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Archivo de Noticias: agosto - 2009
27.08.09 - jue
Victoria's Secret testa o Brasil com loja em Cumbica
A grife americana de lingeries Victoria's Secret, conhecida por mostrar "top models" brasileiras em seus provocantes desfiles em Nova York, como Gisele Bündchen, Adriana Lima (na foto ao lado) e Alessandra Ambrosio, começa a testar o mercado brasileiro. Sem alarde, a marca abriu uma loja de 80 metros quadrados no Duty Free do aeroporto de Cumbica, em São Paulo, em junho deste ano.
No espaço, estão sendo vendidas pela primeira vez no país peças da grife como lingerie, roupa casual feminina, pijamas e acessórios. Até então, o Duty Free de Guarulhos só vendia cosméticos e perfumes da Victoria's Secret .
O sucesso da marca nas lojas dos aeroportos brasileiros tem sido tão acima das expectativas que a Victoria's Secret elegeu o Brasil para abrir a primeira unidade no mundo no conceito batizado de "travel retail" (varejo de viagem). Outras cinco lojas neste formato serão abertas pela rede americana nos aeroportos de Nova York, Buenos Aires, Dubai e Cidade do México e Barbados.
No Brasil, a Victoria's Secret é a marca campeã em vendas no segmento de perfumaria nas lojas isentas de impostas operadas pela Dufry. De acordo com a empresa, a grife americana está na frente da Lancôme e da M.A.C., as segunda e terceira colocadas na preferência dos brasileiros.
A Victoria's Secret já inaugurou a loja no conceito "travel reatail" em julho no aeroporto JFK, em Nova York, que também é administrado pela Dufry. Multinacional com sede na Suíça, o grupo está presente em 41 países e opera mais de mil lojas em aeroportos, navios, portos e pontos turísticos. Das seis lojas que a Victoria's Secret prevê abrir em Duty Free ao redor do mundo, quatro são operadas pela Dufry, que também administra as unidades de Barbados e Cidade do México.
Além de experimentar um novo formato, a Victoria's Secret também poderá conhecer o mercado brasileiro mais de perto com a loja de Cumbica. Na avaliação de uma fonte do setor, o Brasil certamente faz parte da lista de países onde a rede americana planeja abrir lojas no futuro. E a possibilidade de que a Dufry seja a responsável por trazer a marca para o varejo brasileiro é grande. A Dufry já opera as lojas da marca M.A.C. em shoppings no Rio de Janeiro e São Paulo.
"Não há nenhuma negociação ou decisão a respeito", afirmou o presidente da Dufry no Brasil, José Carlos Rosa, sobre uma possível parceria com a Victoria's Secret para operar lojas no país. Ele não nega, porém, que a Dufry e a Victoria's Secret possuem um longo e sólido relacionamento.
A internacionalização da rede americana ainda é incipiente. Mas a controladora da Victoria's Secret, o grupo Limited Brands Inc., já declarou que tem planos de expandir-se fora dos Estados Unidos. "Continuamos explorando as oportunidades internacionais", informa a companhia, em suas demonstrações financeiras.
A crise nos Estados Unidos, que castigou o varejo, também é um forte estímulo à internacionalização. No segundo trimestre deste ano, as vendas da Limited caíram 10% sobre igual período do ano passado em lojas comparáveis. Em 2008, as vendas líquidas da Victoria's Secret totalizaram US$ 5,6 bilhões, cifra semelhante à registrada em 2007.
Fonte:NetMarinha
No espaço, estão sendo vendidas pela primeira vez no país peças da grife como lingerie, roupa casual feminina, pijamas e acessórios. Até então, o Duty Free de Guarulhos só vendia cosméticos e perfumes da Victoria's Secret .
O sucesso da marca nas lojas dos aeroportos brasileiros tem sido tão acima das expectativas que a Victoria's Secret elegeu o Brasil para abrir a primeira unidade no mundo no conceito batizado de "travel retail" (varejo de viagem). Outras cinco lojas neste formato serão abertas pela rede americana nos aeroportos de Nova York, Buenos Aires, Dubai e Cidade do México e Barbados.
No Brasil, a Victoria's Secret é a marca campeã em vendas no segmento de perfumaria nas lojas isentas de impostas operadas pela Dufry. De acordo com a empresa, a grife americana está na frente da Lancôme e da M.A.C., as segunda e terceira colocadas na preferência dos brasileiros.
A Victoria's Secret já inaugurou a loja no conceito "travel reatail" em julho no aeroporto JFK, em Nova York, que também é administrado pela Dufry. Multinacional com sede na Suíça, o grupo está presente em 41 países e opera mais de mil lojas em aeroportos, navios, portos e pontos turísticos. Das seis lojas que a Victoria's Secret prevê abrir em Duty Free ao redor do mundo, quatro são operadas pela Dufry, que também administra as unidades de Barbados e Cidade do México.
Além de experimentar um novo formato, a Victoria's Secret também poderá conhecer o mercado brasileiro mais de perto com a loja de Cumbica. Na avaliação de uma fonte do setor, o Brasil certamente faz parte da lista de países onde a rede americana planeja abrir lojas no futuro. E a possibilidade de que a Dufry seja a responsável por trazer a marca para o varejo brasileiro é grande. A Dufry já opera as lojas da marca M.A.C. em shoppings no Rio de Janeiro e São Paulo.
"Não há nenhuma negociação ou decisão a respeito", afirmou o presidente da Dufry no Brasil, José Carlos Rosa, sobre uma possível parceria com a Victoria's Secret para operar lojas no país. Ele não nega, porém, que a Dufry e a Victoria's Secret possuem um longo e sólido relacionamento.
A internacionalização da rede americana ainda é incipiente. Mas a controladora da Victoria's Secret, o grupo Limited Brands Inc., já declarou que tem planos de expandir-se fora dos Estados Unidos. "Continuamos explorando as oportunidades internacionais", informa a companhia, em suas demonstrações financeiras.
A crise nos Estados Unidos, que castigou o varejo, também é um forte estímulo à internacionalização. No segundo trimestre deste ano, as vendas da Limited caíram 10% sobre igual período do ano passado em lojas comparáveis. Em 2008, as vendas líquidas da Victoria's Secret totalizaram US$ 5,6 bilhões, cifra semelhante à registrada em 2007.
Fonte:NetMarinha
27.08.09 - jue
Transporte de cargas: Movimento no modal rodoviário caiu 30% até junho
A queda foi puxada pelos segmentos ligados às exportações e transporte de contêineres, que registraram baixas de 40% a 60% em seus faturamentos durante o intervalo. O transporte rodoviário de cargas no Brasil caiu em média 30% no primeiro semestre deste ano quando comparado à igual período de 2008. Segundo levantamento da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, a queda foi puxada pelos segmentos ligados às exportações e transporte de contêineres, que registraram baixas de 40% a 60% em seus faturamentos durante o intervalo.
A pesquisa constatou também que o transporte de cargas fracionadas, relacionado principalmente ao varejo, foi o que menos sentiu os efeitos da crise financeira internacional, com queda de 10% de um semestre para o outro.
Na opinião de Flavio Benatti, presidente da entidade, diante da melhora da economia brasileira, os setores menos afetados podem até recuperar a queda durante o segundo semestre. "A perspectiva que existe é de que se possa recuperar essa negatividade [30%], chegando ao zero ou pouco acima disto", declarou o dirigente, ao ressaltar que já no segundo semestre do ano passado os setores mais afetados pela crise registraram quedas expressivas nos volumes transportados.
Além dos segmentos ligados ao comércio exterior e varejo, o levantamento da NTC mostrou um recuo de 20% nos faturamentos de empresas especializadas no transportes aéreo, graneleiro e de produtos perigosos. Já os transportes de carnes e da Zona Franca de Manaus (AM) caíram, respectivamente, 25% e 40%.
A pesquisa foi realizada com 26 companhias, com portes e áreas distintas, entre os meses de junho e julho deste ano. Segundo a entidade, responderam ao questionário parte das empresas que possuem os maiores faturamentos do setor no mercado nacional.
O transporte de cargas rodoviárias no País, no entanto, conforme os números da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) conta com mais de 162 mil empresas, incluindo os profissionais autônomos. Para o IBGE, o número é de aproximadamente 63 mil transportadoras.
Fonte:RevistaGlobal
A pesquisa constatou também que o transporte de cargas fracionadas, relacionado principalmente ao varejo, foi o que menos sentiu os efeitos da crise financeira internacional, com queda de 10% de um semestre para o outro.
Na opinião de Flavio Benatti, presidente da entidade, diante da melhora da economia brasileira, os setores menos afetados podem até recuperar a queda durante o segundo semestre. "A perspectiva que existe é de que se possa recuperar essa negatividade [30%], chegando ao zero ou pouco acima disto", declarou o dirigente, ao ressaltar que já no segundo semestre do ano passado os setores mais afetados pela crise registraram quedas expressivas nos volumes transportados.
Além dos segmentos ligados ao comércio exterior e varejo, o levantamento da NTC mostrou um recuo de 20% nos faturamentos de empresas especializadas no transportes aéreo, graneleiro e de produtos perigosos. Já os transportes de carnes e da Zona Franca de Manaus (AM) caíram, respectivamente, 25% e 40%.
A pesquisa foi realizada com 26 companhias, com portes e áreas distintas, entre os meses de junho e julho deste ano. Segundo a entidade, responderam ao questionário parte das empresas que possuem os maiores faturamentos do setor no mercado nacional.
O transporte de cargas rodoviárias no País, no entanto, conforme os números da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) conta com mais de 162 mil empresas, incluindo os profissionais autônomos. Para o IBGE, o número é de aproximadamente 63 mil transportadoras.
Fonte:RevistaGlobal
27.08.09 - jue
China quer elevar em 10 vezes investimento no exterior
A Corporação de Investimento da China (CIC), fundo soberano do país, planeja aumentar em 10 vezes o total de seus novos investimentos no exterior em 2009, em relação ao ano passado, segundo a edição de hoje do jornal japonês Asahi Shimbun.
A CIC procura novos investimentos em empresas e propriedades japonesas visto que a economia do Japão começa a se recuperar, afirmou Gao Xiqing, presidente do fundo soberano, em entrevista ao jornal.
O investimento da CIC fora da China, que caiu para US$ 4,8 bilhões no ano passado devido à profunda crise financeira mundial, aumentará em cerca de 10 vezes neste ano para várias dezenas de bilhões de dólares, disse o jornal.
Fonte:NetMarinha
A CIC procura novos investimentos em empresas e propriedades japonesas visto que a economia do Japão começa a se recuperar, afirmou Gao Xiqing, presidente do fundo soberano, em entrevista ao jornal.
O investimento da CIC fora da China, que caiu para US$ 4,8 bilhões no ano passado devido à profunda crise financeira mundial, aumentará em cerca de 10 vezes neste ano para várias dezenas de bilhões de dólares, disse o jornal.
Fonte:NetMarinha



