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Archivo de Noticias: agosto - 2009
28.08.09 - vie
Cingapura: Para reduzir dependência da Ásia, país mira a América Latina
País espera ampliar o número de Tratados de Livre Comércio com a América Latina até meados do ano que vem. Cingapura espera ampliar o número de Tratados de Livre Comércio com a América Latina até meados do ano que vem, para aproveitar a boa recuperação que o continente vem mostrando diante da crise econômica mundial.
Segundo autoridades do país, o TLC com o México, cujas negociações se arrastam desde 2000, deve ser concluído ainda em 2009 e um acordo com a Costa Rica deve ficar pronto no começo do ano que vem. Hoje, o país asiático tem na região acordos com Chile, Peru e Panamá.
"Estamos adotando várias medidas para diminuir nossa dependência de nossos parceiros asiáticos. Num momento de crise internacional, nada melhor que estreitar relações com uma região como a América Latina, que vem mostrando vigor e recuperação impressionantes", disse Natalie Choo, gerente de operações para as Américas do International Enterprise Singapore, a agência oficial de promoção comercial.
A opção pela América Latina pode ter sido reforçada pela decisão recente dos EUA de suspender negociações de adesão a uma área de livre comércio no Pacífico, que incluiria Cingapura.
Uma ilha com 4,6 milhões de habitantes e um PIB de US$ 160 bilhões, Cingapura é um importante porto de ligação entre os países do Sudeste Asiático e o Ocidente. Fabricante de produtos petroquímicos, farmacêuticos e eletrônicos, tem também indústrias tradicionais de construção naval e de equipamentos de exploração de petróleo, além de empresas de serviços aeroportuários e portuários.
Dos US$ 260 bilhões que o país exportou no ano passado, mais da metade foi para países asiáticos, principalmente Malásia, Indonésia, China e Japão. A América Latina recebeu menos de 7%. As importações, de quase US$ 220 bilhões, também vieram majoritariamente dos vizinhos asiáticos.
Os reflexos dessa dependência podem ser vistos no porto de Cingapura - o maior do mundo em manejo de contêineres. "Os efeitos da crise sobre os países da Ásia podem ser sentidos aqui, só de olhar para o porto. Numa época normal, não daria nem mesmo para ver o mar direito. Agora, os guindastes parados são um sinal triste de que as coisas não vão bem", lamenta Jeffrey Wu, gerente do setor de comunicações da PSA, agência que administra o porto cingapuriano.
A crise atingiu fortemente o país este ano e deve provocar a primeira queda do PIB em mais de uma década, no que já é considerada a pior recessão desde a independência cingapuriana, em 1965. Cingapura cresceu 8,2% em 2006; 7,7% em 2007; e 1,2% em 2008. Segundo o Ministério da Indústria e Comércio, o país deve ter contração de 4% a 6% em 2009. Muitos analistas creem que isso já seria um bom resultado, pois a previsão inicial do governo era de contração de 9%.
O governo cingapuriano não adotou nenhum pacote de estímulo, diferentemente de outras grandes economias asiáticas. Segundo as autoridades do país, Cingapura é tão aberta que, para cada US$ 1 que entra na economia, US$ 0,60 acabam indo para outros países. Por isso eles alegam que não valeria a pena injetar fundos públicos e que o melhor é atrair investimentos e melhorar o fluxo comercial.
Para atrair investimentos, o conservador governo cingapuriano está disposto até a passar por cima de alguns de seus rigorosos preceitos morais: liberou, por exemplo, a abertura de cassinos. Dois grandes empreendimentos estão em curso hoje, um na ilha de Sentosa, pólo turístico local, e outro bem diante do centro financeiro da cidade.
Esse tipo de investimento e a recuperação da China estão deixando os analistas otimista. Olhando para as três torres que abrigarão os hotéis do cassino diante do setor financeiro, Robert Prior, economista-chefe do HSBC em Cingapura, se mostra confiante. "A economia de Cingapura está de volta", diz, quase que em tom de torcida.
Outros entretanto são mais cautelosos. Para Paul Jacob, editor de política do jornal "Strait Times", as pessoas estão muito preocupadas com seus empregos. "Não adianta só falar de recuperação. Ela tem de aparecer
Fonte:RevistaGlobal
Segundo autoridades do país, o TLC com o México, cujas negociações se arrastam desde 2000, deve ser concluído ainda em 2009 e um acordo com a Costa Rica deve ficar pronto no começo do ano que vem. Hoje, o país asiático tem na região acordos com Chile, Peru e Panamá.
"Estamos adotando várias medidas para diminuir nossa dependência de nossos parceiros asiáticos. Num momento de crise internacional, nada melhor que estreitar relações com uma região como a América Latina, que vem mostrando vigor e recuperação impressionantes", disse Natalie Choo, gerente de operações para as Américas do International Enterprise Singapore, a agência oficial de promoção comercial.
A opção pela América Latina pode ter sido reforçada pela decisão recente dos EUA de suspender negociações de adesão a uma área de livre comércio no Pacífico, que incluiria Cingapura.
Uma ilha com 4,6 milhões de habitantes e um PIB de US$ 160 bilhões, Cingapura é um importante porto de ligação entre os países do Sudeste Asiático e o Ocidente. Fabricante de produtos petroquímicos, farmacêuticos e eletrônicos, tem também indústrias tradicionais de construção naval e de equipamentos de exploração de petróleo, além de empresas de serviços aeroportuários e portuários.
Dos US$ 260 bilhões que o país exportou no ano passado, mais da metade foi para países asiáticos, principalmente Malásia, Indonésia, China e Japão. A América Latina recebeu menos de 7%. As importações, de quase US$ 220 bilhões, também vieram majoritariamente dos vizinhos asiáticos.
Os reflexos dessa dependência podem ser vistos no porto de Cingapura - o maior do mundo em manejo de contêineres. "Os efeitos da crise sobre os países da Ásia podem ser sentidos aqui, só de olhar para o porto. Numa época normal, não daria nem mesmo para ver o mar direito. Agora, os guindastes parados são um sinal triste de que as coisas não vão bem", lamenta Jeffrey Wu, gerente do setor de comunicações da PSA, agência que administra o porto cingapuriano.
A crise atingiu fortemente o país este ano e deve provocar a primeira queda do PIB em mais de uma década, no que já é considerada a pior recessão desde a independência cingapuriana, em 1965. Cingapura cresceu 8,2% em 2006; 7,7% em 2007; e 1,2% em 2008. Segundo o Ministério da Indústria e Comércio, o país deve ter contração de 4% a 6% em 2009. Muitos analistas creem que isso já seria um bom resultado, pois a previsão inicial do governo era de contração de 9%.
O governo cingapuriano não adotou nenhum pacote de estímulo, diferentemente de outras grandes economias asiáticas. Segundo as autoridades do país, Cingapura é tão aberta que, para cada US$ 1 que entra na economia, US$ 0,60 acabam indo para outros países. Por isso eles alegam que não valeria a pena injetar fundos públicos e que o melhor é atrair investimentos e melhorar o fluxo comercial.
Para atrair investimentos, o conservador governo cingapuriano está disposto até a passar por cima de alguns de seus rigorosos preceitos morais: liberou, por exemplo, a abertura de cassinos. Dois grandes empreendimentos estão em curso hoje, um na ilha de Sentosa, pólo turístico local, e outro bem diante do centro financeiro da cidade.
Esse tipo de investimento e a recuperação da China estão deixando os analistas otimista. Olhando para as três torres que abrigarão os hotéis do cassino diante do setor financeiro, Robert Prior, economista-chefe do HSBC em Cingapura, se mostra confiante. "A economia de Cingapura está de volta", diz, quase que em tom de torcida.
Outros entretanto são mais cautelosos. Para Paul Jacob, editor de política do jornal "Strait Times", as pessoas estão muito preocupadas com seus empregos. "Não adianta só falar de recuperação. Ela tem de aparecer
Fonte:RevistaGlobal
28.08.09 - vie
Polônia tem interesse em manter relações comerciais com Paraná
O governador e o vice-governador do estado de Wielkopolska, o mais industrializado da Polônia, estiveram na Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) nesta quarta-feira (26), para estudar relações comerciais com o Paraná. A Polônia é um importante parceiro comercial do Paraná. Dados do Centro Internacional de Negócios (CIN) da Fiep mostram que o Paraná é o sexto estado brasileiro que mais exporta para a Polônia: em 2008, foram US$ 12,9 milhões. Já no ranking das importações, o Estado ocupa o segundo lugar no ranking, com US$ 97,9 milhões. Os principais produtos exportados são café, óleo de soja e paineis de madeira.
“A história de cooperação entre o Paraná e a Polônia é muito antiga. A maioria das famílias paranaenses tem algum vínculo com a Polônia. Isso nos deixa mais à vontade para aumentar os laços de amizade e estabelecer parcerias comerciais em diversas áreas”, afirmou o coordenador do Conselho Temático de Comércio Exterior da Fiep, Ardisson Naim Akel, que participou da reunião com a comitiva polonesa.
O governador Mark Wozniak destacou que o ano de 2010 marcará os 90 anos das relações diplomáticas entre o Brasil e a Polônia. “É uma ótima oportunidade para estabelecermos parcerias com o Paraná”, disse. Além do governador, também participaram da visita o vice-governador Leszek Wojtasiak; o ministro da Economia, Adam Szejnfeld; e empresários dos setores alimentício, de tecnologia da informação e da saúde.
No mesmo dia, foi lançado em Curitiba o escritório de representação do estado de Wielkopolska no Sul do Brasil. O CIN da Fiep é um dos parceiros do escritório, que terá o papel de facilitar as relações comerciais bilaterais. “Esta região da Polônia tem forte tradição na área de tecnologia da informação, processamento de alimentos, energia elétrica e equipamentos para portos”, comentou o empresário Marcos Domakoski, um dos responsáveis pelo escritório.
A comitiva polonesa visitou ainda as instalações do Senai Cietep e demonstrou interesse pelo trabalho de qualificação profissional desenvolvido pelo Senai Paraná.
Fonte:NetMarinha
“A história de cooperação entre o Paraná e a Polônia é muito antiga. A maioria das famílias paranaenses tem algum vínculo com a Polônia. Isso nos deixa mais à vontade para aumentar os laços de amizade e estabelecer parcerias comerciais em diversas áreas”, afirmou o coordenador do Conselho Temático de Comércio Exterior da Fiep, Ardisson Naim Akel, que participou da reunião com a comitiva polonesa.
O governador Mark Wozniak destacou que o ano de 2010 marcará os 90 anos das relações diplomáticas entre o Brasil e a Polônia. “É uma ótima oportunidade para estabelecermos parcerias com o Paraná”, disse. Além do governador, também participaram da visita o vice-governador Leszek Wojtasiak; o ministro da Economia, Adam Szejnfeld; e empresários dos setores alimentício, de tecnologia da informação e da saúde.
No mesmo dia, foi lançado em Curitiba o escritório de representação do estado de Wielkopolska no Sul do Brasil. O CIN da Fiep é um dos parceiros do escritório, que terá o papel de facilitar as relações comerciais bilaterais. “Esta região da Polônia tem forte tradição na área de tecnologia da informação, processamento de alimentos, energia elétrica e equipamentos para portos”, comentou o empresário Marcos Domakoski, um dos responsáveis pelo escritório.
A comitiva polonesa visitou ainda as instalações do Senai Cietep e demonstrou interesse pelo trabalho de qualificação profissional desenvolvido pelo Senai Paraná.
Fonte:NetMarinha
28.08.09 - vie
MDIC realiza primeira edição do Encomex Mercosul em setembro
Nos dias 16 e 17 de setembro, a cidade paranaense de Foz do Iguaçu receberá a primeira edição do Encontro de Comércio Exterior no Mercosul (Encomex Mercosul). O evento será realizado no Centro de Convenções do Rafain Palace Hotel, das 8h às 20h, e contará com a presença de autoridades e empresários dos países do bloco econômico – Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai – e também da Venezuela, país que é sócio não pleno do bloco.
Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, o Encomex Mercosul será uma oportunidade para que empresas dos países participantes possam ampliar as relações comerciais entre si. “No encontro, ainda vamos reunir autoridades de todos os países para discutir temas como a importância da realização de ações governamentais para promover as exportações e fortalecer a integração regional”, destaca.
Welber Barral ressalta ainda que no Encomex Mercosul o Brasil poderá compartilhar com os parceiros do bloco as experiências bem sucedidas alcançadas ao longo dos 12 anos de realização do evento, em todas as regiões do País. O Encomex é promovido desde 1997 pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do MDIC. Nesse período, foram realizadas 135 edições do evento, em mais de 80 municípios brasileiros.
De lá para cá, as exportações brasileiras cresceram de US$ 52,982 bilhões, em 1997, para mais de US$ 197 bilhões no final de 2008. A evolução dos números, de acordo com o secretário Welber Barral, pode ser atribuída a diversos fatores, sendo um deles a disseminação da cultura exportadora, como realização dos Encontros de Comércio Exterior por todos os estados brasileiros.
Participação no evento
Voltado para empresários de diversos segmentos, com conteúdo sobre exportação de bens e serviços, o Encomex Mercosul será aberto ao público. As inscrições serão gratuitas e poderão ser feitas no site www.encomex.mdic.gov.br/mercosul, desenvolvido especialmente para a primeira edição do encontro e contará com informações completas dos dois dias do evento.
Na programação, estão previstos seminários, painéis e oficinas, além de palestras proferidas por representantes dos setores públicos e privados do Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Durante o evento será realizado também um encontro de negócios entre empresas dos cinco países com compradores estrangeiros e encontro de tradings companies brasileiras com empresas exportadoras.
Fonte:NetMarinha
Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, o Encomex Mercosul será uma oportunidade para que empresas dos países participantes possam ampliar as relações comerciais entre si. “No encontro, ainda vamos reunir autoridades de todos os países para discutir temas como a importância da realização de ações governamentais para promover as exportações e fortalecer a integração regional”, destaca.
Welber Barral ressalta ainda que no Encomex Mercosul o Brasil poderá compartilhar com os parceiros do bloco as experiências bem sucedidas alcançadas ao longo dos 12 anos de realização do evento, em todas as regiões do País. O Encomex é promovido desde 1997 pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do MDIC. Nesse período, foram realizadas 135 edições do evento, em mais de 80 municípios brasileiros.
De lá para cá, as exportações brasileiras cresceram de US$ 52,982 bilhões, em 1997, para mais de US$ 197 bilhões no final de 2008. A evolução dos números, de acordo com o secretário Welber Barral, pode ser atribuída a diversos fatores, sendo um deles a disseminação da cultura exportadora, como realização dos Encontros de Comércio Exterior por todos os estados brasileiros.
Participação no evento
Voltado para empresários de diversos segmentos, com conteúdo sobre exportação de bens e serviços, o Encomex Mercosul será aberto ao público. As inscrições serão gratuitas e poderão ser feitas no site www.encomex.mdic.gov.br/mercosul, desenvolvido especialmente para a primeira edição do encontro e contará com informações completas dos dois dias do evento.
Na programação, estão previstos seminários, painéis e oficinas, além de palestras proferidas por representantes dos setores públicos e privados do Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Durante o evento será realizado também um encontro de negócios entre empresas dos cinco países com compradores estrangeiros e encontro de tradings companies brasileiras com empresas exportadoras.
Fonte:NetMarinha



