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Câmbio ainda é um problema
“O câmbio com variação é extremamente prejudicial ao exportador, pois sua variação prejudica diretamente seu lucro e investimento”. Quem afrima isso é o advogado Thiago Massicano, sócio-titular do Massicano Advogados & Associados. De acordo com o especialista, para combater este gargalo é preciso se propor uma política de diminuição da carga tributária, que vise facilitar essa margem das empresas e o diminuir o impacto da variação cambial no empresário.
De acordo com o especialista, além deste benefício, a desoneração tributária estimula a geração de empregos e gera, conseqüentemente, maior demanda para exportação.” Menos carga tributária é aumento da produção interna do País”, finaliza.
Por: Guia marítimo
Exportação brasileira de 2011 já supera 2010
As exportações brasileiras em 2011 ultrapassaram, nesta terça-feira (18/10), o total vendido pelo país em 2010. De janeiro até ontem, o Brasil exportou US$ 202,071 bilhões, número que supera o valor contabilizado em todo o ano de 2010 (janeiro a dezembro) e que foi recorde na série histórica do país (US$ 201,915 bilhões).
Para a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, alcançar, já neste momento do ano, as vendas recordistas de 2010 mostra como “o esforço exportador brasileiro é real”. “É um indicador de como o país vem conseguindo enfrentar a atual crise econômica com determinação e competência diante as oportunidades do mercado global”, acrescentou.
A meta do MDIC para as exportações brasileiras para o ano de 2011 é de US$ 257 bilhões. O número projeta um crescimento 27% acima do total exportado em 2010.
Por: Guia marítimo
Pimentel defende integração com Índia e África do Sul
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, defendeu uma maior integração econômica e tecnológica entre Brasil, Índia e África do Sul, com o objetivo de manter o crescimento das economias dos três países. “Temos mercados emergentes, economias em grande medida complementares e processos de cooperação que devem ser estimulados de forma a preservar o crescimento de nossas economias”, afirmou.
A proposta foi endossada por seus colegas da Índia, Anand Sharma, e da África do Sul, Rob Davies, durante o V Fórum IBAS, que reúne autoridades dos três países, em Pretória, na África do Sul. O grupo reúne-se, periodicamente desde 2006, quando foi criado.
Para Pimentel, além da questão comercial, é preciso ampliar o acesso das empresas brasileiras, indianas e sul-africanas aos mercados dos três países. “Os governos devem ser facilitadores da ação das empresas porque são elas que impulsionam nossos países”, disse.
Assim como Pimentel, o ministro Rob Davies, da África do Sul, previu um período longo de baixo crescimento das economias da União Europeia e dos Estados Unidos. “Nesse momento, é preciso que as economias emergentes se unam”, ressaltando que todas as metas traçadas na primeira reunião do IBAS foram cumpridas, como por exemplo, a meta de comércio trilateral a ser alcançada em 2010, de US$ 10 bilhões. O volume foi atingido em 2009.
O ministro indiano, Anand Sharma, ressaltou que Brasil, Índia e África do Sul têm a “demografia” a seu favor. “Somos 1,5 bilhão de pessoas. Temos muitos recursos humanos e naturais que devemos compartilhar”, afirmou.
Os três ministros voltam a ser reunir amanhã e participam de encontros entre os presidentes dos três países. O ministro Pimentel e o ministro Rob Davies irão se reunir reservadamente para tratar de questões do comércio Brasil-África do Sul.
Por: Guia marítimo



