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Brasil registra fluxo cambial negativo na primeira semana de abril
As saídas de dólares superaram as entradas em US$ 396 milhões, na primeira semana de abril, com quatro dias úteis, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo BC (Banco Central). Desde o início do ano, entretanto, o fluxo cambial é positivo.
O saldo negativo do fluxo cambial foi incentivado pelo segmento financeiro (investimentos em títulos, ações, remessas de lucros e dividendos ao exterior, entre outras operações), que registrou saída líquida (descontada a entrada de dólares) de US$ 233 milhões.
O balanço do fluxo de câmbio é complementado pelo segmento comercial (operações relacionadas a exportações e importações), que também ficou negativo, com saída líquida de US$ 164 milhões.
De janeiro até o dia 5 de abril, o fluxo cambial ficou positivo em US$ 18,331 bilhões, ante US$ 36,437 bilhões registrados em igual período no ano passado. Nos dados preliminares deste ano, o segmento financeiro registrou saldo positivo de US$ 8,562 bilhões, enquanto o comercial apresentou US$ 9,769 bilhões.
Por Guia Marítimo.
Exportação do Brasil aos árabes cresce 6%
As exportações do Brasil aos países árabes renderam US$ 1,211 bilhão em março, um aumento de 5,82% em comparação com o mesmo período de 2011, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Foi o maior desempenho mensal até agora no ano, 25% maior do que o total de fevereiro e 12% superior ao valor de janeiro.
Os embarques para a região no acumulado do primeiro trimestre somaram US$ 3,264 bilhões, um avanço de 3,24% sobre os três primeiros meses de 2011.
Em março, entre os principais itens da pauta, cresceram as vendas de açúcar, frango, minério de ferro, carne bovina, produtos químicos, tabaco, café e máquinas para obras. Caíram as exportações de trigo, milho, soja e óleo de soja.
No trimestre, avançaram os embarques de açúcar, carne bovina, minério de ferro, produtos químicos, máquinas para obras, fumo e soja. Recuaram as vendas de cereais, óleos vegetais e café.
“No caso dos minérios e dos tratores para obras, o motivo [para o aumento das exportações] é o desenvolvimento econômico e da indústria da região”, disse o CEO da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby.
Na seara dos alimentos, Alaby ressaltou que o crescimento das exportações é constante e que o Brasil é “imbatível” na produção e venda dessas mercadorias.
Por Conexão Marítima.
Brasil, Índia, Rússia e China reagem positivamente à crise econômica internacional
As economias do Brasil, da Índia, da Rússia e da China mostram “sinais positivos” de avanços e reações aos impactos da crise econômica internacional, segundo a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Em relatório, divulgado nesta terça-feira, a OCDE informou ainda que o Japão e os Estados Unidos também demonstram recuperação de suas economias.
De acordo com o documento, a tendência é de mudanças positivas e mais dinamismo nas economias mundiais. As economias da Itália e da França, no entanto, ainda se mantêm em ritmo lento, avalia a OCDE. Movimentos mais positivos são observados na Alemanha e no Reino Unido.
Os efeitos da crise econômica internacional ainda predominam nas discussões durante reuniões de líderes políticos. Na última segunda-feira, a presidenta Dilma Rousseff conversou com Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, sobre o assunto. Segundo ela, é necessário ampliar as parcerias para buscar fortalecer os países e consequentemente motivar a economia.
Por Guia Marítimo.



