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03.03.10 - wed
Com Palestra de PHD, Amanhã o ITS vai ser lançado em São Paulo
Em evento de lançamento, Itajaí Trade Summit 2010 traz palestra sobre como o capital afeta o dia a dia das pessoas
A atual fase do capitalismo, as ansiedades geradas e a conturbada relação entre empresários e dinheiro são foco de palestra que acontece em São Paulo, nesta quarta-feira, 3. A atividade faz parte do lançamento da feira Itajaí Trade Summit – ITS 2010, evento que acontece anualmente em Santa Catarina, e é um dos mais importantes no setor de Logística, Transporte e Comércio Internacional realizado no Brasil. Ministrada pelo psicólogo Sérvulo Augusto Figueira, a palestra é gratuita e aberta ao público, mediante inscrição e confirmação prévia.
Durante a palestra, o psicólogo abordará questões comuns no cotidiano de trabalhadores de diferentes ramos. O cenário em que se trabalha hoje, segundo o palestrante, está imerso em ansiedades geradas pelo capitalismo e desafia, principalmente os empresários, a buscar soluções para se proteger da falta de criatividade e do estresse crônico. “No meio da atividade econômica está o dinheiro, que sempre nos parece óbvio e desejável, mas que é, no fundo, muito mais misterioso do que pensamos e mais perigoso do que gostaríamos”, afirma o psicólogo.
Outros sintomas de um ambiente de trabalho prejudicial estão ligados a fenômenos psicológicos associados à baixa auto-estima e à insegurança das pessoas, e se manifestam em todos os patamares de uma empresa. “Competição destrutiva, inveja negada, possessividade que impede cooperação, egocentrismo na interpretação dos fatos”, enumera.
Segundo Ricardo Demasi, CEO da NetMarinha, durante o lançamento do ITS, será apresentado pela primeira vez uma pesquisa realizada com expositores das duas edições do evento e prospects para esta terceira edição. "Estes dados são muito importantes para a organização, principalmente para avaliarmos as edições anteriores e irão refletir diretamente na edição de 2010", ressalta Demasi.A pesquisa conta com informações que vão desde a data e hora da realização do evento até aspectos complexos da organização de uma feira.
Sobre o palestrante
Sérvulo Augusto Figueira é psicólogo e mestre em Psicologia Clínica pela PUC-Rio, PhD em Psicologia Social pela Universidade de Londres e Psicanalista formado pela British Psychoanalytical Society de Londres. Autor de vários artigos, coletâneas e livros publicados no Brasil e no exterior, tem mais de 30 anos de experiência em posições de direção no mundo acadêmico, editorial e institucional que tem sistematicamente utilizado no campo da consultoria psicológica dirigida a indivíduos e empresas em diferentes cidades brasileiras.
Sobre o evento
Destinado a profissionais de grandes, médias e pequenas empresas exportadoras, importadoras , prestadoras de serviços e equipamentos, a Itajaí Trade Summit – ITS é o mais qualificado encontro da área de Logística, Transporte e Comércio Internacional das regiões Sul e Sudeste do Brasil e dos países do Mercosul. Realizado pela NetMarinha, empresa que edita o maior portal de comércio internacional e logística do Brasil, o evento está em sua terceira edição. Em 2009, a feira atraiu mais de sete mil visitantes e 60 expositores à cidade portuária de Itajaí (SC).
Paralelamente à feira, acontece o Fórum NetMarinha 2010. Através dele, serão realizados seminários, workshops e debates para trazer ao público as discussões atuais do comércio internacional e logística. Com a participação de representantes da indústria, especialistas e entidades relacionadas à área, serão debatidas questões de interesse do setor no Brasi
Durante a palestra, o psicólogo abordará questões comuns no cotidiano de trabalhadores de diferentes ramos. O cenário em que se trabalha hoje, segundo o palestrante, está imerso em ansiedades geradas pelo capitalismo e desafia, principalmente os empresários, a buscar soluções para se proteger da falta de criatividade e do estresse crônico. “No meio da atividade econômica está o dinheiro, que sempre nos parece óbvio e desejável, mas que é, no fundo, muito mais misterioso do que pensamos e mais perigoso do que gostaríamos”, afirma o psicólogo.
Outros sintomas de um ambiente de trabalho prejudicial estão ligados a fenômenos psicológicos associados à baixa auto-estima e à insegurança das pessoas, e se manifestam em todos os patamares de uma empresa. “Competição destrutiva, inveja negada, possessividade que impede cooperação, egocentrismo na interpretação dos fatos”, enumera.
Segundo Ricardo Demasi, CEO da NetMarinha, durante o lançamento do ITS, será apresentado pela primeira vez uma pesquisa realizada com expositores das duas edições do evento e prospects para esta terceira edição. "Estes dados são muito importantes para a organização, principalmente para avaliarmos as edições anteriores e irão refletir diretamente na edição de 2010", ressalta Demasi.A pesquisa conta com informações que vão desde a data e hora da realização do evento até aspectos complexos da organização de uma feira.
Sobre o palestrante
Sérvulo Augusto Figueira é psicólogo e mestre em Psicologia Clínica pela PUC-Rio, PhD em Psicologia Social pela Universidade de Londres e Psicanalista formado pela British Psychoanalytical Society de Londres. Autor de vários artigos, coletâneas e livros publicados no Brasil e no exterior, tem mais de 30 anos de experiência em posições de direção no mundo acadêmico, editorial e institucional que tem sistematicamente utilizado no campo da consultoria psicológica dirigida a indivíduos e empresas em diferentes cidades brasileiras.
Sobre o evento
Paralelamente à feira, acontece o Fórum NetMarinha 2010. Através dele, serão realizados seminários, workshops e debates para trazer ao público as discussões atuais do comércio internacional e logística. Com a participação de representantes da indústria, especialistas e entidades relacionadas à área, serão debatidas questões de interesse do setor no Brasi
.Confira também: ITS 2010 é lançado nesta semana em São Paulo
Serviço
Café da manhã para lançamento do Itajaí Trade Summit - ITS 2010Data: 3 de março de 2010
Horário: das 8h30 às 10h30Local: Livraria da Vila (Shopping Cidade Jardim. São Paulo – SP)
Inscrições e confirmações de presença em: marketing@netmarinha.com.br
Cadastro de jornalistas: paola@dialetto.com.br
03.03.10 - wed
Brasil eleva comércio externo a novos recordes em fevereiro
Exportações e importações brasileiras registraram no mês passado uma média diária que é a mais elevada de sempre para o mês de fevereiro. Porto de Suape é um dos pontos de chegada e partida.
O desempenho médio diário das exportações e importações registrado pelo Brasil no mês passado foi um recorde para meses de fevereiro, disse o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, na divulgação da balança comercial brasileira.
No mês de fevereiro, as exportações brasileiras somaram US$ 12,19 bilhões, com média diária de US$ 677,6 milhões. Em relação a fevereiro do ano passado, cresceram os embarques de produtos semimanufaturados, básicos e manufaturados.
Na mesma comparação, as importações totalizaram US$ 11,8 bilhões, com média diária de US$ 655,7 milhões. Os aumentos aconteceram principalmente nas aquisições de combustíveis e lubrificantes, bens de consumo, matérias-primas e intermediários e bens de capital.
De acordo com o secretário, as exportações e as importações tiveram resultados superiores aos registrados, não só em 2009, mas também em anos anteriores. "A base do ano passado é uma base baixa, por conta da crise econômica mundial, mas ainda sim exportações e importações apresentaram variação de crescimento positiva em relação a 2008, por exemplo, que foi um ano excepcional", disse Welber Barral.
O secretário de Comércio Exterior assinalou que as exportações cresceram 27,2% sobre a média diária registrada em 2009 e as importações 50,8% na mesma comparação.
Por fator agregado, Weber Barral destacou o desempenho das exportações de produtos semimanufaturados, que no mês cresceram 37,7% em relação a janeiro deste ano e 16,2% na comparação com fevereiro do ano passado.
De acordo com a apresentação feita em Brasília pelo secretário, as exportações de produtos básicos cresceram 36,3% na comparação com janeiro e 29,7% sobre fevereiro do ano passado. Já as vendas de manufaturados aumentaram 14,9% e 13,7%, respectivamente.
Barral destacou o comportamento das exportações de alguns itens na comparação com fevereiro do ano passado. De acordo com o secretário, os valores embarcados de carne de frango aumentaram 37,5% - a quantidade embarcada aumentou 10,4% e o preço internacional desse produto 24,5%.
Por sua vez, as exportações de laminados planos cresceram 91,4%, sendo que a quantidade aumentou 165,4%, mas o preço internacional caiu 27,9%. Esses números, segundo o secretário, indicam que "a competição internacional está mais acirrada, mas o Brasil tem conseguido recuperar alguns mercados, como é o caso de Argentina e Colômbia".
Em relação às importações, Weber Barral avaliou que há uma tendência de aumento nas aquisições brasileiras, principalmente de bens de capital e matérias-primas.
"Essa importação de matérias-primas é bastante substancial e reflete a recuperação da indústria brasileira. Temos que lembrar que, de acordo com dados do IBGE divulgados em dezembro do ano passado, a produção industrial no Brasil cresceu 19%, dado que também impacta a importação", analisou.
De acordo com o secretário, as importações no Brasil estão interligadas às exportações. "Enquanto aumentar as exportações, também vão aumentar as importações", afirmou. As informações são do MDIC.
O desempenho médio diário das exportações e importações registrado pelo Brasil no mês passado foi um recorde para meses de fevereiro, disse o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, na divulgação da balança comercial brasileira.
No mês de fevereiro, as exportações brasileiras somaram US$ 12,19 bilhões, com média diária de US$ 677,6 milhões. Em relação a fevereiro do ano passado, cresceram os embarques de produtos semimanufaturados, básicos e manufaturados.
De acordo com o secretário, as exportações e as importações tiveram resultados superiores aos registrados, não só em 2009, mas também em anos anteriores. "A base do ano passado é uma base baixa, por conta da crise econômica mundial, mas ainda sim exportações e importações apresentaram variação de crescimento positiva em relação a 2008, por exemplo, que foi um ano excepcional", disse Welber Barral.
O secretário de Comércio Exterior assinalou que as exportações cresceram 27,2% sobre a média diária registrada em 2009 e as importações 50,8% na mesma comparação.
Por fator agregado, Weber Barral destacou o desempenho das exportações de produtos semimanufaturados, que no mês cresceram 37,7% em relação a janeiro deste ano e 16,2% na comparação com fevereiro do ano passado.
De acordo com a apresentação feita em Brasília pelo secretário, as exportações de produtos básicos cresceram 36,3% na comparação com janeiro e 29,7% sobre fevereiro do ano passado. Já as vendas de manufaturados aumentaram 14,9% e 13,7%, respectivamente.
Barral destacou o comportamento das exportações de alguns itens na comparação com fevereiro do ano passado. De acordo com o secretário, os valores embarcados de carne de frango aumentaram 37,5% - a quantidade embarcada aumentou 10,4% e o preço internacional desse produto 24,5%.
Por sua vez, as exportações de laminados planos cresceram 91,4%, sendo que a quantidade aumentou 165,4%, mas o preço internacional caiu 27,9%. Esses números, segundo o secretário, indicam que "a competição internacional está mais acirrada, mas o Brasil tem conseguido recuperar alguns mercados, como é o caso de Argentina e Colômbia".
Em relação às importações, Weber Barral avaliou que há uma tendência de aumento nas aquisições brasileiras, principalmente de bens de capital e matérias-primas.
"Essa importação de matérias-primas é bastante substancial e reflete a recuperação da indústria brasileira. Temos que lembrar que, de acordo com dados do IBGE divulgados em dezembro do ano passado, a produção industrial no Brasil cresceu 19%, dado que também impacta a importação", analisou.
De acordo com o secretário, as importações no Brasil estão interligadas às exportações. "Enquanto aumentar as exportações, também vão aumentar as importações", afirmou. As informações são do MDIC.
fonte:netmairnha
02.03.10 - tue
UE conclui negociação de livre comércio com Colômbia e Peru
A União Europeia (UE) concluiu ontem com o Peru e Colômbia as negociações de um acordo de livre comércio. Para os exportadores brasileiros, isso pode resultar em desvantagem e maior competição nesses mercados.
O acordo prevê o fim das tarifas de importação, com liberalização de 80% do comércio de produtos industriais com o Peru e de 65% com a Colômbia, abrindo oportunidades de centenas de milhões de dólares de novos negócios.
Para a Europa, o interesse é sobretudo exportar carros, máquinas, serviços (bancos, telecomunicações), vinhos e produtos lácteos. Para os dois países andinos, a expectativa é reforçar suas exportações de açúcar, rum, banana e outros produtos agrícolas, como carnes de frango e bovina.
As tarifas de importação nos 27 países do bloco europeu já são baixas. Mas o acordo permitirá a entrada de produtos de Peru e Colômbia com taxa menor ou sem taxa. Já produtos brasileiros similares continuarão sujeitos à taxa normal, se não houver rapidamente um acordo Mercosul-UE.
Segundo negociadores, a Colômbia conseguiu incluir a "salvaguarda agrícola" da Organização Mundial do Comércio (OMC), para frear alta súbita de importações procedentes da Europa, normalmente beneficiadas por subsídios.
Por sua vez, a imprensa peruana diz que Bruxelas aceitou as 200 milhas marítimas peruanas para estabelecer as regras de origem de produtos pesqueiros. O Peru diz ter conseguido também ampliar cota para exportações de banana a 75 mil toneladas, passando a ter vantagem em relação ao Equador, que abandonou a negociação. Além disso, o Peru teria conseguido cota de 32 mil toneladas de açúcar (e produtos de alto teor em açúcar) e cota de 30 mil toneladas de arroz, também com tarifa zero.
Entusiasmado também com a entrada em vigor de acordo comercial com a China, o presidente peruano, Alan García, falou de "dia histórico", com "o campo aberto para o Peru fazer gols", que poderão representar criação de centenas de empregos.
A UE é o segundo parceiro comercial da região andina, atrás dos EUA, com comércio total de US$ 24,3 bilhões em 2008. Produtos agrícolas perfazem 47% das compras europeias nos dois países.
Para a UE, o "ambicioso acordo" inaugura uma nova abordagem nas relações comerciais de investimentos com os dois países andinos. Bruxelas impôs uma cláusula que prevê a suspensão do acordo se não forem cumpridos compromissos de respeito aos direitos humanos e de desenvolvimento sustentável da economia, baseado na proteção e na promoção de direitos ambientais e trabalhistas.
Negociar é uma coisa, aprovar e colocar em vigor é outra. A expectativa das autoridades é de implementar o acordo por volta de 2012. O Parlamento Europeu, agora com mais poderes, pode querer rever aspectos da negociação. Por exemplo, apesar de cláusulas sindical e trabalhista, ainda há oposição à assinatura do acordo, já que a Colômbia é apontada como um dos países com maior número de sindicalistas assassinados no mundo.
Dois outros países andinos abandonaram a negociação. O Equador, por causa da disputa da banana, na qual acusa a UE de não respeitar decisões da OMC para abrir seu mercado. A Bolívia alegou "desacordos ideológicos".
Até agora, a UE tinha acordos comerciais na região apenas com México e Chile. Negocia também com países da América Central, na expectativa de concluir o entendimento na cúpula UE-América Latina em maio, em Madri.
Será também onde a UE e o Mercosul esperam relançar a negociação de um entendimento comercial bem mais amplo e de maior interesse para as empresas dos dois lados.
O acordo prevê o fim das tarifas de importação, com liberalização de 80% do comércio de produtos industriais com o Peru e de 65% com a Colômbia, abrindo oportunidades de centenas de milhões de dólares de novos negócios.
Para a Europa, o interesse é sobretudo exportar carros, máquinas, serviços (bancos, telecomunicações), vinhos e produtos lácteos. Para os dois países andinos, a expectativa é reforçar suas exportações de açúcar, rum, banana e outros produtos agrícolas, como carnes de frango e bovina.
As tarifas de importação nos 27 países do bloco europeu já são baixas. Mas o acordo permitirá a entrada de produtos de Peru e Colômbia com taxa menor ou sem taxa. Já produtos brasileiros similares continuarão sujeitos à taxa normal, se não houver rapidamente um acordo Mercosul-UE.
Segundo negociadores, a Colômbia conseguiu incluir a "salvaguarda agrícola" da Organização Mundial do Comércio (OMC), para frear alta súbita de importações procedentes da Europa, normalmente beneficiadas por subsídios.
Por sua vez, a imprensa peruana diz que Bruxelas aceitou as 200 milhas marítimas peruanas para estabelecer as regras de origem de produtos pesqueiros. O Peru diz ter conseguido também ampliar cota para exportações de banana a 75 mil toneladas, passando a ter vantagem em relação ao Equador, que abandonou a negociação. Além disso, o Peru teria conseguido cota de 32 mil toneladas de açúcar (e produtos de alto teor em açúcar) e cota de 30 mil toneladas de arroz, também com tarifa zero.
Entusiasmado também com a entrada em vigor de acordo comercial com a China, o presidente peruano, Alan García, falou de "dia histórico", com "o campo aberto para o Peru fazer gols", que poderão representar criação de centenas de empregos.
A UE é o segundo parceiro comercial da região andina, atrás dos EUA, com comércio total de US$ 24,3 bilhões em 2008. Produtos agrícolas perfazem 47% das compras europeias nos dois países.
Para a UE, o "ambicioso acordo" inaugura uma nova abordagem nas relações comerciais de investimentos com os dois países andinos. Bruxelas impôs uma cláusula que prevê a suspensão do acordo se não forem cumpridos compromissos de respeito aos direitos humanos e de desenvolvimento sustentável da economia, baseado na proteção e na promoção de direitos ambientais e trabalhistas.
Negociar é uma coisa, aprovar e colocar em vigor é outra. A expectativa das autoridades é de implementar o acordo por volta de 2012. O Parlamento Europeu, agora com mais poderes, pode querer rever aspectos da negociação. Por exemplo, apesar de cláusulas sindical e trabalhista, ainda há oposição à assinatura do acordo, já que a Colômbia é apontada como um dos países com maior número de sindicalistas assassinados no mundo.
Dois outros países andinos abandonaram a negociação. O Equador, por causa da disputa da banana, na qual acusa a UE de não respeitar decisões da OMC para abrir seu mercado. A Bolívia alegou "desacordos ideológicos".
Até agora, a UE tinha acordos comerciais na região apenas com México e Chile. Negocia também com países da América Central, na expectativa de concluir o entendimento na cúpula UE-América Latina em maio, em Madri.
Será também onde a UE e o Mercosul esperam relançar a negociação de um entendimento comercial bem mais amplo e de maior interesse para as empresas dos dois lados.

