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Portos paranaenses se modernizam com novos equipamentos
Os portos de Paranaguá e Antonina investirão cerca de R$ 45 milhões na compra de guindastes que duplicarão a capacidade de descarga de graneis sóidos em Antonina e modernizarão as operações de Paranaguá.
Serão adquiridos, no total, quatro guindastes, sendo três para Paranaguá e um para Antonina. A soma do investimento será proveniente de quatro operadores portuários. Segundo Airton Vidal Maron, superintendente dos portos, a modernização portuária se faz necessária: “Com a instalação de mais um guindaste em Antonina, poderemos movimentar até 2,5 milhões de toneladas de fertilizantes por lá, aumentando a movimentação na cidade, o que vai gerar mais renda e desenvolvimento ao município”.
O Porto de Antonina movimentou, em 2011, 1,54 milhão de toneladas de produtos e os portos paranaenses fecharam o ano passado detendo a liderança na importação de fertilizantes, sendo responsáveis por 50% do adubo que chega ao Brasil.
Até o final de fevereiro também entrará em operação no TCP (Terminal de Conteinêres de Paranaguá), oito novos equipamentos de grande porte que integram o projeto de ampliação do terminal e cujos investimentos chegam a R$ 185 milhões.
Por Guia Marítimo.
Brasil exportou US$ 3,206 bilhões na terceira semana de 2012
Foi registrada uma redução de 21,1% nas vendas de produtos básicos, especialmente de minério de ferro, petróleo bruto, carne de frango, soja em grão e farelo de soja. Entre os produtos manufaturados a queda foi de 7,8% nos embarques de automóveis de passageiros, óleos combustíveis, polímeros plásticos, máquinas e aparelhos para terraplanagem, óxidos e hidróxidos de alumínio e energia elétrica.
Já as exportações de bens semimanufaturados registraram alta de 5,2%, motivada pelo aumento nas vendas de produtos semimanufaturados de ferro ou aço, celulose, alumínio em bruto, couros e peles e ferro fundido.
As importações, no período, somaram US$ 3,785 bilhões com resultado médio diário de US$ 757 milhões, número 5,7% inferior à média aferida na primeira e na segunda semanas de janeiro (US$ 802,8 milhões), com declínio nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos elétricos e eletrônicos, veículos automóveis e partes, químicos orgânicos e inorgânicos e adubos e fertilizantes.
Por Guia Marítimo.
Dólar fecha estável e interrompe sequência de 6 quedas
A taxa de câmbio abriu em alta, na máxima alcançando R$ 1,7688, mas passou a perder força no restante do dia e na mínima recuou a R$ 1,7516, conforme o euro e as bolsas de valores norte-americanas reduziam as perdas.
Mais cedo, predominou entre investidores a cautela em torno das discussões para salvar a Grécia de um calote. Os ministros das Finanças da zona do euro rejeitaram uma proposta de credores privados para trocar os bônus atuais por novos papéis, aumentando as dúvidas sobre o futuro de Atenas dentro da zona do euro.
No Brasil, o mercado continuou recebendo fortes entradas de dólares. Segundo o Banco Central, o fluxo cambial registrou saldo positivo nas três primeiras semanas do ano de US$ 6,654 bilhões. Só na semana passada, foram US$ 3,636 bilhões, mantendo o forte ritmo de entrada.
O reforço nos ingressos levou os bancos a reverterem suas posições em dólar no mercado à vista, agora compradas em US$ 4,84 bilhões. As instituições terminaram dezembro com exposição vendida de US$ 1,583 bilhão.
A sessão de quarta-feira deve ser bastante fraca, devido ao feriado de aniversário da cidade de São Paulo. Da pauta internacional, destaque para a decisão de juro nos Estados Unidos, para a qual a expectativa é de que o Federal Reserve (banco central norte-americano) deve manter a taxa entre zero e 0,25%.
As operações domésticas voltam ao normal na quinta-feira.
Por Net Marinha



