08.10.10 - fri

Movimentações nos portos do país tem alta de 11%

O volume de contêineres nos principais portos da Índia cresceu 11% na primeira metade do ano fiscal 2010, encerrado em 30 de setembro, de acordo com declaração da Indian Ports Association.
Os complexos indianos movimentaram 3,7 milhões de Teus (unidade equivalente ao um recipiente de 20 pés) de abril a setembro, em comparação com 3,3 milhões de Teus registrado no mesmo período do exercício anterior.
A tonelagem dos contêineres transitados totalizou 54,6 milhões de toneladas no período, alta de 11,5% ante 49 milhões de toneladas.
Todos os portos indianos registraram crescimento anual nas movimentações de cargas conteinerizadas, porém o maior ganho obtido foi em Chennai, que teve os volumes ampliados em 30%, para 758 mil Teus, ante 581 mil Teus no ano anterior.
O montante transitado pelo complexo de Nhava Sheva, considerado o mais requisitado da Índia, manteve o índice do ano anterior, perfazendo 2,1 milhões de Teus.
De acordo com a autoridade portuária indiana, a tonelagem média de toda a mercadoria embarcada foi 1,23% maior, alcançando 271 milhões de toneladas comparado aos 268 milhões de toneladas no ano passado.
O porto de Kandla foi o principal transportador de mercadorias na primeira metade do ano fiscal, perfazendo 40 milhões de toneladas em movimentações, seguido pelo complexo de Visakhapatnam, com 235 milhões de toneladas.
08.10.10 - fri

É preciso saída global para câmbio, diz FMI

Dominique Strauss-Kahn, diretor do Fundo, diz que, na "guerra cambial", muitos países usam suas moedas como arma. Vice-governador do BC chinês diz que yuan terá valorização gradual, e não de 20% em 2 anos, como sugerem os EUA
A tensão sobre uma "guerra cambial" e as pressões para a valorização das moedas da China e de emergentes dominaram as discussões no Fundo Monetário Internacional ontem, com o diretor do Fundo, Dominique Strauss-Kahn, alertando para ameaças à economia global.
"Guerra cambial é um termo muito militar, mas é verdade que muitos consideram suas moedas uma arma", disse Strauss-Kahn na entrevista coletiva que antecede a reunião anual do Fundo em Washington.
"A disposição para a coordenação de políticas perdeu ímpeto (...) e o fato de que países estão buscando soluções domésticas para um problema global é ameaça real à recuperação."
O ministro Guido Mantega (Fazenda), que participa das reuniões (que começam hoje) vem mencionando há dias o potencial para "guerra cambial" e "guerra comercial".
Ele afirmou que levará ao Fundo reclamações sobre ações dos EUA que contribuíram para a desvalorização do dólar, além de renovar pedidos de valorização da moeda chinesa, o yuan.
Além do Brasil, a Suíça e o Japão intervieram recentemente para frear a valorização de suas moedas, e a tendência é que o movimento se espalhe.
Sem mencionar nenhum país, Strauss-Kahn afirmou que é necessário reequilibrar a economia mundial e que isso não pode acontecer sem uma mudança relativa nos valores das moedas. "Opor-se a isso no médio prazo não ajuda no reequilíbrio."
Indagado sobre a China, Strauss-Kahn reiterou que o yuan está "substancialmente desvalorizado" e que o país deve valorizá-lo "o quanto antes". "Dizem que vão fazer isso, mas podem agir mais rápido." Para ele, mesmo uma valorização de 20% não corrigiria sozinha os desequilíbrios mundiais.Pequim Resiste
Pequim continua resistindo em valorizar o yuan. O vice-governador do banco central chinês, Yi Gang, disse ontem no FMI que o país não concordará na valorização de 20% em dois anos, como sugerido pelos EUA, e que o processo de flexibilização será gradual.
Desde junho, o yuan teve valorização de cerca de 2%, o que muitos consideram insuficiente. Yi também disse ser "improvável" um acordo entre os países asiáticos sobre coordenação cambial.
07.10.10 - thu

Porto muda rotina da tranqüila Itapoá

Porto muda rotina da tranqüila Itapoá

Os dois fornecimentos somam mais de US$ 45 milhões e complementam a aquisição de equipamentos para a operação do Porto Itapoá, que será inaugurado no dia 22 de dezembro.

Na fase final

Esta via ligará o Porto à SC-415, próxima à Garuva, cuja obra está sendo realizada pelo Governo do Estado através do Deinfra.

Investimentos adicionais do Porto no valor de R$ 7 milhões contemplam uma linha de transmissão e mais R$ 6,5 milhões para uma subestação de para garantir energia para o funcionamento do empreendimento.

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