30.01.12 - lun

Terminais de carga da Infraero apresentam resultados positivos em 2011

Os terminais de logística de carga (Teca) da Infraero fecharam o ano de 2011 com aumento na movimentação de cargas e superação de diversos recordes. De janeiro a dezembro, os 34 terminais processaram 1,19 milhão de toneladas, um crescimento de 3,58% em relação ao ano de 2010, quando a rede movimentou 1,15 milhão de toneladas.
O principal destaque foi o setor de cargas de exportação, que foi de aproximadamente 338,2 mil toneladas, um avanço de 9,12% em relação a 2010. A movimentação é a maior já registrada neste setor na Rede Infraero. A modalidade de carga nacional registrou também recorde de processamento em 2011, com 332,94 mil toneladas, o que representa um aumento de 6,36% em comparação com os resultados de 2010. O setor de cargas courier (cargas especiais que requerem processamento rápido), por sua vez, teve a maior movimentação dos últimos três anos na rede, registrando 11,13 mil toneladas, resultado 6,84% superior ao de 2010.
Entre os resultados mensais, o processamento de cargas de importação e exportação foi o maior registrado em dezembro, alcançando cerca de 41,21 mil toneladas em importação e 28,33 mil toneladas em exportação. Em relação aos recordes anteriores para o mês, registrados em 2010, houve um crescimento de 3,9% para as cargas de importação, e de 3,25% para exportação.
Esses números comprovam o crescimento da indústria brasileira e consolida os terminais de carga da Infraero como instrumentos fundamentais nos processos de exportação e importação”, destacou o diretor Comercial da Infraero, Geraldo Neves.
Por Conexão Marítima.

 

30.01.12 - lun

Camex aprova lista de exceção à tarifa externa comum do Mercosul

A Camex (Câmara do Comércio Exterior) do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) aprovou na última quarta-feira a criação de uma nova lista contendo exceções à TEC (Tarifa Externa Comum) com 100 produtos.

O objetivo, segundo a Camex, é reduzir desequilíbrios comerciais impulsionados pelo momento econômico incerto, já que a crise mundial bate à porta. A ideia é que o novo mecanismo aumente o imposto de importação.

A decisão não tem vigência automática e para entrar em vigor precisa ser incorporada à legislação dos demais países do Mercosul. A lista precisa ser submetida aos demais parceiros e eles têm até 15 dias para contestar.

Por Guia Marítimo.

30.01.12 - lun

Importação de aço tem queda de 47% em 2011

As importações de aço tiveram queda de 47,5% em 2011, em comparação ao ano anterior, segundo dados do Sindisider (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos). A queda foi motivada especialmente pela baixa no preço do produto nacional.

“As usinas brasileiras adotaram uma postura mais agressiva no ano passado, com margens de lucro mais apertadas. A diminuição do preço do aço comum contribuiu diretamente para a redução da entrada de material siderúrgico estrangeiro no país”, reconheceu Carlos Loureiro, presidente do sindicato.

Apesar do resultado, o consumo aparente de aço no país permanece estável nos últimos quatro anos. “No ano passado o consumo foi menor, já que houve uma queda de 11% na utilização do aço pelo brasileiro. Esse resultado comprova que comércio de aço indireto é o principal entrave para o crescimento do setor”, explica Loureiro.

No ano passado, as usinas nacionais deixaram de entregar cinco milhões de toneladas de aço, e entre 2007 e o ano passado a importação indireta de aço cresceu 113,6%. Os setores de máquinas e equipamentos e o setor automotivo são os que mais utilizam o aço indireto.

Por Guia Marítimo.

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