exportado, atingindo 3,1 milhões de toneladas e apresentando elevação de 63,5%. Além do carvão, enxofre e trigo são os itens com maior tonelagem operados em Santos.
Por sua vez, o volume exportado no período acumulado teve aumento de 9,3%, com destaque para as movimentações de açúcar (17,4 milhões de toneladas), representando 21,40% do montante enviado para o exterior e com elevação de 23,1% no total acumulado e 43,2% em outubro. As exportações de milho cresceram 48,9%, e as de gasolina, 42,3%.
Por Guia Marítimo
Ao todo, o principal porto da América Latina registrou recorde nas operações portuárias em todos os meses do ano até o momento em relação aos períodos correspondentes do ano passo, estabelecendo também as cinco maiores movimentações de sua história somente em 2010. A projeção para o final do ano foi revisada para cima, e está estimada em 96,43 milhões de toneladas - 15,92% superior ao arrecadado em 2009.
Entre as mercadorias transitadas através do complexo, as importações correspondem a 32,4% do total, com incremento de 40,4% até outubro. O carvão aparece como o principal produto exportado, atingindo 3,1 milhões de toneladas e apresentando elevação de 63,5%. Além do carvão, enxofre e trigo são os itens com maior tonelagem operados em Santos.
Por sua vez, o volume exportado no período acumulado teve aumento de 9,3%, com destaque para as movimentações de açúcar (17,4 milhões de toneladas), representando 21,40% do montante enviado para o exterior e com elevação de 23,1% no total acumulado e 43,2% em outubro. As exportações de milho cresceram 48,9%, e as de gasolina, 42,3%.
Por Guia Marítimo
30.11.10 - mar
LAN compra companhia aérea colombiana Aires
Chilenos se comprometeram a assumir dívidas de US$ 100 milhões. Empresa quer ampliar operações na América Latina.
A chilena LAN - que desenvolve uma fusão com a TAM - fechou a compra de 98,94% da companhia aérea colombiana Aires. No acordo, os chilenos se comprometeram a pagar US$ 12 milhões em dinheiro e vão assumir uma dívida de aproximadamente US$ 100 milhões, em valores líquidos. A finalização do negócio ainda depende da conclusão dos trabalhos de due diligence, que consiste na análise minuciosa dos documentos de uma empresa.
Em comunicado, a companhia do Chile afirma que a transação permitirá ao grupo participar do mercado de passageiros colombiano, um dos maiores na América do Sul. "Dessa forma, a LAN e suas filiais continuarão fortalecendo sua presença na região, ampliando a rede de destinos a seus passageiros", afirma a empresa.
Segundo a LAN, a Aires tem 22% do mercado doméstico colombiano e tem uma frota de 24 aeronaves.
TAM e LAN
A TAM e a LAN anunciaram em 13 de agosto acordo para unir suas operações e formar uma gigante da aviação na região, com faturamento anual de US$ 8,5 bilhões de dólares.
"As companhias aéreas do grupo oferecerão operações de passageiro e carga para mais de 115 destinos em 23 países, provendo transporte de carga em toda a América Latina e em boa parte do mundo. O grupo operará uma frota de mais de 220 aeronaves e terá mais de 40 mil funcionários. Em 2009, as empresas somaram mais de US$ 8,5 bilhões de receita, 45 milhões de passageiros transportados e 832.000 toneladas de carga. Latam estará entre os maiores grupos de companhias aéreas do mundo em termos de tamanho, lucratividade e alcance de mercado", afirmou a TAM em comunicado divulgado em 13 de agosto.
Com informações Valor Online



