17.04.12 - tue

Camex amplia acesso a seguro de crédito para empresas exportadoras

Foram publicadas, no Diário Oficial da União (DOU) a Resolução Camex n° 20 e a Resolução Camex n°  21, que facilitam o acesso ao seguro de crédito à exportação e flexibilizam a apresentação de garantias para micro, pequenas e médias empresas exportadoras brasileiras.
A Resolução Camex n° 20 eleva o limite de faturamento bruto anual da empresa beneficiária do Seguro de Crédito à Exportação (SCE) de R$ 60 milhões para R$ 90 milhões, com o objetivo de expandir a obtenção dessa garantia e preencher uma lacuna do mercado privado. Serão contempladas as micro, pequenas e médias empresas exportadoras de bens ou de serviços que possuam, concomitantemente, faturamento bruto anual dentro do novo limite estabelecido e exportações de até US$ 1 milhão por ano. Os valores devem ser relativos ao exercício anterior ao da apresentação da proposta pela empresa.  A Resolução Camex n° 20 também estabelece que a garantia da União poderá ser concedida para operações na fase pré-embarque (produção) encadeadas com operações na fase pós-embarque (comercialização).
O Seguro de Crédito à Exportação tem a finalidade de garantir as operações de crédito à exportação contra riscos comerciais (situações de insolvência do devedor), políticos e extraordinários (moratórias, guerras, revoluções, catástrofes naturais, entre outros).
Flexibilização de garantias
Já a Resolução Camex n° 21 permite que o próprio exportador apresente garantias para o valor financiado, eliminando a necessidade de obter uma carta de crédito bancário para operações de até US$ 50 mil feitas por micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões. Serão aceitas garantias fidejussórias (fiança ou caução) ou garantias reais (bens móveis ou imóveis), desde que elas sejam suficientes para honrar o valor integral dos financiamentos concedidos e dos respectivos juros.
Por Net Marinha.
17.04.12 - tue

Câmara de Comércio Árabe-Brasileira terá empresas em feira

A Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, em parceria com o Departamento de Promoção Comercial e de Investimentos do Ministério das Relações Exteriores e a Embaixada do Brasil na Argélia, levará sete empresas brasileiras para Djazagro – Feira Internacional de Agrofood, que será realizada em Argel, capital da Argélia, de 23 a 26 de abril. A feira traz expositores de máquinas e equipamentos agrícolas, alimentos em geral e serviços relacionados à cadeia alimentícia.

Em 2011, a Argélia foi o quarto maior comprador de produtos brasileiros dentre os países árabes. As exportações brasileiras para região somaram US$ 1,5 bilhão, um aumento de 78%  em relação a 2010. Entre os dez produtos mais importados, oito são do setor agroalimentar, como açúcar, cereais, café, pás mecânicas, máquinas para plantio, tabaco e frutas processadas.

Por outro lado, as importações brasileiras de produtos argelinos foram de US$ 3,1 bilhões em 2011, um aumento de 32% com relação ao ano anterior. Os principais produtos importados foram derivados de minerais, como petróleo e seus derivados. O resultado das importações garantiu à Argélia o primeiro lugar no ranking de fornecedores árabes, segundo dados divulgados pela Secex.

Por Guia Marítimo.

16.04.12 - mon

01- Participação brasileira nas exportações mundiais aumenta

A participação brasileira nas exportações mundiais aumentou e passou de 1,36%, em 2010, para 1,44%, em 2011, segundo foi divulgado em relatório da OMS (Organização Mundial do Comércio) na última quinta-feira. O Brasil segue ocupando a vigésima segunda posição no ranking dos países exportadores com tendência de elevação de sua representatividade no comércio internacional, observada desde 2003. Na importação, o Brasil caiu uma posição em 2011, ocupando agora a vigésima primeira, mas aumentou sua participação, de 1,25% para 1,29%.

O crescimento no comércio mundial de bens no ano passado foi de 5% (volume) e a previsão da OMC é de que haja um crescimento de 3,7% em 2012, o que seria um número abaixo da média de 5,4% dos últimos vinte anos. O relatório da OMC menciona os riscos do atual cenário mundial em que fragilidade e incertezas permanecem. O estudo cita a recessão profunda na Zona do Euro que agrava a crise financeira e o aumento do preço das commodities, elementos que abalam o comércio exterior com reflexos neste ano.

Do outro lado, o relatório também analisa possíveis cenários positivos com o arrefecimento da crise europeia, a recuperação nos Estados Unidos que iria impulsionar a demanda mundial de importações, além de uma recuperação moderada no Japão.

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Por Guia Marítimo.

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