08.09.11 - jue

Certificado de Origem online facilitará processo legal de exportação

A ACS (Associação Comercial de Santos) colocou à disposição dos exportadores o Certificado de Origem online, que deve facilitar e agilizar o processo legal de exportação. Ele é um documento legal que comprova a procedência do produto adquirido pelo importador e o sistema que o emite já foi homologado pelo Deinter (Departamento de Negociações Internacionais), Secex (Secretaria de Comércio Exterior) e MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio). O sistema, chamado Protheus, foi desenvolvimento pela empresa de software Totvs e pode ser acessado pelo site da Associação.
Para utilizá-lo, o exportador deve preencher no sistema os dados para emissão da fatura do serviço e acessar o formulário desejado, conforme acordo comercial e país do destino. Depois ele deve lançar as informações solicitadas e enviar online para o Departamento de Certificado de Origem da ACS, que verifica os dados. Caso seja necessário efetuar alguma correção, o exportador é informado via Internet.
Com o preenchimento do Certificado de Origem, o interessado pode retirar o documento na ACS, já assinado. Ele permite ao exportador credenciar dois ou mais representantes para interagir no sistema online, podendo utilizá-lo despachantes aduaneiros, comissárias de despachos, dentre outras empresas. E, de acordo com a ACS, os dados são sigilosos e apenas a exportadora tem acesso às informações.
Segundo o presidente da Associação Comercial de Santos, Michael Timm, a implantação do sistema de emissão de certificado de origem online é uma etapa importante do processo de modernização da ACS. Ele afirma que deve facilitar o dia a dia dos associados e dos exportadores em geral, além de também ampliar a segurança e a qualidade do serviço. Timm destacou que a execução desse projeto demandou mais de um ano de trabalho e que, com ele, a Associação também está cumprindo um compromisso de gestão. O próximo passo será a Certificação de Origem Digital", afirmou.

Por: Guia marítimo.

08.09.11 - jue

Porto do Rio Grande tem aumento de 9,1% neste ano

Porto do Rio Grande tem aumento de 9,1% neste ano

O Porto do Rio Grande registrou aumento de 9,1% na movimentação de janeiro a julho de 2011, em relação ao mesmo período do ano anterior. No total desses meses, foram movimentadas 18,3 milhões de toneladas, superando as 16,8 milhões em 2010. Segundo o porto, esse número ultrapassa a movimentação total registrada em 2005, de 18,01 milhões de toneladas.
Em julho deste ano, a movimentação de 2,8 milhões de toneladas apresentou recuperação de 10,2% em relação a junho, com 2,6 milhões de toneladas. Em relação a julho de 2010, o crescimento foi de 6,86%, já a tonelagem média de janeiro a julho de 2011 atingiu 2,6 milhões de toneladas. Além disso, a quantidade de embarcações (navios+barcaças) que operaram no Porto do Rio Grande somaram 1.966, registrando crescimento de 4,8% em relação ao ano anterior.
O Suprg (Setor de Estatística da Superintendência do Porto do Rio Grande) anunciou que nestes sete meses, as operações de carga, descarga e transbordos com granéis sólidos representaram 65,74% do total movimentado. Já o segmento de carga geral representou 22,52% e o de granel líquido, 11,74%. O crescimento do granel sólido em relação ao ano anterior foi de 18,82%, já os segmentos de carga geral e granel líquido tiveram queda de 7,71% e 1,56%, respectivamente.
Na movimentação de sólidos a granel, as operações de carga e descarga com grãos agrícolas representaram a 73,84% das operações, de janeiro a julho deste ano, contra 68,78% em 2010. A mercadoria com maior volume movimentado foi a soja em grão, mas o arroz foi o que obteve maior percentual de crescimento, com 115,66%, seguido do trigo e do farelo de soja, com respectivamente, 98,13% e 17,88%
A China foi o maior comprador de soja em grão (79,25%) movimentada no Porto do Rio Grande, dos 91,4% do total que foram enviados ao mercado externo. Nos primeiros sete meses de 2011, 79 navios carregaram soja em grão, no Porto do Rio Grande. Já os principais destinos das exportações de trigo, durante este mesmo período, foram África do Sul, Árgélia, Arábia Saudita, Bangladesh, Benin, Djibouti, Egito, Emirados Árabes, Etiópia, Indonésia, Israel, Líbia, Marrocos e Nigéria. E as exportações de arroz têm como principais destinos países da África.
O Porto do Rio Grande registrou movimentação de contêineres de 366,9 milhões de Teus, de janeiro a julho deste ano. E, de acordo com o Setor de Estatística da SUPRG, a movimentação de veículos da GM registrou aumento de 15,5% em relação a 2010.

Por Guia Marítimo

06.09.11 - mar

Frango, motores, suínos e blocos fundidos puxam exportação de SC

FLORIANÓPOLIS - As exportações catarinenses acumulam alta de 18,4% até agosto, para US$ 5,89 bilhões. A alta se deve ao bom desempenho dos embarques de carne de frango (23,2%), motores e geradores elétricos (34,5%), carne suína (42,4%) e blocos de motores (47,4%). As vendas de frango, produto líder entre os dez mais vendidos ao exterior, somaram US$ 1,37 bilhão no período, com expectativa de crescimento nos próximos meses. Os dados foram divulgados pela Federação das Indústrias (FIESC), nesta segunda-feira
Hoje é um bom negócio produzir carne de frango", afirmou o vice-presidente estratégico da FIESC, Mário Lanznaster, ressaltando que é um produto que tem o mercado aberto, sem restrições culturais, ao contrário da carne suína. A alta nas exportações de frango se deve principalmente ao preço do produto. Enquanto os US$ 259,7 milhões embarcados a mais em relação ao mesmo período em 2010 corresponderam a uma alta de 23,2% no valor, o volume vendido subiu apenas 5%, para 427,8 mil toneladas.
A carne suína, o quinto produto mais exportado por Santa Catarina, cresceu 42,4% no período, para US$ 295,4 milhões, mas sofre com as oscilações do mercado russo. "Os recentes cortes têm deixado o setor com medo por que há menos opções de mercado para exportação e é um produto mais difícil de vender", afirmou Lanznaster que também preside a Aurora Alimentos.
Há expectativa de abertura para o produto na China, Japão e Coreia, no entanto, não tem data prevista, embora o estado tenha recebido visita de uma missão japonesa na última semana. "As tratativas são demoradas, mas depois que se iniciarem as exportações, dificilmente vão parar", disse.
O câmbio continua afetando as empresas exportadoras. Lanznaster afirma que o cenário estaria melhor se o dólar estivesse num outro patamar. "Gostaríamos que o governo federal fosse mais rápido e presente nas exportações", disse ele, lembrando que a logística para o transporte de insumos também é um obstáculo para as exportadoras.
Os dez países para quem Santa Catarina mais exportou registram alta nos embarques, com destaque para a Argentina (39%), Japão (28,9%), China (39,5%) e Alemanha (17,2%).
Importação: de janeiro a agosto, as compras catarinenses no exterior registraram alta de 29,2%, para US$ 9,50 bilhões. Os produtos mais importados no período foram catodos de cobre refinado (30,7%), polietilenos (33%), fios de fibras de poliésteres (33,3%) e polipropileno sem carga (49,6%).
Os principais países de quem Santa Catarina mais importou foram China, Chile, Argentina, Estados Unidos e Alemanha.
No período, o saldo da balança comercial catarinense fechou negativo em US$ 3,60 bilhões.
A Fiesc é um dos expositores do Itajaí Trade Summit - ITS 2011, Feira e Fórum de logística, transporte e comércio internacional que acontece nos dia 14, 15 e 16 de setembro, no Centreventos da cidade de Itajaí, Santa Catarina.
Maiores informações e Cadastramento on line no :
http://itajai.tradesummit.com.br
Fórum NetMarinha
A Fiesc foi convidada a participar do Fórum NetMarinha que acontece em paralelo ao ITS.
Você pode acompanhar a participação da Fiesc no Fórum NetMarinha no dia 14 de setembro, às 15:00, no Centreventos em Itajaí, abordando os temas:
- Incentivo à importação: Sonegação fiscal ou catalisador de desenvolvimento logístico regional?
- Menos ICMS na importação e mais arrecadação para o Estado de Santa Catarina;
- Ações de inconstitucionalidade de setores da indústria e o real desenvolvimento de novos polos logísticos no Estado;
- Qual será o impacto na economia Brasileira e para o Estado de Santa Catarina com o fim destes incentivos?

Convidados:
-ABECE (Associação Brasileira de Empresas de Comércio Exterior) - Michal Gartengraft, diretor da Rosenberg Associados, responsável pelo estudo, “Importação e incentivos fiscais – desconstruindo mitos”.
-FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina)
-Confaz SC (Conselho Nacional de Política Fazendária de Santa Catarina) – Ramon dos Santos Medeiros, auditor fiscal da Receita Estadual.
- SDS SC(Secretaria de Desenvolvimento Sustentável de Santa Cataria) – Marcelo Fett, coordenador de assuntos estratégicos.
-Porto de Itajaí - Antonio Ayres, superintendente do Porto de Itajaí.

 

 

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