17.10.11 - lun

Exportação de couro aumenta 28%

As exportações brasileiras de couros somaram US$ 163,2 milhões em setembro, um aumento de 28% em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (13) pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB). Em comparação com agosto de 2011, porém, houve recuo de 15%.
No acumulado deste ano, as vendas externas do setor renderam US$ 1,56 bilhão, um crescimento de 19% em relação ao mesmo período de 2010. Apesar do avanço das receitas, o volume exportado permaneceu estável, de acordo com o CICB.
O presidente da entidade, Wolfgang Goerlich, estima que as exportações vão chegar a US$ 2 bilhões até o final do ano. Se o número se confirmar, ele ainda será inferior ao registrado em 2007, antes da crise financeira internacional, que foi de US$ 2,2 bilhões.
Para o presidente do CICB, a crise que agora atinge a Europa “certamente também está dificultando as nossas vendas”, além de outros fatores internos, de acordo com nota da entidade.
Como fator de incentivo aos negócios, Goerlich citou o primeiro Congresso Mundial do Couro, que vai ocorrer no Rio de Janeiro, em 09 de novembro.
Em 2011 até agora, os principais destinos do couro brasileiro foram China e Hong Kong, Itália e Estados Unidos. O CICB destacou também as vendas para Alemanha, Coreia do Sul, México, Vietnã, Taiwan, Hungria, Uruguai, Espanha e Nicarágua.

Por: Guia marítimo

 

17.10.11 - lun

Preços das importações nos EUA sobem 0,3% em setembro

Os preços das importações subiram nos EUA em setembro, em meio aos maiores custos do petróleo e dos alimentos, apontando para pressões inflacionárias que podem limitar a capacidade do Federal Reserve de fornecer estímulo à frágil economia do país. A alta foi de 0,3% em comparação com agosto, a maior desde abril, segundo dados do Departamento do Trabalho.
O resultado contrariou a estimativa dos economistas ouvidos pela Dow Jones de queda mensal de 0,3%. Em relação a setembro do ano passado, os preços das importações subiram 13,4%. Os preços das importações de petróleo aumentaram 0,3% no mês em setembro e 45,9% no ano. Excluindo petróleo, os preços das importações totais cresceram 0,2% em comparação com agosto.
O custo de materiais e suprimentos industriais importados subiu 0,3% em setembro ante agosto, o maior avanço desde abril, enquanto os custos de alimentos e bebidas aumentou 0,5%.
Os preços das importações da China foram 0,2% mais altos em setembro do que em agosto e 3,8% mais altos do que em setembro do ano passado. Os preços de produtos da União Europeia aumentaram 0,1% no mês e os do Japão e do México ficaram estáveis na mesma comparação. As informações são da Dow Jones.
Por: Guia marítimo
17.10.11 - lun

Portos do país movimentaram 2,45 milhões de contêineres no 1º semestre

Os portos brasileiros movimentaram 2,45 milhões de contêineres no primeiro semestre de 2011, movimento liderado pelo porto de Santos, com 891,7 mil unidades, seguido de Itajaí, com 289 mil; Rio Grande, 195,8 mil e Paranaguá, 197,2 mil. Os números são da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público (Abratec). A entidade mantém a previsão de que o Brasil deve fechar 2011 com mais de 5 milhões de contêineres movimentados, com alta de 10% sobre o ano passado.
Em 2010, o Brasil movimentou 4,79 milhões de contêineres. Se a previsão da Abratec se confirmar, significa que este ano o país poderá movimentar o recorde de 5,27 milhões de contêineres, usados no comércio exterior para transportar produtos de maior valor agregado. Sérgio Salomão, presidente da Abratec, disse que o crescimento será sustentado pelas operações de transbordo e de cabotagem, além da navegação de longo curso. O transbordo consiste em transferir cargas de navios maiores para navios menores, utilizados na navegação costeira, a cabotagem.
Um empresário do setor disse que o crescimento do primeiro semestre foi mais forte porque a base de comparação, no mesmo período do ano anterior, era baixa. Mas previu que o crescimento no segundo semestre será mais lento porque os volumes movimentados no mesmo período de 2010 foram mais altos. "Crescer 10% em um ano de crise é espetacular", afirmou.
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