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22.07.09 - wed
Começam obras nas rodovias federais
A partir deste mês, vários trechos das rodovias federais que cortam o Ceará entram em obras. Os trabalhos de restauração da malha viária contemplam as BRs 020, 116, 222 e 304. “Não vai ser um serviço de tapa-buracos. O pavimento vai ser todo trocado, é uma recuperação total”, promete o superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Guedes Neto.
Ainda esta semana, a reforma será iniciada no trecho da BR-020 que vai de Canindé até Itapebussu. No dia 29, é a vez da BR-304, que terá todos os seus 102 quilômetros recuperados. Em agosto, iniciam as obras no trecho da BR-222 que vai de Sobral até a divisa com o Piauí; na BR-020, entre Tauá e Boa Viagem; e na BR-116, na parte que liga Jaguaribe a Pereiro. “Em todos eles, o processo de licitação já foi concluído e os contratos com as empresas assinados”, garante Guedes Neto.
Em outros trechos, a obra deve iniciar em setembro porque o processo licitatório ainda está em andamento, conforme o superintendente. Encontram-se nessa situação quatro pontos da BR-116: de Pacajus a Russas; de Russas a Jaguaribe; de Ipaumirim a Milagres e de Milagres à divisa com Pernambuco. O último trecho a entrar em reforma será o da BR-222 que vai de Croatá até Sobral, que se encontra em estado crítico, com muitos buracos e danos no pavimento.
Prazo
Segundo Guedes, o projeto de recuperação desse trecho ainda está em fase final de aprovação. Ainda de acordo com o superintendente, a abertura da licitação deve ocorrer em setembro. “A previsão é que as obras iniciem em dezembro”, diz. Ao todo, o pacote de recuperação das estradas federais no Ceará é de mais de R$ 353 milhões e envolve pelo menos 1.062 quilômetros de estrada.
Guedes ressalta ainda que as obras já foram iniciadas no trecho urbano da BR-116 (km 00 ao km 12) e na parte da BR-020 que vai de Boa Viagem a Canindé. No geral, os trabalhos têm prazo de execução de um ano. A expectativa é de que, até o início da próxima quadra chuvosa, a situação das estradas já tenha melhorado. “Tomara que ajeitem mesmo porque está difícil dirigir pelas estradas daqui. Esse ano, fui (de Fortaleza) até Sobral e só o que tinha é buraco”, reclama o comerciante Marcos Oliveira, 53.
Além de trocar o pavimento, as obras de recuperação das estradas incluem reforma nos acostamentos e nova sinalização (horizontal e vertical). Este ano, vários trechos das rodovias cearenses ficaram danificados por causa das fortes chuvas registradas durante a quadra chuvosa.
Fonte:NetMarinha
Ainda esta semana, a reforma será iniciada no trecho da BR-020 que vai de Canindé até Itapebussu. No dia 29, é a vez da BR-304, que terá todos os seus 102 quilômetros recuperados. Em agosto, iniciam as obras no trecho da BR-222 que vai de Sobral até a divisa com o Piauí; na BR-020, entre Tauá e Boa Viagem; e na BR-116, na parte que liga Jaguaribe a Pereiro. “Em todos eles, o processo de licitação já foi concluído e os contratos com as empresas assinados”, garante Guedes Neto.
Em outros trechos, a obra deve iniciar em setembro porque o processo licitatório ainda está em andamento, conforme o superintendente. Encontram-se nessa situação quatro pontos da BR-116: de Pacajus a Russas; de Russas a Jaguaribe; de Ipaumirim a Milagres e de Milagres à divisa com Pernambuco. O último trecho a entrar em reforma será o da BR-222 que vai de Croatá até Sobral, que se encontra em estado crítico, com muitos buracos e danos no pavimento.
Prazo
Segundo Guedes, o projeto de recuperação desse trecho ainda está em fase final de aprovação. Ainda de acordo com o superintendente, a abertura da licitação deve ocorrer em setembro. “A previsão é que as obras iniciem em dezembro”, diz. Ao todo, o pacote de recuperação das estradas federais no Ceará é de mais de R$ 353 milhões e envolve pelo menos 1.062 quilômetros de estrada.
Guedes ressalta ainda que as obras já foram iniciadas no trecho urbano da BR-116 (km 00 ao km 12) e na parte da BR-020 que vai de Boa Viagem a Canindé. No geral, os trabalhos têm prazo de execução de um ano. A expectativa é de que, até o início da próxima quadra chuvosa, a situação das estradas já tenha melhorado. “Tomara que ajeitem mesmo porque está difícil dirigir pelas estradas daqui. Esse ano, fui (de Fortaleza) até Sobral e só o que tinha é buraco”, reclama o comerciante Marcos Oliveira, 53.
Além de trocar o pavimento, as obras de recuperação das estradas incluem reforma nos acostamentos e nova sinalização (horizontal e vertical). Este ano, vários trechos das rodovias cearenses ficaram danificados por causa das fortes chuvas registradas durante a quadra chuvosa.
Fonte:NetMarinha
21.07.09 - tue
Exportação de açúcar cresce 53% e bate recorde
Enquanto a maior parte das commodities exportadas pelo Brasil perdeu valor no primeiro semestre de 2009, as exportações de açúcar bateram recorde e responderam por 22% do superávit da balança comercial no período, que totalizou US$ 13,9 bilhões. A forte demanda internacional e o câmbio favorável fizeram com que as exportações saltassem de US$ 2,07 bilhões, nos primeiros seis meses de 2008, para US$ 3,18 bilhões, de janeiro a junho deste ano, um crescimento de 53% em valor, o maior entre as principais matérias-primas da pauta de exportações do País.
Juntos, açúcar e etanol responderam por 27% do superávit da balança comercial brasileira. No entanto, em volume, as vendas de etanol ao exterior recuaram 25% em relação ao primeiro semestre de 2008. Até junho deste ano, o País exportou 1,45 bilhão de litros de etanol, contra 1, 97 bilhão de litros em igual período do ano passado.
"O momento é excepcional para o açúcar e compensa a queda nas exportações de etanol. O mais importante é que, como o Brasil não faz importação de açúcar, na prática é superávit direto para a balança brasileira", afirma Antonio de Pádua Rodrigues, diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).
Os principais destinos das exportações brasileiras de açúcar foram a Rússia (1,7 milhão de toneladas, o que representa 16% do total), Índia (1,6 milhão de toneladas, 15% do total), seguidos de Bangladesh (600 mil toneladas) e Emirados Árabes Unidos e Nigéria (ambos com 500 mil toneladas cada um).
Juntos, açúcar e etanol responderam por 27% do superávit da balança comercial brasileira. No entanto, em volume, as vendas de etanol ao exterior recuaram 25% em relação ao primeiro semestre de 2008. Até junho deste ano, o País exportou 1,45 bilhão de litros de etanol, contra 1, 97 bilhão de litros em igual período do ano passado.
"O momento é excepcional para o açúcar e compensa a queda nas exportações de etanol. O mais importante é que, como o Brasil não faz importação de açúcar, na prática é superávit direto para a balança brasileira", afirma Antonio de Pádua Rodrigues, diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).
Os principais destinos das exportações brasileiras de açúcar foram a Rússia (1,7 milhão de toneladas, o que representa 16% do total), Índia (1,6 milhão de toneladas, 15% do total), seguidos de Bangladesh (600 mil toneladas) e Emirados Árabes Unidos e Nigéria (ambos com 500 mil toneladas cada um).
21.07.09 - tue
País importa R$ 1 bilhão ao ano de sucata de PET
Com uma indústria de reciclagem forte, mas sem uma coleta de lixo seletiva eficiente, o Brasil vive a situação de ter mais capacidade para reciclar do que sucata disponível. No caso da resina PET, a reciclagem movimenta R$ 1 bilhão ao ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), número que poderia ser maior caso houvesse mais matéria-prima disponível.
A falta de sucata abre espaço para a importação ilegal de lixo, diz Auri Marçon, presidente da Abipet. No Brasil só é permitida a importação de rejeitos de PET resultante de sobras da indústria, mesmo assim com uma autorização especial. Os números de importação, no entanto, são grandes e crescentes. Segundo a entidade, foram importadas 14 mil toneladas de PET em 2008, um crescimento de 75% em relação às 8 mil toneladas compradas do exterior em 2007.
Para o presidente da Abipet, essa é uma situação preocupante, pois o número é muito alto para ser apenas rejeito industrial. "Como não temos uma fiscalização forte sobre o que entra no Brasil, principalmente na fronteira do Mercosul, acredito que grande parte do que é importado de sucata de PET vem de descarte doméstico, ou seja, é lixo", diz ele. Segundo Marçon, como as empresas recicladoras compram a sucata de terceiros, é difícil manter o controle sobre a procedência do produto. "Sabemos que o problema existe e queremos que ele seja combatido, mas não queremos fazer papel de polícia. O que fazemos é conversar com órgão dos governos ligados ao ambiente para alertá-los", diz.
O inverno é justamente o período onde há mais falta de PET para reciclar no Brasil. Além do consumo de bebidas ser menor do que no verão, o tempo também influencia o ritmo da coleta seletiva. Como a maior parte da coleta no país é informal, o frio espanta os catadores de sucata da rua, o que reduz o volume de garrafas separadas do lixo comum.
Fonte:NetMarinha
A falta de sucata abre espaço para a importação ilegal de lixo, diz Auri Marçon, presidente da Abipet. No Brasil só é permitida a importação de rejeitos de PET resultante de sobras da indústria, mesmo assim com uma autorização especial. Os números de importação, no entanto, são grandes e crescentes. Segundo a entidade, foram importadas 14 mil toneladas de PET em 2008, um crescimento de 75% em relação às 8 mil toneladas compradas do exterior em 2007.
Para o presidente da Abipet, essa é uma situação preocupante, pois o número é muito alto para ser apenas rejeito industrial. "Como não temos uma fiscalização forte sobre o que entra no Brasil, principalmente na fronteira do Mercosul, acredito que grande parte do que é importado de sucata de PET vem de descarte doméstico, ou seja, é lixo", diz ele. Segundo Marçon, como as empresas recicladoras compram a sucata de terceiros, é difícil manter o controle sobre a procedência do produto. "Sabemos que o problema existe e queremos que ele seja combatido, mas não queremos fazer papel de polícia. O que fazemos é conversar com órgão dos governos ligados ao ambiente para alertá-los", diz.
O inverno é justamente o período onde há mais falta de PET para reciclar no Brasil. Além do consumo de bebidas ser menor do que no verão, o tempo também influencia o ritmo da coleta seletiva. Como a maior parte da coleta no país é informal, o frio espanta os catadores de sucata da rua, o que reduz o volume de garrafas separadas do lixo comum.
Fonte:NetMarinha

