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Archivo de Noticias: octubre - 2009
01.10.09 - jue
PIB dos EUA tem queda abaixo do esperado
A economia dos Estados Unidos contraiu-se no segundo trimestre em um ritmo mais brando do que inicialmente previsto, devido a uma inesperada queda na atividade manufatureira da região Meio-Oeste do país, que em setembro apontou para uma saída desigual da recessão acumulada desde o fim de 2007.
O Produto Interno Bruto (PIB), que mede toda a produção de serviços e bens dentro das fronteiras dos EUA, teve queda de 0,7% em uma taxa anualizada, ao invés do declínio de 1,0% informado no mês passado, divulgou o Departamento de Comércio nesta quarta-feira.
O dado foi melhor do que as expectativas do mercado de queda de 1,2% e significou uma melhora em relação ao primeiro trimestre, quando o PIB retraiu 6,4% a uma taxa anual.
No front manufatureiro, contudo, o Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM, na sigla em inglês) de Chicago disse que o indicador para a atividade empresarial caiu para 46,1% em setembro, ante 50% em agosto. Economistas esperavam leitura de 52%. Acima de 50% reflete expansão do setor.
– O resultado disso é quão sustentável será essa recuperação. Não acredito ainda que isso é uma economia robusta. Este será um período de crescimento muito frustrante – disse Robert Macintosh, economista-chefe na Eaton Vance, em Boston.
Outra pesquisa feita pela ADP Employer Services em parceria com a Macroeconomic Advisers LLC mostrou que o setor privado cortou 254 mil empregos em setembro, mais do que as 210 mil demissões estimadas pelo mercado. Os cortes, contudo, foram menores do que os 277 mil registrados em agosto.
O declínio no PIB no segundo semestre deve ser o último negativo da economia dos EUA, que enfrenta uma recessão desde dezembro de 2007. A expectativa é de que a retomada ocorra entre julho e setembro.
– A revisão do PIB indica que a economia começou a se estabilizar – disse Mark Doms, economista-chefe no Departamento de Comércio dos EUA. – A economia está indo na direção certa. Mais estímulos para o consumo devem dar suporte para esse ímpeto nos próximos meses.
Com a contração no segundo trimestre, o PIB real do país alcançou uma sequência de quatro trimestres negativos pela primeira vez na série histórica iniciada em 1947.
Em Nova York, outra pesquisa mostrou que a atividade empresarial na cidade teve crescimento para a máxima em quase três anos, em setembro, amparada no recente otimismo sobre as condições econômicas locais.
O índice subiu para 72,9 em setembro, o maior desde novembro de 2006. Em agosto, o número do indicador era 55,7 em agosto.
Fonte:NetMarinha
O Produto Interno Bruto (PIB), que mede toda a produção de serviços e bens dentro das fronteiras dos EUA, teve queda de 0,7% em uma taxa anualizada, ao invés do declínio de 1,0% informado no mês passado, divulgou o Departamento de Comércio nesta quarta-feira.
O dado foi melhor do que as expectativas do mercado de queda de 1,2% e significou uma melhora em relação ao primeiro trimestre, quando o PIB retraiu 6,4% a uma taxa anual.
No front manufatureiro, contudo, o Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM, na sigla em inglês) de Chicago disse que o indicador para a atividade empresarial caiu para 46,1% em setembro, ante 50% em agosto. Economistas esperavam leitura de 52%. Acima de 50% reflete expansão do setor.
– O resultado disso é quão sustentável será essa recuperação. Não acredito ainda que isso é uma economia robusta. Este será um período de crescimento muito frustrante – disse Robert Macintosh, economista-chefe na Eaton Vance, em Boston.
Outra pesquisa feita pela ADP Employer Services em parceria com a Macroeconomic Advisers LLC mostrou que o setor privado cortou 254 mil empregos em setembro, mais do que as 210 mil demissões estimadas pelo mercado. Os cortes, contudo, foram menores do que os 277 mil registrados em agosto.
O declínio no PIB no segundo semestre deve ser o último negativo da economia dos EUA, que enfrenta uma recessão desde dezembro de 2007. A expectativa é de que a retomada ocorra entre julho e setembro.
– A revisão do PIB indica que a economia começou a se estabilizar – disse Mark Doms, economista-chefe no Departamento de Comércio dos EUA. – A economia está indo na direção certa. Mais estímulos para o consumo devem dar suporte para esse ímpeto nos próximos meses.
Com a contração no segundo trimestre, o PIB real do país alcançou uma sequência de quatro trimestres negativos pela primeira vez na série histórica iniciada em 1947.
Em Nova York, outra pesquisa mostrou que a atividade empresarial na cidade teve crescimento para a máxima em quase três anos, em setembro, amparada no recente otimismo sobre as condições econômicas locais.
O índice subiu para 72,9 em setembro, o maior desde novembro de 2006. Em agosto, o número do indicador era 55,7 em agosto.
Fonte:NetMarinha



