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Archivo de Noticias: octubre - 2009
29.10.09 - jue
Porto de Itajaí estuda implantação de Sistema de Controle de Tráfego de Navios
A Autoridade Portuária de Itajaí poderá receber
recursos da US Trade and Development Agency (USTDA) – entidade norte-americana
de promoção comercial e de desenvolvimento – para a elaboração de estudo de
viabilidade técnico-econômica para a implementação de sistema que irá controlar
o tráfego de navios.Chamado Vessel Traffic Management System [VTMS, em inglês,
Sistema de Controle de Tráfego de Navios], o equipamento, com utilização de alta
tecnologia, vai aumentar a segurança das manobras na área do Complexo Portuário
do Rio Itajaí, agregar agilidade às operações e garantir um efetivo controle de
todas as embarcações atracadas no Complexo ou nas respectivas áreas de
fundeio.
A possibilidade foi abordada pelo representante da USTDA no Brasil, Kevin Schoroeder, em reunião com o superintendente do Porto de Itajaí, Antonio Ayres dos Santos Junior, e com os diretores comercial e técnico, Robert Grantham e André Pimentel, respectivamente. Schoroeder veio conhecer a realidade de Itajaí, que está entre os três portos brasileiros que podem ser beneficiados com esse financiamento, a fundo perdido.
“A implementação do sistema VTMS em Itajaí será de grande importância para nosso Complexo, pois vai possibilitar que a Autoridade Portuária tenha o total controle das operações”, diz Grantham.O diretor explica que o sistema possibilitará ver exatamente que navio está entrando, onde está, por quê está, onde vai cruzar no canal, por onde vai passar. “Com o aprofundamento dos nossos canais de acesso e bacia de evolução [de 11 para 14 metros] e o VTMS, o Complexo Portuário de Itajaí vai ganhar em velocidade e segurança e contribuir para operações com navios de maior porte no Complexo Portuário do Rio Itajaí", afirma Ayres.
A possibilidade foi abordada pelo representante da USTDA no Brasil, Kevin Schoroeder, em reunião com o superintendente do Porto de Itajaí, Antonio Ayres dos Santos Junior, e com os diretores comercial e técnico, Robert Grantham e André Pimentel, respectivamente. Schoroeder veio conhecer a realidade de Itajaí, que está entre os três portos brasileiros que podem ser beneficiados com esse financiamento, a fundo perdido.
“A implementação do sistema VTMS em Itajaí será de grande importância para nosso Complexo, pois vai possibilitar que a Autoridade Portuária tenha o total controle das operações”, diz Grantham.O diretor explica que o sistema possibilitará ver exatamente que navio está entrando, onde está, por quê está, onde vai cruzar no canal, por onde vai passar. “Com o aprofundamento dos nossos canais de acesso e bacia de evolução [de 11 para 14 metros] e o VTMS, o Complexo Portuário de Itajaí vai ganhar em velocidade e segurança e contribuir para operações com navios de maior porte no Complexo Portuário do Rio Itajaí", afirma Ayres.
fonte:netmarinha
29.10.09 - jue
Lufthansa se torna melhor empresa aérea europeia na Ásia
Em 2009, a Lufthansa foi eleita a melhor empresa aérea européia pelos
leitores das mais importantes revistas de viagem asiáticas. Os leitores das
revistas do grupo TTG Asia Media, TTG Asia, TTG China, TTGmice e TTG-BTmice
China, foram unânimes ao escolher a Lufthansa, mesmo tendo votado
independentemente uma da outra.
Lufthansa foi escolhida a “melhor empresa aérea de 2009” por ocasião da premiação CNBC Awaaz Travel Awards, na Índia. A CNBC Awaaz é líder das emissoras de TV indianas na área econômica. Os prêmios Travel-Awards estão entre os mais importantes da indústria de turismo indiana e contam com o apoio da mundialmente conhecida campanha “Incredible India” do Ministério do Turismo indiano.
Outro primeiro lugar foi dado à Lufthansa na Austrália por ocasião da premiação “National Travel Industry Awards 2009” como “melhor empresa aérea internacional estrangeira”. E, na edição asiática da revista Business Traveller, publicada mundialmente, a Lufthansa ficou entre as três melhores como melhor empresa aérea europeia e pelo programa de fidelidade Miles&More. Os leitores e usuários da revista online SmartTravelAsia.com elegeram a Lufthansa uma das dez melhores empresas aéreas do mundo, elogiando principalmente o serviço da Business Class.
“O prêmio TTG-Asia é concedido anualmente a organizações que se destacam na indústria do turismo na região Ásia/Pacífico, comprometendo-se especialmente com serviços de excelência”, disse Darren Ng, diretor-executivo da TTG Asia Media Pte Ltd em Cingapura.
“Orgulhamo-nos dos prêmios recebidos na Ásia e dos primeiros lugares obtidos na China e na Índia, nossos maiores mercados na Ásia. O fato de também termos sido premiados com um primeiro lugar na Austrália mostra o quanto a Lufthansa é valorizada na região”, disse Uwe Müller, diretor geral para a região Ásia/Pacífico da Lufthansa. Apesar de a Lufthansa não voar diretamente para a Austrália, a empresa aérea oferece cerca de 20 voos codeshare diários para a Austrália e a Nova Zelândia com parceiras da Star Alliance. “Os diversos prêmios dados por nossos clientes e pelos especialistas da crescente indústria do turismo asiática são motivo de grande orgulho para nós”, disse Müller. “Nossa estratégia de crescimento sustentável nos mercados asiáticos de sucesso está dando certo. Nossos clientes e parceiras de vendas não apenas reconhecem nosso alto nível de qualidade e nossa crescente malha para a Europa e além dela – nestes tempos de crise, eles valorizam principalmente nossa credibilidade e nosso contínuo engajamento nos mercados da Ásia.
A Lufthansa é a única grande empresa aérea europeia que continua servindo todos seus destinos asiáticos apesar da atual crise econômica, conectando-os com sua malha aérea mundial por meio dos seus centros de distribuição Frankfurt e Munique. Isso depois de ampliar mais uma vez sua oferta para a Ásia recentemente, em 2008, inaugurando novos destinos na China e na Índia. “Já por ocasião da crise financeira asiática dos anos 90 e durante as recessões de curto prazo que se seguiram aos atentados em Nova York em 2001 e também à SARS, mantivemos firmemente nosso engajamento na Ásia e fomos recompensados pelo constante aumento do número de passageiros oriundos dos mercados asiáticos”, acrescentou Uwe Müller. Desde então, a Lufthansa se transformou na maior empresa aérea europeia e de maior sucesso na região, com 23 destinos na Ásia e no Pacífico e mais de 190 voos semanais.
Lufthansa foi escolhida a “melhor empresa aérea de 2009” por ocasião da premiação CNBC Awaaz Travel Awards, na Índia. A CNBC Awaaz é líder das emissoras de TV indianas na área econômica. Os prêmios Travel-Awards estão entre os mais importantes da indústria de turismo indiana e contam com o apoio da mundialmente conhecida campanha “Incredible India” do Ministério do Turismo indiano.
Outro primeiro lugar foi dado à Lufthansa na Austrália por ocasião da premiação “National Travel Industry Awards 2009” como “melhor empresa aérea internacional estrangeira”. E, na edição asiática da revista Business Traveller, publicada mundialmente, a Lufthansa ficou entre as três melhores como melhor empresa aérea europeia e pelo programa de fidelidade Miles&More. Os leitores e usuários da revista online SmartTravelAsia.com elegeram a Lufthansa uma das dez melhores empresas aéreas do mundo, elogiando principalmente o serviço da Business Class.
“O prêmio TTG-Asia é concedido anualmente a organizações que se destacam na indústria do turismo na região Ásia/Pacífico, comprometendo-se especialmente com serviços de excelência”, disse Darren Ng, diretor-executivo da TTG Asia Media Pte Ltd em Cingapura.
“Orgulhamo-nos dos prêmios recebidos na Ásia e dos primeiros lugares obtidos na China e na Índia, nossos maiores mercados na Ásia. O fato de também termos sido premiados com um primeiro lugar na Austrália mostra o quanto a Lufthansa é valorizada na região”, disse Uwe Müller, diretor geral para a região Ásia/Pacífico da Lufthansa. Apesar de a Lufthansa não voar diretamente para a Austrália, a empresa aérea oferece cerca de 20 voos codeshare diários para a Austrália e a Nova Zelândia com parceiras da Star Alliance. “Os diversos prêmios dados por nossos clientes e pelos especialistas da crescente indústria do turismo asiática são motivo de grande orgulho para nós”, disse Müller. “Nossa estratégia de crescimento sustentável nos mercados asiáticos de sucesso está dando certo. Nossos clientes e parceiras de vendas não apenas reconhecem nosso alto nível de qualidade e nossa crescente malha para a Europa e além dela – nestes tempos de crise, eles valorizam principalmente nossa credibilidade e nosso contínuo engajamento nos mercados da Ásia.
A Lufthansa é a única grande empresa aérea europeia que continua servindo todos seus destinos asiáticos apesar da atual crise econômica, conectando-os com sua malha aérea mundial por meio dos seus centros de distribuição Frankfurt e Munique. Isso depois de ampliar mais uma vez sua oferta para a Ásia recentemente, em 2008, inaugurando novos destinos na China e na Índia. “Já por ocasião da crise financeira asiática dos anos 90 e durante as recessões de curto prazo que se seguiram aos atentados em Nova York em 2001 e também à SARS, mantivemos firmemente nosso engajamento na Ásia e fomos recompensados pelo constante aumento do número de passageiros oriundos dos mercados asiáticos”, acrescentou Uwe Müller. Desde então, a Lufthansa se transformou na maior empresa aérea europeia e de maior sucesso na região, com 23 destinos na Ásia e no Pacífico e mais de 190 voos semanais.
fonte:netmarinha
29.10.09 - jue
Porto de Paranaguá aproveita entressafra e faz manutenção do corredor de exportações
Aproveitando o período de entressafra de grãos, quando o volume de
embarques cai significativamente, a Administração dos Portos de Paranaguá e
Antonina (Appa) iniciou, neste mês, serviços de manutenção no Corredor Público
de Exportação do Porto de Paranaguá. O trabalho envolve adequações nas esteiras
de transporte de grãos e nas instalações elétrica e mecânica dos equipamentos
que dão suporte à recepção e embarque de cargas.
Os serviços são programados de maneira que permitam a continuidade dos embarques e desembarques dos granéis sólidos. A paralisação das operações é intercalada entre os três berços que compõem o Corredor de Exportação. Quando os carregadores de navios (shiploaders) de um dos berços são paralisados, os equipamentos dos outros dois permanecem em atividade. No primeiro berço, a manutenção deverá se estender até a primeira quinzena de novembro e assim, sucessivamente, até meados de janeiro.
Até o próximo sábado (31), o silo público de armazenagem – batizado de “Silão” – será completamente esvaziado para limpeza e só votará a receber grãos a partir da primeira quinzena de janeiro do próximo ano, quando iniciam os embarques da safra 2010. A unidade integra o complexo de exportação de granéis e tem capacidade para 100 mil toneladas.
Cada uma das 56 células e 27 intercélulas, que compõem o silo graneleiro, está passando por melhorias. Além da parte interna do Silão, a parte elétrica e mecânica, as esteiras, balanças de recepção e expedição e transportadores de carga passarão por uma revisão completa.
Ainda de acordo com o cronograma de serviços, nos próximos dias 18 e 19 de janeiro, está programada a manutenção em um painel central, que reúne toda a parte de automação e os quadros de comando do sistema de embarques. A Appa alerta os exportadores que essa etapa dos trabalhos implicará na paralisação dos três berços de atracação do corredor, durante os dois dias.
O objetivo da manutenção dos equipamentos do Corredor de Exportação é manter o Porto em condições de operar com segurança e eficiência. Os trabalhos não impedem a continuidade da movimentação de produtos, porque seguem planejamento feito com antecedência e acontecem fora do pico de safra, sem prejuízo aos usuários do terminal.
No Corredor de Exportação, onde atuam 11 terminais graneleiros, a capacidade de recebimento de cargas é de 11,2 mil toneladas/hora, a capacidade de ensilagem ultrapassa 1,2 milhão de toneladas e a capacidade de embarque é 14,7 mil toneladas/hora.
O complexo é responsável por quase a totalidade dos embarques de granéis sólidos. No ano passado, das 13,7 milhões de toneladas de granéis sólidos exportadas pelo Porto de Paranaguá, cerca de 10 milhões de toneladas foram enviadas ao mercado externo pelo Corredor Público de Exportação.
Os serviços são programados de maneira que permitam a continuidade dos embarques e desembarques dos granéis sólidos. A paralisação das operações é intercalada entre os três berços que compõem o Corredor de Exportação. Quando os carregadores de navios (shiploaders) de um dos berços são paralisados, os equipamentos dos outros dois permanecem em atividade. No primeiro berço, a manutenção deverá se estender até a primeira quinzena de novembro e assim, sucessivamente, até meados de janeiro.
Até o próximo sábado (31), o silo público de armazenagem – batizado de “Silão” – será completamente esvaziado para limpeza e só votará a receber grãos a partir da primeira quinzena de janeiro do próximo ano, quando iniciam os embarques da safra 2010. A unidade integra o complexo de exportação de granéis e tem capacidade para 100 mil toneladas.
Cada uma das 56 células e 27 intercélulas, que compõem o silo graneleiro, está passando por melhorias. Além da parte interna do Silão, a parte elétrica e mecânica, as esteiras, balanças de recepção e expedição e transportadores de carga passarão por uma revisão completa.
Ainda de acordo com o cronograma de serviços, nos próximos dias 18 e 19 de janeiro, está programada a manutenção em um painel central, que reúne toda a parte de automação e os quadros de comando do sistema de embarques. A Appa alerta os exportadores que essa etapa dos trabalhos implicará na paralisação dos três berços de atracação do corredor, durante os dois dias.
O objetivo da manutenção dos equipamentos do Corredor de Exportação é manter o Porto em condições de operar com segurança e eficiência. Os trabalhos não impedem a continuidade da movimentação de produtos, porque seguem planejamento feito com antecedência e acontecem fora do pico de safra, sem prejuízo aos usuários do terminal.
No Corredor de Exportação, onde atuam 11 terminais graneleiros, a capacidade de recebimento de cargas é de 11,2 mil toneladas/hora, a capacidade de ensilagem ultrapassa 1,2 milhão de toneladas e a capacidade de embarque é 14,7 mil toneladas/hora.
O complexo é responsável por quase a totalidade dos embarques de granéis sólidos. No ano passado, das 13,7 milhões de toneladas de granéis sólidos exportadas pelo Porto de Paranaguá, cerca de 10 milhões de toneladas foram enviadas ao mercado externo pelo Corredor Público de Exportação.
fonte:netmarinha



