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Archivo de Noticias: octubre - 2009
Desafios da exportação brasileira
Bem distante de caracterizar-se como efeito “marolinha” no País – ainda que o Brasil tenha sofrido menor impacto em comparação ao cenário deflagrado no resto do globo –, a crise econômica mundial é a grande responsável pela queda dos índices nas exportações amargada por grandes, médias e pequenas empresas.
Devido à recessão econômica nos Estados Unidos e na Europa – as regiões mais afligidas pela crise financeira –, as empresa adotaram a ampliação de vendas para mercados emergentes como válvula de escape das exportações, de forma a equilibrar a queda da demanda nos países considerados desenvolvidos.
De forma estratégica, a passos curtos e com base na alternativa de investimentos em nichos de, até então, pouca tradição no que se refere a relações comerciais com o Brasil, os exportadores passaram a buscar negociações com os vizinhos latino-americanos e com países que integram a Ásia Central, além de outros emergentes da África e do Leste Europeu.
A isenção de tributos na compra de insumos para a produção de matérias-primas e itens voltados ao mercado exportador foi outra medida articulada a fim de amenizar o baque financeiro nas empresas brasileiras.
Implementada em dezembro do ano passado como medida provisória e, posteriormente, convertida em lei, a providência tomada pelo governo permite a suspensão de tributos federais sobre insumos importados usados na fabricação de itens vendidos ao exterior. Os benefícios fiscais reúnem uma lista de medidas que incluem a isenção de três tributos: Imposto de Importação, IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e PIS/Cofins.
Ocorre, porém, que, somente o corte da metade do valor em cima do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), por exemplo, impõe perdas de R$ 2,5 bilhões aos cofres públicos. No total, estima-se que o governo arque com R$ 12,4 bilhões na soma das diferentes decisões de redução de tributos. A diminuição da alíquota do IOF está elencada em segundo lugar como a maior perda de receita: para desobstruir o crédito, o governo baixou de 3% para 1,5% ao ano a alíquota do imposto nos financiamentos a pessoas físicas, ocasionando, conforme informações da Receita Federal, arrecadação de R$ 2,519 bilhões a menos do que em 2009. A medida emergencial oferecida pelo governo aos empresários, de forma a incentivar o crescimento das vendas das empresas atingidas pela crise, deverá retornar gradualmente à incidência governamental, prevista para janeiro.
Comoditização
Diante do cenário de crise financeira mundial, houve, também, uma profunda mudança no perfil das exportações do Brasil, conforme aponta a AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil). Quanto ao total das vendas externas, a participação dos manufaturados foi superada pela dos produtos básicos (commodities sem processo industrial). A AEB ressalta que, do total exportado durante este ano, os produtos básicos poderão representar um índice superior a 40%, fato que ratifica a superação de commodities sobre os manufaturados em 30 anos de mercado.
A última pesquisa Sondagem Industrial – Comércio Exterior, divulgada recentemente pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), identificou que 60% das mais de 1.300 empresas consultadas têm o intuito de traçar novos rumos para mitigar as consequências da crise nas vendas para o mercado externo. Inserida na realidade do comércio exterior quando se trata de Brasil, entre os pontos estratégicos de negócios está a exportação de commodities, devido à demanda existente entre as grandes economias emergentes, além da valorização do real em relação ao dólar, que torna mais cara – e com acréscimo da carga tributária – a venda de produtos industrializados no exterior.
O aprofundamento das transações com a China – país asiático que, em contrapartida, vende produtos industrializados ao Brasil – foi viabilizado por exportações basicamente de matéria-prima. Devido à grande demanda de commodities minerais ou agrícolas, os exportadores brasileiros “pegaram carona” nas quebras de safra dos países da Ásia e na Argentina para alavancar as vendas.
De acordo com a Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais), até agosto houve recorde de vendas de soja em grãos. Conforme dados do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), verificou-se, no volume de soja, crescimento de 27,6% até agosto em relação ao mesmo período de 2008. O fato compensou, parcialmente, a queda de preços, superior a 10%.
Exportações em queda
O material Balança Comercial (Panorama do Comércio Exterior Brasileiro), divulgado pelo MDIC, aponta que as exportações totalizaram, no primeiro semestre de 2009, US$ 70 bilhões – contra US$ 56 bilhões das importações, apresentando redução de 22,2% e 28,9%, respectivamente, em comparação ao mesmo período de 2008. O saldo comercial atingiu US$ 14 bilhões de janeiro a junho de 2009, o que revela aumento de 24,8% sobre o consignado em igual período de 2008, de US$ 11,3 bilhões, em decorrência de uma redução menor das exportações em relação às importações. Na comparação com o resultado de janeiro a junho de 2008, os produtos básicos involuíram 7,4%, e os semimanufaturados e os manufaturados, 26,9% e 30,6%, respectivamente. Mesmo diante da redução das exportações de bens industrializados, esse grupo de produtos respondeu por mais da metade (56%) do total exportado pelo Brasil no período de janeiro a junho de 2009.
Petroquímica e energia
As estimativas seguem otimistas no setor. Como justificativa, o tormento econômico abriu espaço para grandes investimentos em fontes alternativas, como, por exemplo, a Petrobrás e a exploração na camada pré-sal. O desaquecimento proveniente dos valores da indústria petrolífera após o agravamento da crise (e, em contrapartida, a economia doméstica em alta) é sinônimo de legado positivo. Dessa forma, a estatal afirma que quase não sentiu a restrição de crédito no mercado e que a perspectiva com as descobertas na camada pré-sal foi mais um fator a auxiliar a obtenção de recursos em seguimento ao plano de investimentos.
Foi em outubro do ano passado que a estatal registrou recorde de exportação de petróleo: uma média de 574 mil barris/dia, superando em 42 mil o volume máximo anterior, constatado em abril de 2008.
Mais de 65% das exportações de outubro foram direcionadas aos Estados Unidos, seguidos pela China, que importou 24,1% do petróleo da Petrobrás, além da Europa (5,5%) e da América do Sul (5,2%).
No próximo ano, a estatal tem o Japão como alvo para viabilizar o processo de ampliação das exportações de álcool combustível (etanol). Nesse mesmo período, o intuito é concluir os testes de utilização do combustível (previsão para março de 2010) para movimentar as turbinas da usina termelétrica da cidade de Juiz de Fora (MG). De acordo com a Petrobrás, que exporta 1 milhão de metros cúbicos por ano, as estimativas são de chegar a 3 milhões – volume que poderia chegar facilmente a 5 milhões ou até mesmo dobrar. A companhia informou que um grupo de trabalho da Tepco – uma das maiores geradoras de energia no Japão e que tem a intenção de diversificar sua matriz – deverá acompanhar os testes no Brasil.
O desempenho positivo no mercado petrolífero brasileiro, no que se refere à produção e às vendas ao exterior, é aspecto compartilhado também pela Braskem. Pelos mesmos motivos que impulsionaram o cenário econômico deste mercado, a empresa alcançou um EBITDA de R$ 566 milhões no último trimestre, o que representa um crescimento de 24% em relação ao trimestre anterior. Traduzido em dólares, o EBITDA avançou 38%, situando-se em US$ 273 milhões. A margem sobre receita líquida, que atingiu 15,3%, foi 1,3 ponto percentual superior à do primeiro trimestre.
A Braskem está buscando recuperação paulatina no mercado internacional, e os petroquímicos básicos apresentaram recuperação de margem por restrição de oferta na Ásia – e é exatamente o crescimento anunciado pela China, entre outros países emergentes, que alimenta a robustez de recuperação dos preços de resinas e petroquímicos, presumindo que novas ofertas de petroquímicos do Oriente Médio e da própria China serão compensadas pela finalização das atividades de fábricas na Europa e nos Estados Unidos.
O recorde no mercado exterior ficou por conta das resinas (pela segunda vez consecutiva), com um volume de 271 mil toneladas no segundo trimestre de 2009, acompanhado de um movimento de recuperação de preços e volumes em petroquímicos básicos, como benzeno e butadieno. A receita líquida da Braskem alcançou US$ 1,8 bilhão no segundo trimestre de 2009, 26% maior que a receita registrada no primeiro trimestre. Em reais, a receita líquida foi de R$ 3,7 bilhões, com crescimento de 13%. Segundo as perspectivas, o “ciclo de baixa” deve perdurar até 2011.
Mineração
No mercado de minérios, estima-se um cenário menos positivo. Segunda maior exportadora do País, a Vale sentiu a crise de forma mais intensa no primeiro trimestre deste ano. A empresa – que exporta 90% do minério de ferro que produz – recentemente cortou 10% de produção e demitiu mais de 1.300 empregados no mundo.
De acordo com o balanço da Vale – referente ao primeiro trimestre de 2009 e aos trimestres anteriores às novas regras contábeis da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) –, houve crescimento de 29,1% no lucro no primeiro trimestre deste ano em relação ao quarto trimestre de 2008, que teve o valor revisado para R$ 2,4 bilhões. No entanto, a comparação do resultado do primeiro trimestre com o de R$ 10,4 bilhões apurado nos três meses anteriores (sem ajuste), a queda seria de 69%. O faturamento da companhia amargou retração de 26,6% ante o quatro trimestre de 2008, ficando em R$ 13,2 bilhões.
Considerando-se o primeiro trimestre de 2008, houve queda de 9,4%, como reflexo da menor produção, especialmente de minério de ferro. Segundo a Vale, isso se deve ao câmbio, já que o dólar não se valorizou no começo deste ano e deixou de impulsionar os resultados, como no fim de 2008. Além disso, com exceção da China, a demanda por minério de ferro permanece muito fraca. Para driblar o “maremoto econômico”, a empresa está trabalhando a flexibilização de sua política de preços, a partir da adoção de valores provisórios e descontos.
Agronegócios
Nos últimos quatros anos, o Brasil conseguiu o posto de maior exportador de alimentos do mundo. As oportunidades financeiras de investimentos no País devem-se ao estoque de 90 milhões de hectares de terras disponíveis para o desenvolvimento agropecuário e agroindustrial.
Entre as maiores exportadoras de 2008 estão as processadoras e tradings de commodities agrícolas (soja e outros grãos, álcool, açúcar, laranja, algodão), integrando empresas como a Bunge (4º lugar), a ADM (5º), a Cargill (8º) e a Louis Dreyfus (13º).
Essas multinacionais investiram, de forma bem-sucedida, nos frutos da produtiva agricultura tropical brasileira. A Cargill, por exemplo, foi a única empresa que não ofereceu férias coletivas nos últimos tempos e que não teve de reduzir o abate de aves para driblar estoques elevados. O resultado obtido por meio do trabalho com três turnos de produção no País rendeu um abate semanal de 7,2 milhões de aves – 1 milhão de unidades a mais do que no início de 2008. Em suínos, o abate está estável em 29 mil animais por semana.
Apesar da crise mundial, a Cargill planeja investir US$ 55 milhões (até meados de 2010) na construção de uma fábrica de processados de frango dedicada à exportação. Estima-se, porém, que a turbulência financeira deixe suas marcas e que a receita da empresa em dólares vá crescer pouco, chegando a US$ 1,6 bilhão até o final de 2009 (em 2008, a companhia registrou US$ 1,5 bilhão).
A razão é a queda dos preços no mercado internacional – na divisão brasileira da Cargill, as exportações respondem por 70% da receita total. Em reais, prevê-se faturamento de R$ 3,7 bilhões para este ano, quase 20% a mais do que os R$ 3,1 bilhões de 2008, quando a receita já tinha sido 35% superior à de 2007. A queda dos preços iniciou-se no último trimestre do ano passado, juntamente com o desaquecimento da demanda no mercado internacional.
Setor aéreo
Nos ares, também cresceu a dificuldade para colocar os produtos além das fronteiras brasileiras devido à crise internacional. Para compensar a queda nas vendas, a Embraer – empresa que figura entre as maiores exportadoras brasileiras – está em busca de novos mercados. A estratégia da empresa passa pelo potencial da América Latina. A companhia, porém, não revela os países com os quais pretende estreitar relações comerciais.
Segundo estatísticas da Embraer, antes da crise o planejamento de vendas estava em até 350 aeronaves. Em fevereiro, essa previsão baixou – de forma sombria – para 242 unidades. Na aviação executiva, verificou-se um tombo de 31%. Mais de 4.200 pessoas já foram demitidas, embora se estime a recontratação de uma parcela do pessoal com a retomada das vendas. A empresa, entretanto, afirma que essa situação deve manter-se até 2011, com a estabilização das vendas – ainda que baixas – e o congelamento dos cancelamentos em massa. A Embraer teve lucro líquido de R$ 466,9 milhões de abril a junho de 2009, com crescimento de 31% em relação ao mesmo período de 2008 e um resultado influenciado positivamente pela desvalorização do real ante o dólar. A companhia entregou 56 aeronaves no trimestre (de abril a junho de 2008, foram 52).
Setor automotivo
Estatísticas mais otimistas cercaram o setor devido ao anúncio do governo sobre redução de IPI. Para complementar o atrativo fiscal e impulsionar as vendas, grandes montadoras brasileiras também apostaram nos feirões de carros. No último evento do tipo realizado pela Volkswagen do Brasil – a quarta fabricante mundial de automóveis –, por exemplo, foram vendidos mais de 1 mil automóveis (durante o pico do mercado, em setembro de 2008, foram 1.400 unidades negociadas). A venda da Volkswagen Caminhões e Ônibus, com fábrica no Rio de Janeiro – à MAN, com mais de 130 pontos de venda no mundo – também devem alavancar as exportações da montadora. A empresa, agora, esticou os olhos para o porto de Paranaguá, onde o pátio destinado aos veículos da montadora ocupa uma área de 120 mil m². Paranaguá (PR) está entre os três principais terminais brasileiros que mais exportaram veículos em 2008, com 162 mil unidades movimentada
Maior refinaria de açúcar do mundo aposta no país
A Al Khaleej Sugar Co., a maior
refinaria de açúcar do mundo, está fazendo suas apostas no Brasil. O empresário
Jamal Al Ghurair, presidente da companhia, informou ao Valor que compra cerca de
2 milhões de toneladas de açúcar demerara do país por ano.
De acordo com ele,
a Copersucar é a principal fornecedora da refinaria. A empresa brasileira
fornece cerca de 1,3 milhão de toneladas por ano à refinaria.
Tanto a
Copersucar como a Al Khaleej Sugar priorizam contratos de longo prazo. "Cerca de
70% dos nossos contratos são de longo prazo", disse Al Ghurair. Segundo ele,
esses contratos dão mais segurança em termos de qualidade e garantia de
entrega.
Considerado um dos empresários mais ricos do açúcar no mundo, Al
Ghurair está confiante nos altos preços da commodity no mercado internacional.
"O Brasil é o meu único fornecedor", disse. O empresário participou, na
quinta-feira, do "Sugar Dinner", evento que reuniu cerca de 1.600, entre
usineiros, empresários e tradings que atuam no setor sucroalcooleiro.
O
Brasil é o maior produtor e exportador global de açúcar. Um dos principais
destinos do produto brasileiro é o Oriente Médio.
De acordo com Al Ghurair,
ainda não há previsão do grupo de fazer investimentos em usinas de açúcar no
Brasil.
Câmbio teme novas medidas e adia teste
Formalmente flutuante pelas regras ortodoxas abraçadas pelo Banco Central, terá uma meta fixa a ser defendida pela Fazenda. O mercado gosta de desafios. Costuma ser irresistível a ele atacar fortalezas cambiais supostamente inexpugnáveis. Mas o medo de medidas anticapital num crescendo radical pode atenuar a sofreguidão do mercado. Até porque do outro lado da trincheira não estará um BC conservador predisposto a capitular com facilidade. Mas é da natureza do mercado testar a vontade da Fazenda em defender o R$ 1,70. Até para saber se o IOF foi baixado de fato para tentar mitigar a valorização do real ou para aumentar a arrecadação federal. "Não acho que o verdadeiro objetivo da medida tenha sido conter a apreciação do real. Para mim, o motivo foi a queda vertiginosa e contínua da arrecadação nos últimos 12 meses, apesar de toda 'conversa' de recuperação da economia", diz o estrategista da Pentágono Asset, Marcelo Ribeiro. O economista apontou uma grande virtude da medida: o desincentivo aos IPOs do que chama de "zombie banks".
Ele explica que, depois do sucesso do IPO do Santander, o maior do mundo, alguns desses bancos gigantescos afetados duramente pela crise dos subprime nos EUA e na Europa, mas que estao com os balanços "arrumados" pela desobrigação de marcar a mercado os títulos podres em carteira, estavam estudando lançar ações por aqui através de suas subsidiárias. "Aproveitariam o fato de que no meio da atual mania especulativa, os investidores são pouco rigorosos nas suas análises e due-dilligences", diz Ribeiro. Tais IPOs poderiam abalar mortalmente o mercado de capitais brasileiro. "O IOF vai ser bom para o nosso mercado de capitais no longo prazo", diz o economista.
Nesta última semana de outubro, vários dados relevantes sobre atividade serão divulgados nos EUA e poderão ser usados, se instaurarem uma onda de afeição global ao risco, como pretexto para o ataque ao piso de R$ 1,70 por dólar. Hoje, duas regionais do Fed, as de Chicago e de Dallas, divulgam seus índices de atividade manufatureira. Amanhã será a vez da distrital de Richmond anunciar o seu índice, este mais atual, pois referente a outubro. Também amanhã, sai o índice de confiança do consumidor do Conference Board. Na quarta-feira, a atenção se concentrará nos pedidos de bens duráveis e de vendas de casas novas referentes a setembro. Na quinta, o dado mais aguardado: o PIB do terceiro trimestre, para o qual se espera crescimento anualizado de 3%. Fechando o mês, saem - segundo levantamento do Fator - dados sobre renda e consumo pessoal, o PMI de Chicago, o NAPM de Milwaukee e o índice de confiança do consumidor de Michigan.
Internamente, não há muitos eventos que favoreçam uma corrida contra o piso cambial. Atualmente, há duas pressões fortes de fluxo: aplicações externas para a Bovespa e entrada de dólares dos exportadoras. Há uma diferença entre as exportações físicas e o câmbio contratado de exportação de uns US$ 13,5 bilhões. O evento doméstico mais aguardado será a ata do Copom. O documento sai na quinta-feira e só incentivará a entrada de dólares se sinalizar alta imediata do juro. Improvável: o IPCA-15 de outubro mostrou que a inflação de 2009 pode ficar abaixo de 4% este ano.



