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Aéreo: Empresários vêem modal como alternativa para deficiências logísticas
Empresários, executivos e gestores da cadeia logística ouvidos em pesquisa da Amcham (Câmara Americana de Comércio) são unânimes (100%) na avaliação de que o modal aéreo é uma alternativa importante para enfrentar, ao menos parcialmente, as deficiências logísticas do País, que comprometem as mais diversas formas de transporte de produtos.
O clima de otimismo do empresariado também é detectado com relação a um possível aproveitamento para transporte de cargas da infraestrutura aeroportuária que está sendo planejada para Copa e Olimpíadas. Mais da metade (62%) dos consultados acredita que isso será viável e 29% enxergam essa oportunidade pelo menos de modo parcial.
O levantamento, realizado com 21 representantes do segmento durante comitê da área da Amcham-São Paulo no mês passado, identificou também a visão do empresariado de logística em relação à aplicabilidade do transporte aéreo de cargas para os variados tipos de produtos.
Para uma parcela de 57% dos entrevistados, trata-se de uma forma de transporte válida apenas para cargas de baixo volume, alto valor agregado ou que necessite de rapidez na entrega. Os outros 43% avaliam que essa é uma alternativa viável para qualquer mercadoria.
Os consultados pela Amcham ainda sinalizaram pontos que, em sua visão, são os principais gargalos presentes hoje no transporte aéreo de cargas no País: estrutura administrativa burocrática dos órgãos envolvidos no processo (89%); baixa disponibilidade de espaços e alto custo de armazenagem de cargas em aeroportos (64%); elevados custos em relação a outras modalidades logísticas (49%); insuficiência e concentração geográfica dos aeroportos (40%); e baixa interação com outras modalidades logísticas (35%).
Por: Global Online
Brasil tem superávit de US$ 1 bilhão na segunda semana de junho
As exportações superaram as importações em US$ 1,063 bilhão, na segunda semana deste mês, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgados hoje (13).
Na última semana, as exportações chegaram a US$ 5,377 bilhões, com média de US$ 1,075 bilhão por dia útil. Já as importações ficaram em US$ 4,314 bilhões, com média diária de US$ 862,8 milhões.
Na primeira semana do mês, com apenas três dias úteis, as exportações ficaram em US$ 3,362 bilhões (média diária de US$ 1,120 bilhão) e as importações chegaram a US$ 2,466 bilhões (média por dia útil de US$ 822 milhões). Com isso, o superávit comercial da primeira semana do mês foi de US$ 896 milhões.
Nas duas semanas, o superávit comercial é de US$ 1,959 bilhão, com exportações de US$ 8,739 bilhões (média por dia útil de US$ 1,092 bilhão) e importações de US$ 6,780 bilhões (média de US$ 847,5 milhões).
De janeiro até a segunda semana de junho, o superávit comercial é de US$ 10,514 bilhões, 59,4% maior do que o registrado em igual período de 2010 (US$ 6,598 bilhões). No acumulado deste ano, com 111 dias úteis, as exportações somaram US$ 103,353 bilhões (média diária de US$ 931,1 milhões). As importações, no mesmo período, ficaram em US$ 92,839 bilhões (média de US$ 836,4 milhões, por dia útil).
Fonte: Agência Brasil.
Itajaí tem alta de 11% no acumulado do ano
Com o fechamento de maio, o Complexo Portuário do Itajaí (SC) alcançou movimentação de 395.420 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés), o que representa um crescimento de 11% sobre o mesmo período no ano passado. O mês de maio, no entanto, praticamente não registrou crescimento, e fechou em 91.500 Teus.
De acordo com o diretor Comercial do porto, Robert Grantham, os números registrados neste ano demonstram que a movimentação de contêineres tem tido evolução cambiante mês a mês em Itajaí: as altas - em comparação a igual período no ano passado - foram de 33% em janeiro e de 9% em fevereiro. Em março, o complexo registrou recuo de 3% e em abril voltou a crescer, dessa vez em 27%. "Em maio a movimentação se igualou ao igual período do ano anterior", afirmou Grantham.
No mês de maio, exportações tiveram desempenho um pouco melhor, demonstrando crescimento de 5,7%, enquanto as importações cresceram 4%. No acumulado, a situação de inverteu: enquanto o incremento nas exportações foi de 12%, nas importações foi de 13,5%. A elevação dos embarques foi puxada por blocos de cilindros e cabeçotes para motores, carne suína e motores elétricos. Já a alta nas importações é creditada aos programadas de incentivo fiscais, que levaram empresas de outros estados a importar pelos portos catarinenses os fios de cobre refinado, polietileno e pneus para ônibus, caminhões e automóveis.
Em uma análise distinta do acumulado do ano dos terminais, o APM Terminal Itajaí registrou alta de 46% na movimentação, chegando a 182.670 Teus. A Portonave, por sua vez teve resultados inferiores: retração de 8% na movimentação, com 211.867 Teus operados.
Por: Guia marítimo



