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Transporte aéreo do Brasil foi o que mais cresceu em junho, aponta Iata
O crescimento da demanda por viagens aéreas internacionais desacelerou um pouco em junho, segundo dados da indústria, sob a pressão de aumento nos preços de combustíveis para aeronaves e aumentos de impostos em alguns países.
O tráfego total de passageiros subiu 4,4% na comparação anual em junho, mas a demanda por cargas foi 3% menor em comparação com o mesmo mês de 2010, informou a associação mundial do setor, Iata, nesta quinta-feira.
"A tendência para viagens de passageiros continua ascendente, mas a passos mais lentos que a recuperação pós-recessão, que estava em uma taxa anual próxima de 10%", disse a Iata.
Os padrões de crescimento regional mudaram, disse o diretor-geral e presidente-executivo da Iata, Tony Tyler. A associação representa mais de 240 companhias aéreas.
"As companhias aéreas do Oriente Médio tiveram uma expansão moderada de um dígito e as condições econômicas menos favoráveis reduziram o crescimento chinês. Contudo, a América Latina está liderando a expansão da indústria, seguida da Europa, que está crescendo fortemente apesar da crise."
BRASIL
Ainda de acordo com a Iata, o mercado brasileiro teve a maior taxa de crescimento doméstico (15,1%) em junho, acima do verificado na Índia (14%) e da China (5%), que detém o segundo maior mercado doméstico mundial.
Nos EUA, que representam mais de 50% do mercado de vôos domésticos, houve um incremento de 1,3% do tráfego no mês passado.
O Japão, que também possui um forte tráfego interno, ainda foi bastante prejudicado pelas tragédias naturais (terremoto e tsunami) de março: a Iata registrou uma contração de 24% no período.
Por Reuters
Tecon Santos recebe mais de R$ 1 bilhão em investimentos
Montante foi aplicado na compra de equipamentos para melhorias.
Operando em três terminais no País (Santos, Imbituba e Pará), a Santos Brasil, tem apostado no setor e investido em melhorias. Ao todo, a companhia alocou cerca de R$ 2,8 bilhões em seus terminais, sendo que, deste total R$ 1,3 bilhões foram destinados ao Tecon Santos, considerado o maior terminal da América do Sul.
De acordo com o diretor-executivo Washington Flores, o montante foi aplicado na compra de RTGs, guindastes sobre rodas, que devem chegar até dezembro, bem como a aquisição de trinta reboques capazes de puxar dois contêineres cheios de uma só vez (terminal tractors), que tem como objetivo aumentar a produtividade.
No seu pacote de melhorias, há, ainda, a ampliação do terminal santista, que, hoje, ocupa 596 mil m², com 980 metros de cais próprio e outros 310 metros de cais público contíguo.
Por: Guia Maritimo.
País retoma exportações de soja por Paranaguá
As exportações de soja paraguaia pelo Porto de Paranaguá voltarão a ser realizadas a partir de agosto. Há oito anos o país deixou de exportar o produto por esse porto devido às políticas públicas de ento, que dificultaram o escoamento de cargas.
Um trabalho envolvendo o Governo do Paraná, a Acifi (Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu), o Ministério da Agricultura e a Receita Federal está trazendo de volta os produtos paraguaios.
De acordo com o diretor de Comércio Exterior da Acifi, Mario Alberto Camargo, já foram negociadas cerca de 30 mil toneladas de soja: "A nossa previsão é que, até o final deste ano, sejam escoadas por Paranaguá 100 mil toneladas de soja paraguaia", afirma.
Camargo diz ainda que existe uma demanda reprimida no Paraguai que permite a movimentação de até 1 milhão de toneladas/ano de soja através do Porto.



