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Expectativa é de que exportações caiam no 4º trimestre, diz BC
Mesmo com a revisão da projeção de exportações de US$ 250 bilhões para US$ 258 bilhões este ano, o BC (Banco Central) estima que seu ritmo caia no quarto trimestre de 2011. "O preço das exportações brasileiras de janeiro a agosto subiu 27% na comparação com o mesmo período do ano passado, o que nos levou a revisar a estimativa", afirmou o chefe do departamento econômico do BC, Túlio Maciel. Porém, ele observa que, mesmo com a ampliação, deve haver redução do ritmo das vendas ao exterior.
De acordo com Maciel, nos primeiros oito meses do ano, o valor total das exportações foi de 31% em relação a 2010, mesmo percentual obtido no terceiro trimestre quando comparado ao mesmo período do ano anterior. "Mas, na nossa estimativa, para atingir US$ 258 bilhões, o crescimento do último trimestre será de apenas 19% em relação ao mesmo período de 2010", explica ele, explicando que isso ocorre devido ao cenário de deterioração do ambiente internacional.
Fluxo cambial
O chefe do Departamento Econômico do Banco Central também informou que o saldo da saída e entrada de dólares do país, no mês, foi positivo em US$ 10 bilhões até o dia 21 de setembro. Segundo Túlio Maciel, no período, o fluxo financeiro foi positivo US$ 2,3 bilhões, enquanto o comercial, também positivo, registrou US$ 7,8 bilhões.
O BC também informou que no mês, até o dia 21, os bancos ficaram em posição comprada de US$ 3,1 bilhões, demonstrando a mudança de estratégia das instituições. Em agosto, elas haviam fechado em posição vendida de US$ 6,3 bilhões, um indicativo de aposta na queda do dólar.
Por: Guia marítimo
Medida do MDIC é considerada protecionista
Aumento do IPI desestimula busca por tecnologia.
Protecionista. É desta forma que o tributarista e ex-juiz do Tribunal de Impostos e Taxas do Estado de São Paulo, Marcelo Ricardo Escobar, sócio do Escobar Advogados, define o Decreto 7.567, de 15/09/2011, que estabelece o aumento do Imposto sobre Produtores Industrializados (IPI) para os carros que não tiverem 65% das peças produzidas no Brasil. Para o advogado, que atua com Comércio Exterior, a regra, apesar de proteger o mercado nacional, também atropela o investimento estrangeiro e, por isso, "deve ser analisada com parcimônia, já que as empresas de fora também geram empregos e desenvolvimento", afirma.
Segundo ele, o decreto desestimula a busca local por tecnologia ocasionando uma acomodação na indústria brasileira. "Trata-se de um ato protecionista, já que o objetivo da medida é proteger os fabricantes nacionais em um momento em que é inegável o acréscimo da concorrência com os produtos importados. Além disso, um dos alicerces do decreto, que seria o incentivo à inovação tecnológica pelas empresas beneficiadas, dificilmente atingirá seu objetivo, uma vez que o percentual exigido de investimento é muito baixo (0,5% da receita bruta total de venda de bens e serviços)", critica.
O decreto, válido até 31 de dezembro de 2012, visa defender a produção nacional, segundo comunicou o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e, entre as regras, prevê que para ter direito á isenção dos 30% do IPI, os veículos terão de ter, no mínimo, 65% de conteúdo regional de peças originárias do Brasil ou países-membros do Mercosul. Na prática, onera os veículos importados e pode ser considerada uma arma contra a recente invasão de veículos chineses ao País.
Por: Guia Marítimo
Lufthansa Cargo apresenta cargueiro MD-11 em edição especial
Os 100 anos de voos cargueiros na Alemanha estão sendo comemorados pelo setor de economia logística alemã. Em 19 de agosto de 1911, um avião que transportava exclusivamente carga decolou de uma pista de grama em Berlim-Johannisthal com destino a Frankfurt sobre o Ode. A bordo do Harlan de apenas um motor estavam exemplares recém-impressos do jornal Berliner Morgenpost”.
No último dia 19, 100 anos depois do primeiro voo de carga na Alemanha, o transporte de mercadoria por via aérea tornou-se indispensável para os fluxos mundiais de mercadorias. “A carga aérea é uma garantia de crescimento econômico e o motor que acelera o sucesso da nossa economia”, disse Christoph Franz, presidente da Lufthansa. “Para a Alemanha como segunda maior nação exportadora do mundo em especial, a existência de um setor de carga aérea que funciona e tem bom desempenho é de vital importância.”
A história da Deutsche Lufthansa está intimamente ligada aos transportes de carga. A Luft Hansa, antecessora da atual Deutsche Lufthansa AG fundada em 1926, já havia introduzido o primeiro serviço especial de carga aérea apenas dois anos depois de iniciar as operações. Quando a nova Lufthansa, fundada em 1965, iniciou as operações de voo já estava claro que, além dos passageiros, o transporte de carga também desempenharia um papel importante. Em 1956, a empresa já realizava voos cargueiros domésticos. Em 1972, a Lufthansa foi a primeira empresa aérea a operar o então maior avião cargueiro do mundo, o Boeing 747F, também conhecido como Jumbo cargueiro.
Por Global Online



