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03.08.10 - tue
País registra quase 20% de vôos atrasados nesta terça
Entre os 340 vôos programados para o período, 65 estavam atrasados e outros 13 foram cancelados; movimento das aeronaves está se normalizando aos poucos
Levantamento da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) divulgado às 7 horas desta terça-feira, 3, mostra que o movimento das aeronaves está se normalizando no país, após um fim de semana problemático com registros de vários atrasos e cancelamentos.
Até as 7 horas de hoje, entre os 340 vôos programados para o período, 65 (19,1%) estavam atrasados em todo o país. Outros 13 (3,8%) foram cancelados. Entre os vôos com atrasos, os da companhia aérea Gol eram a maioria. Do total de 148 vôos da empresa previstos para esta manhã, 57 (38,5%) registraram atrasos de mais de meia hora. Outros 19 (7,4%) foram cancelados.
No Aeroporto Tom Jobim, no Rio, quatro vôos estavam atrasados de um total de 14 e dois foram cancelados. No Santos Dumont, também no Rio, entre os 13 vôos previstos, apenas um foi cancelado e não havia atrasos.
Em São Paulo, a situação estava bem melhor para os passageiros. Dos 19 vôos previstos no Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital, um foi cancelado e não havia registro de atrasos. Já no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, sete vôos, de um total de 22, estavam atrasados e um foi cancelado.
Levantamento da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) divulgado às 7 horas desta terça-feira, 3, mostra que o movimento das aeronaves está se normalizando no país, após um fim de semana problemático com registros de vários atrasos e cancelamentos.
Até as 7 horas de hoje, entre os 340 vôos programados para o período, 65 (19,1%) estavam atrasados em todo o país. Outros 13 (3,8%) foram cancelados. Entre os vôos com atrasos, os da companhia aérea Gol eram a maioria. Do total de 148 vôos da empresa previstos para esta manhã, 57 (38,5%) registraram atrasos de mais de meia hora. Outros 19 (7,4%) foram cancelados.
No Aeroporto Tom Jobim, no Rio, quatro vôos estavam atrasados de um total de 14 e dois foram cancelados. No Santos Dumont, também no Rio, entre os 13 vôos previstos, apenas um foi cancelado e não havia atrasos.
Em São Paulo, a situação estava bem melhor para os passageiros. Dos 19 vôos previstos no Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital, um foi cancelado e não havia registro de atrasos. Já no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, sete vôos, de um total de 22, estavam atrasados e um foi cancelado.
03.08.10 - tue
Mercosul elimina dupla tributação de importados de fora do bloco
Depois de seis anos de negociações, os países-membros do Mercosul aprovaram ontem um cronograma para eliminar a dupla cobrança da TEC (Tarifa Externa Comum).
O acordo é o principal avanço anunciado no primeiro dia da cúpula do bloco, na cidade argentina de San Juan. O encontro termina hoje com o encontro de presidentes.
O acordo evitará que os produtos importados de fora do Mercosul paguem duas vezes o mesmo tributo ao circularem no bloco. A medida será implementada em três fases (a partir de 2012).
Hoje, os itens que chegam pelo litoral do Brasil e acabam consumidos no Paraguai, por exemplo, têm de pagar a TEC no porto e também na aduana paraguaia.
Também foi anunciado um acordo de livre comércio com o Egito, que deve zerar em dez anos as tarifas de 97% dos produtos comercializados entre o país e o Mercosul. No ano passado, o Brasil exportou ao Egito quase US$ 1,5 bilhão.
O acordo é o principal avanço anunciado no primeiro dia da cúpula do bloco, na cidade argentina de San Juan. O encontro termina hoje com o encontro de presidentes.
O acordo evitará que os produtos importados de fora do Mercosul paguem duas vezes o mesmo tributo ao circularem no bloco. A medida será implementada em três fases (a partir de 2012).
Hoje, os itens que chegam pelo litoral do Brasil e acabam consumidos no Paraguai, por exemplo, têm de pagar a TEC no porto e também na aduana paraguaia.
Também foi anunciado um acordo de livre comércio com o Egito, que deve zerar em dez anos as tarifas de 97% dos produtos comercializados entre o país e o Mercosul. No ano passado, o Brasil exportou ao Egito quase US$ 1,5 bilhão.
03.08.10 - tue
Comércio com o exterior volta ao nível pré-crise
Soma de importações e exportações do país chega a US$ 33,9 bi em julho. Compras externas aumentam 52% em relação ao mesmo mês de 2009, e superávit comercial recua 53%
A corrente de comércio entre o Brasil e o resto mundo voltou a apresentar níveis pré-crise internacional. Em julho, tanto exportações quanto importações recuperaram as perdas registradas no ano passado e atingiram US$ 33,9 bilhões, nível mais alto desde outubro de 2008.
No mês passado, as vendas para o exterior alcançaram US$ 17,674 bilhões, enquanto as compras de parceiros comerciais ficaram em US$ 16,316 bilhões. Isso garantiu um superávit de US$ 1,358 bilhão -queda de 53,35% em relação ao verificado em julho de 2009.
"A corrente de comércio voltou ao mesmo do período anterior à crise, mas, em alguns mercados, como EUA e União Européia, não atingimos esse nível. Precisamos investir mais nesses mercados", afirmou o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral.
No caso das exportações, em julho de 2009 houve queda de 30,8% nas vendas. No mês passado, o crescimento registrado nas remessas para o exterior chegou a 30,7%. Nas importações, mais que recuperar a redução de 34,4% apurada em julho de 2009, no mês passado houve um incremento de 51,9%.
O crescimento mais acelerado nas importações explica por que o superávit do Brasil neste ano é menor que o de 2009. No acumulado em sete meses, a balança apresenta saldo de US$ 9,237 bilhões, ante US$ 16,818 bilhões em igual período de 2009.
"A demanda está aquecida no mercado brasileiro. As importações de bens de capital, de insumos para indústria e de petróleo estão elevadas e são importantes para o país crescer", disse o secretário.
A corrente de comércio entre o Brasil e o resto mundo voltou a apresentar níveis pré-crise internacional. Em julho, tanto exportações quanto importações recuperaram as perdas registradas no ano passado e atingiram US$ 33,9 bilhões, nível mais alto desde outubro de 2008.
No mês passado, as vendas para o exterior alcançaram US$ 17,674 bilhões, enquanto as compras de parceiros comerciais ficaram em US$ 16,316 bilhões. Isso garantiu um superávit de US$ 1,358 bilhão -queda de 53,35% em relação ao verificado em julho de 2009.
"A corrente de comércio voltou ao mesmo do período anterior à crise, mas, em alguns mercados, como EUA e União Européia, não atingimos esse nível. Precisamos investir mais nesses mercados", afirmou o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral.
No caso das exportações, em julho de 2009 houve queda de 30,8% nas vendas. No mês passado, o crescimento registrado nas remessas para o exterior chegou a 30,7%. Nas importações, mais que recuperar a redução de 34,4% apurada em julho de 2009, no mês passado houve um incremento de 51,9%.
O crescimento mais acelerado nas importações explica por que o superávit do Brasil neste ano é menor que o de 2009. No acumulado em sete meses, a balança apresenta saldo de US$ 9,237 bilhões, ante US$ 16,818 bilhões em igual período de 2009.
"A demanda está aquecida no mercado brasileiro. As importações de bens de capital, de insumos para indústria e de petróleo estão elevadas e são importantes para o país crescer", disse o secretário.

